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	<title>researchcafe &#187; Outras Áreas</title>
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		<title>Cientistas do CICECO desenvolvem método inovador para manipular nanocristais</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 09:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os cientistas Sérgio Pereira, Manuel Martins e Tito Trindade, do laboratório associado CICECO, da Universidade de Aveiro, desenvolveram uma técnica inovadora que permite controlar o processo de integração de nanocristais em nanocavidades («pits») existentes na superfície de um material luminescente. A investigação foi a primeira de origem portuguesa distinguida como «cover story» da prestigiada revista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os cientistas Sérgio Pereira, Manuel Martins e Tito Trindade, do laboratório associado CICECO, da Universidade de Aveiro, desenvolveram uma técnica inovadora que permite controlar o processo de integração de nanocristais em nanocavidades («pits») existentes na superfície de um material luminescente. <span id="more-1307"></span>A investigação foi a primeira de origem portuguesa distinguida como «cover story» da prestigiada revista científica «Advanced Materials» (na sua edição de 5 de Março), e pode vir a abrir caminho a aplicações na área da nanomedicina, nomeadamente em termos de diagnóstico.</p>
<p>A técnica consiste não só em controlar com precisão parâmetros fundamentais, tais como o tamanho, a profundidade e a densidade dos «pits» (durante o crescimento de filmes semicondutores que servem de superfície), como a posterior incorporação selectiva dos nanocristais nos «buracos». A capacidade de sintetizar quimicamente nanopartículas com tamanho definido possibilita um controle preciso sobre o número e tipo de empacotamento das nanopartículas inseridas nos «pits». Este processo sugere, como metáfora, a ideia de «nanogolfe»: «Essas nanocavidades têm de ser da mesma ordem de tamanho das nanoparticulas. Daí a analogia com o ‘nanogolfe’, que está relacionada com a nanoengenharia e a ideia do encaixe da bola no buraco», concretiza o investigador Sérgio Pereira, autor correspondente do artigo agora publicado (que pode ser lido na íntegra aqui).</p>
<p>O investigador refere que o controlo do processo de crescimento dos filmes (de forma a induzir o aparecimento dos «pits» com as características adequadas), aliado à capacidade de introduzir selectivamente os nanocristais, proporciona um mecanismo simples, mas até agora desconhecido, para confinar espacialmente nano-objectos. «Com este método conseguimos, por exemplo, colocar de uma forma organizada cerca de mil milhões de nanocristais na área de superfície de um cm2, utilizando a capilaridade como mecanismo de incorporação», afirma.</p>
<p>A grande novidade deste processo é a colocação das nanopartículas em superfícies, já que estas são preparadas em solução, onde se encontram em movimento. «Para se produzir um dispositivo é necessário interagir com as nanopartículas, através de um sinal eléctrico ou óptico», explica o investigador do CICECO. E aqui surge outro dos aspectos relevantes da investigação: a superfície onde as nanopartículas são dispersas é opticamente activa, ou seja, emite luz. «Podemos ligar o dispositivo a um circuito e produzir electroluminescência [emissão de luz por corrente eléctrica]. As nanopartículas que se encontram organizadas na superfície vão ter uma resposta a esse estímulo, por exemplo, consoante tenham determinado material biológico agarrado à partícula. Isto ainda não está demonstrado, são ideias do que se pode fazer», continua o cientista.</p>
<p>Os investigadores pretendem agora modificar quimicamente a superfície das nanopartículas de ouro ou outros nanomateriais de modo a que, uma vez dentro dos «pits», elas tenham uma afinidade específica para determinado material biológico, o que pode vir a ter impacto no desenvolvimento de nanosensores bioactivos para aplicações em nanomedicina. «Imagine que estas nanopartículas se ligam a uma cadeia de ADN, e que se liga metade dessa cadeia a uma dessas nanopartículas, funcionalizada. Naquela cadeia só se volta a juntar o complementar, como se fosse uma chave e uma fechadura». No futuro, uma investigação completamente bem sucedida pode levar a diagnósticos completamente fiáveis, em tempo real.</p>
<p>O trabalho de investigação foi desenvolvido ao longo de cerca de um ano e feito em colaboração com cientistas das Universidades de Cambridge e Strathclyde (no Reino Unido), contando ainda com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, através da atribuição do prémio estímulo à Investigação 2007 ao Doutor Sérgio Pereira. «Apresentamos o trabalho perante conferências internacionais e as pessoas ficaram extremamente entusiasmadas, está a ser muito bem reconhecido. A originalidade advém do facto de diferentes áreas se juntarem para fazer algo novo». A Harvard Medical School, nos Estados Unidos, foi uma das entidades que se mostrou interessada em explorar o trabalho para a área da nanomedicina.</p>
<p>Fonte / Escrito por: ua_online</p>
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		<title>Nanotecnologia vai levar discussão científica a um plano moral</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 07:08:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As aplicações artificiais no domínio da medicina associadas à nanotecnologia vão levar a discussão científica para o plano moral e suscitar medo nas pessoas, disse à agência Lusa o físico Carlos Fiolhais. «Quando aparecerem produtos que tenham por detrás moléculas artificiais, as pessoas vão ter medo. A opinião pública teme aquilo que não vê e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As aplicações artificiais no domínio da medicina associadas à nanotecnologia vão levar a discussão científica para o plano moral e suscitar medo nas pessoas, disse à agência Lusa o físico Carlos Fiolhais. <span id="more-1304"></span>«Quando aparecerem produtos que tenham por detrás moléculas artificiais, as pessoas vão ter medo. A opinião pública teme aquilo que não vê e a nanotecnologia opera à escala invísivel, de átomos e moléculas», afirmou o físico da Universidade de Coimbra.</p>
<p>Sublinhando que tem havido uma «evolução muito nítida» na investigação de novas aplicações no domínio da medicina, nomeadamente nos Estados Unidos ou Japão, Carlos Fiolhais lembra, no entanto, que naqueles países existe já uma «discussão pública bastante viva» sobre os avanços terapêuticos.</p>
<p>«Vai haver um novo Direito, uma nova regulação e a discussão vai passar para o plano moral, para os perigos de o Homem alterar a Natureza. Sempre o fez, mas agora estamos a falar de engenharia a um nível muito pequeno, que escapa à vista», argumentou.</p>
<p>Os medos e os riscos associados à nanotecnologia &#8211; área da ciência em que a unidade de medida é um milhão de vezes mais pequena do que o milímetro &#8211; são alguns dos temas que Carlos Fiolhais vai analisar numa conferência segunda-feira, no Casino da Figueira da Foz, perante uma plateia de jovens alunos.</p>
<p>Para combater os medos, o especialista contrapõe com o conhecimento e a necessidade de as pessoas terem mais e melhor qualidade de vida.</p>
<p>Evidencia as aplicações da nanotecnologia na área da medicina, o «sonho» em providenciar soluções contra o cancro ou doenças cardiovasculares.</p>
<p>«Estamos a falar de moléculas que possam contribuir para eliminar pequenos tumores ou cápsulas para desobstruir vasos sanguíneos. São promessas que a nanotecnologia já está a cumprir», sustentou o professor catedrático de Física.</p>
<p>Outros temas da conferência passam pelo «desenvolvimento recente» da criação, em Braga, do Instituto Ibérico de Nanotecnologia &#8211; cuja primeira pedra foi lançada no final do ano passado &#8211; e a assumpção de que aquela área da Física está hoje no domínio comum.</p>
<p>«É normal no léxico nacional. Há oito anos estávamos a falar para físicos, hoje falamos para jovens alunos. Para os mais jovens a nanotecnologia representa novas oportunidades», disse.</p>
<p>Aos 51 anos, Carlos Fiolhais dirige o Centro de Física Computacional da Universidade de Coimbra e a Biblioteca Geral da instituição. É autor de mais de 30 publicações, entre as quais o &#8216;bestseller&#8217; Física Divertida, dirigido aos mais novos. O apego aos livros também encontra, nas suas palavras, ligações à nanotecnologia. Quinzenalmente, Fiolhais escreve uma crónica na secção de Ciência do SOL.</p>
<p>«Em 1959 o famoso físico Richard Feynman [que introduziu o conceito] questionou se era possível por os 30 volumes da Enciclopédia Britânica na cabeça de um alfinete. O facto é que, hoje, é possível por todo o saber da Humanidade em menos do que uma cabeça de alfinete», concluiu.</p>
<p>Fonte / Escrito por: Sol</p>
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		<title>Investigadores da UA publicam resultados inovadores na revista científica com maior impacto mundial na área de «Imaging Sciences»</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 06:46:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há vários anos que investigadores da Universidade de Aveiro trabalham com uma tecnologia médica chamada «cápsula endoscópica». Agora, em parceria com médicos do Hospital Geral de Santo António, têm vindo a desenvolver novos algoritmos de processamento digital de vídeo e a integrá-los numa plataforma computacional chamada «CapView®». O objectivo é facilitar o diagnóstico médico do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há vários anos que investigadores da Universidade de Aveiro trabalham com uma tecnologia médica chamada «cápsula endoscópica». Agora, em parceria com médicos do Hospital Geral de Santo António, têm vindo a desenvolver novos algoritmos de processamento digital de vídeo e a integrá-los numa plataforma computacional chamada «CapView®». <span id="more-1295"></span>O objectivo é facilitar o diagnóstico médico do exame. Estes inovadores resultados alcançados foram já publicados na prestigiada revista científica «Imaging Sciences».</p>
<p>A chamada «cápsula endoscópica» é o primeiro micro-dispositivo médico autónomo para explorar o interior do corpo humano com aplicação clínica alargada. Este dispositivo é ingerido pelo doente, filmando todo o seu tracto gastro-intestinal durante seis a oito horas, conseguindo obter imagens de zonas do intestino delgado inacessíveis à endoscopia convencional.</p>
<p>A importância clínica desta nova tecnologia é já inquestionável e reportada nas mais importantes revistas médicas como a «Digestive Diseases» [1] ou mesmo na revista «Nature» [2,3] mas o seu maior defeito é o facto de implicar que o médico especialista tenha que rever até oito horas de vídeo para fazer um diagnóstico.</p>
<p>Foi precisamente para contribuir na resolução do principal defeito desta nova tecnologia médica que os investigadores do Instituto de Engenharia Electrónica e Telemática de Aveiro &#8211; IEETA/UA (http://www.ieeta.pt/sias), em parceria com médicos do Hospital Geral de Santo António, têm vindo a desenvolver novos algoritmos de processamento digital de vídeo e a integra-los numa plataforma computacional chamada «CapView®».</p>
<p>Esta linha de investigação e desenvolvimento foi agora coroada de êxito com a publicação, na edição deste mês da revista científica americana IEEE Transactions on Medical Imaging, de um artigo [4] que descreve alguns resultados desta investigação. Esta revista é a que detém actualmente o primeiro lugar do ranking de impacto a nível mundial na área científica «Imaging Sciences» e o segundo na área de «Biomedical Engineering», atingindo um factor de impacto de 3.757 definido pelo ISI Journal Citation Report 2006.</p>
<p>Mais informações podem ser obtidas em http://www.capview.org/.</p>
<p>Fonte / Escrito por: ua_online</p>
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		<title>UA estuda edificado do centro histórico de Aveiro</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 07:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alunos e investigadores do Departamento de Engenharia Civil da UA têm vindo a colaborar com a Câmara Municipal de Aveiro (CMA) no estudo do edificado do centro histórico da cidade. O objectivo, através da análise dos edifícios, é promover a reabilitação do património como uma hipótese viável, sensibilizando assim potenciais intervenientes.«Não se pode reabilitar sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alunos e investigadores do Departamento de Engenharia Civil da UA têm vindo a colaborar com a Câmara Municipal de Aveiro (CMA) no estudo do edificado do centro histórico da cidade. O objectivo, através da análise dos edifícios, é promover a reabilitação do património como uma hipótese viável, sensibilizando assim potenciais intervenientes.<span id="more-1293"></span>«Não se pode reabilitar sem conhecer o existente. Esse trabalho tem de ser feito com calma, paciência e sensibilidade», afirma o Prof. Aníbal Costa, um dos coordenadores desta parceria. Através destes estudos, pretende-se desenvolver técnicas e conhecer os materiais usados, permitindo assim a realização de obras económicas e eficazes. «Hoje em dia não há tempo para parar e pensar, a construção civil é uma indústria», prossegue.</p>
<p>A colaboração entre a Universidade e a CMA tem-se processado de forma dinâmica: a autarquia alerta os investigadores acerca de oportunidades de estudo e requer pareceres, mas também acolhe propostas. Por exemplo, a edilidade requisitou o auxílio do Departamento de Engenharia Civil na reabilitação da cobertura da zona do altar da Sé de Aveiro e do Museu de Aveiro, ao mesmo tempo que proporcionou duas situações de demolição controlada, em 2007.</p>
<p>«Através das demolições controladas, quando já não há alternativa, podemos obter muitos dados sobre o comportamento das construções», esclarece o Prof. Aníbal Costa. Estes estudos têm particular importância na medida em que as construções em causa eram parcialmente feitas de adobe, um elemento composto de terra e cal, que se estima fazer parte de 25 a 40 por cento dos edifícios do distrito. Como caiu entretanto em desuso, o que está em causa é o património da região.</p>
<p>A autarquia acedeu também a que alunos da cadeira de Patologia das Construções (leccionada pelo Prof. Aníbal Costa) estudassem construções na zona da Avenida Lourenço Peixinho, avaliando-as. Dessa forma, ficam desde já disponíveis estudos sobre essas habitações, nomeadamente em termos de estruturas e materiais. Está também em desenvolvimento uma tese de Mestrado que irá juntar todos os dados recolhidos, de forma georeferenciada. No futuro, a investigação poderá dar origem a que no sítio da CMA se possam visualizar as fichas completas das casas.</p>
<p>A execução destes trabalhos permite que facilmente sejam executados orçamentos de reabilitação, bem como reduzir enormemente o tempo gasto na fase de estudo. «O grande problema da reabilitação é que quando queremos estudar o edifício não se sabe nada sobre ele», esclarece o Professor.</p>
<p>O Departamento de Engenharia Civil tem, com esta actividade, produzido vários artigos científicos, nomeadamente sobre a resistência de materiais, ao mesmo tempo que se relaciona com a comunidade. «Temos um papel muito importante na interacção com o exterior. O saber e os investigadores, que além da teoria têm muita experiência prática, estão cá dentro», conclui.</p>
<p>Fonte / Escrito por: ua_online</p>
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		<title>UA participa na produção de electrólitos mais eficientes para aplicar em janelas inteligentes</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 08:56:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas das Universidades de Aveiro (CICECO), Trás-os-Montes e Alto Douro (CQ-VR), Minho, Nova de Lisboa e Chalmers (Suécia) acabam de produzir um electrólito com um desempenho electroquímico superior aos já existentes, permitindo prever a sua utilização em dispositivos electrocrómicos de estado sólido, nomeadamente em «janelas inteligentes».Numa «janela inteligente» o material electrocrómico está em contacto com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas das Universidades de Aveiro (CICECO), Trás-os-Montes e Alto Douro (CQ-VR), Minho, Nova de Lisboa e Chalmers (Suécia) acabam de produzir um electrólito com um desempenho electroquímico superior aos já existentes, permitindo prever a sua utilização em dispositivos electrocrómicos de estado sólido, nomeadamente em «janelas inteligentes».<span id="more-1283"></span>Numa «janela inteligente» o material electrocrómico está em contacto com o electrólito condutor iónico, que permite a entrada ou saída de catiões induzindo, assim, a coloração ou descoloração da janela, por acção de um simples interruptor. Por exemplo, no processo de coloração /descoloração do trioxide de tungsténio, o material electrocrómico mais estudado, ocorre, em geral, a injecção e a extracção de protões (ou outros catiões) e de electrões sob aplicação de um campo eléctrico.</p>
<p>O electrólito é, pois, um componente importante da «janela inteligente», devendo exibir elevadas condutividade iónica e estabilidade electroquímica. Com o objectivo de produzir um novo e melhor electrólito, a equipa do CQ-VR usou o método de síntese sol-gel para preparar electrólitos híbridos orgânicos/inorgânicos à base de sílica modificada com moléculas orgânicas (cadeias poliméricas).</p>
<p>Estes materiais, designados di-ureasils, foram dopados com triflato de potássio (KCF3SO3), tendo a sua elevada condutividade iónica sido estudada e optimizada. O material mais promissor foi testado com sucesso num protótipo de «janela inteligente» baseada no WO3. A quantificação do efeito electrocrómico ficou a cargo da equipa do CICECO.</p>
<p>Informação mais detalhada pode ser consultada em: (http://www.rsc.org/Publishing/Journals/jm/News/Hotdezeaburmudez.asp)</p>
<p>Fonte / Escrito por: ua_online</p>
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		<title>Universidade de Aveiro associa-se à investigação de causas humanitárias</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 08:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Universidade de Aveiro é uma das instituições nacionais parceiras do World Community Grid, um programa global, promovido pela IBM que, de forma inovadora, apoia causas filantrópicas, através da doação de tempo inactivo dos computadores pessoais e institucionais.Esse tempo, armazenado por tecnologia grid, será canalizado para projectos de investigação, contribuindo para a resolução de problemas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade de Aveiro é uma das instituições nacionais parceiras do World Community Grid, um programa global, promovido pela IBM que, de forma inovadora, apoia causas filantrópicas, através da doação de tempo inactivo dos computadores pessoais e institucionais.<span id="more-1282"></span>Esse tempo, armazenado por tecnologia grid, será canalizado para projectos de investigação, contribuindo para a resolução de problemas humanitários ligados a doenças e genética, ambiente, desastres naturais e sustentabilidade mundial.</p>
<p>A UA associa-se a uma organização criada em 2004, pela IBM e por um grupo de instituições de relevo, que detém, actualmente, mais de 330 parceiros oriundos de vários pontos do planeta.</p>
<p>O modo de funcionamento do World Community Grid é simples: quando o computador (dos vários membros da rede) se encontra inactivo, o poder computacional maciço do programa aproveita a ligação dos computadores para aligeirar o processamento da informação, contribuindo, deste modo, para que a investigação se desenvolva mais rapidamente.</p>
<p>Para instalar o World Community Grid basta fazer o download gratuito do software em http://www.worldcommunitygrid.org/, associar-se ou criar uma equipa (team) e seleccionar as causas às quais se pretende associar. Actualmente, estão em curso cinco projectos. Na Universidade de Aveiro, o Vice-reitor Prof. Francisco Vaz, lidera a equipa com o mesmo nome.</p>
<p>O World Community Grid conta, presentemente, com mais de 344 mil membros que, através dos 835 949 computadores associados, contribuíram com 128 425 anos de tempo, tornando-o num super-computador virtual, a figurar entre os dez maiores super-computadores do mundo, dedicado especificamente à investigação. Ponha a sua máquina a trabalhar e associe-se também a esta causa.</p>
<p>Fonte/ Escrito por: ua_online</p>
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		<title>Universidades do Minho e de Vigo apostam na investigação de um automóvel eco-sustentável</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 08:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Universidade do Minho (UM), em cooperação com a de Vigo, e o CTAG, Centro Tecnológico de Automoción de Galicia, Espanha, vai avançar este ano na investigação de um automóvel &#8220;eco-sustentável&#8221;, revelou fonte da Escola de Engenharia. O projecto, que conta com a cooperação do Centro de Excelência e Inovação da Indústria Automóvel da Maia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade do Minho (UM), em cooperação com a de Vigo, e o CTAG, Centro Tecnológico de Automoción de Galicia, Espanha, vai avançar este ano na investigação de um automóvel &#8220;eco-sustentável&#8221;, revelou fonte da Escola de Engenharia. <span id="more-1280"></span>O projecto, que conta com a cooperação do Centro de Excelência e Inovação da Indústria Automóvel da Maia (CEIIA), vai incidir nos combustíveis alternativos, como o biodiesel, e na concepção e fabrico de peças em plásticos biodegradáveis, explicou o presidente da Escola, António Cunha.</p>
<p>A iniciativa é consequência do Projecto luso-galaico NaturPlas, financiado no âmbito do Programa INTERREG IIIA, que está a criar uma infra-estrutura tecnológica virtual, o Centro Virtual de Desenvolvimento de Compósitos Biodegradáveis &#8211; Centro NaturPlas.</p>
<p>A Universidade do Minho tem vindo a apostar na internacionalização, nomeadamente com a Galiza, através das universidades de Vigo, Santiago de Compostela e Corunha.</p>
<p>A cooperação científica é um dos temas em análise na Cimeira Ibérica, que junta dias 18 e 19, em Braga, os Governos de Portugal e de Espanha e, durante a qual, será lançado o Instituto Ibérico de Nanotecnologias (INL).</p>
<p>António Cunha adiantou que o Centro Virtual &#8211; iniciado em 2003 &#8211; &#8220;suportará actividades de inovação e desenvolvimento tecnológico no domínio dos materiais compósitos biodegradáveis para aplicações técnicas de grande consumo, nomeadamente componentes para automóvel&#8221;.</p>
<p>Até ao momento, salientou, foram já concebidas peças em plástico biodegradável para altifalantes e para o assento dos automóveis.</p>
<p>No final do projecto &#8220;será criada uma equipa de trabalho, bem como um conjunto de equipamentos/instalações específicas, que desenvolverão soluções tecnológicas integradas, consubstanciando um Centro Virtual de Desenvolvimento de Compósitos Biodegradáveis&#8221;. Este centro estará baseado na utilização de produtos naturais da euro-região e deverá originar a criação de uma, ou mais, empresas &#8220;start-ups&#8221;.</p>
<p>Os parceiros do NaturPlas &#8220;reúnem um conjunto de competências complementares e experiência de trabalho de inovação nas áreas relevante para o projecto&#8221;. Entre eles, conta-se o grupo do PIEP &#8211; Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros da UM/Guimarães que desenvolveu, nos últimos cinco anos, trabalho nas áreas de desenvolvimento de formulações e de soluções de processamento para termoplásticos à base de amido de milho e de soja, bem como do seu reforço com fibras de pinho e de alfa.</p>
<p>O Departamento de Biologia da UM tem &#8220;desenvolvido trabalho pioneiro na área da síntese microbiana (com base em leveduras), com a colaboração de um dos principais cientistas mundiais desta área, o professor Dan Urry da Universidade do Minnesota.</p>
<p>Esta actividade é complementada com uma extensa experiência de processos bioquímicos do Departamento de Engenharia Biológica.</p>
<p>O grupo da Universidade de Vigo (Departamento de Engenharia Química) trabalhou (suportado em diversos projectos nacionais e europeus) no processamento e na modificação de materiais celulósicos incluindo os aspectos ligados à valorização económica dos seus produtos e sub-produtos.<br />
Fonte / Escrito por: Público</p>
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		<title>Geografia organiza mostra de capacidade científica</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 17:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A iniciativa do Departamento de Geografia da Universidade do Minho e do GeoPlanUM &#8211; Associação de Estudantes de Geografia e Planeamento da Universidade do Minho, tem por objectivo promover uma aproximação aos potenciais empregadores e à comunidade em geral. O Departamento de Geografia da Universidade do Minho em parceria com a GeoPlanUM &#8211; Associação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A iniciativa do Departamento de Geografia da Universidade do Minho e do GeoPlanUM &#8211; Associação de Estudantes de Geografia e Planeamento da Universidade do Minho, tem por objectivo promover uma aproximação aos potenciais empregadores e à comunidade em geral. <span id="more-1253"></span>O Departamento de Geografia da Universidade do Minho em parceria com a GeoPlanUM &#8211; Associação de Estudantes de Geografia e Planeamento da Universidade do Minho, realiza no próximo dia 3 de Dezembro, a partir das 9h30, no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Vila Flor, em Guimarães, a I Mostra de Capacidade Científica da Licenciatura de Geografia e Planeamento.</p>
<p>É objectivo da organização divulgar, junto dos potenciais empregadores e da comunidade em geral, as competências científicas dos geógrafos face aos desafios do Século XXI, demonstrar a capacidade científico-operativa dos Licenciados em Geografia pela UM, promover a licenciatura, estimular o conhecimento científico e sensibilizar os públicos pré-graduados em torno das questões do saber geográfico, ordenamento e gestão do território, protecção e educação ambiental.</p>
<p>Do programa destacam-se as conferências &#8220;O Geógrafo e a Sociedade&#8221; pelo Professor Doutor  José Alberto Rio Fernandes, da Universidade do Porto, e &#8220;Encontro com a Ciência &#8211; Antárctida &#8211; Um outro mundo. A campanha de Janeiro e Fevereiro de 2007&#8243;, pelo Professor Doutor Mário Neves, da Universidade de Lisboa, que relata a experiência de dois geógrafos portugueses num projecto de investigação sedeado na Antárctida.</p>
<p>Está ainda prevista a apresentação de quatro painéis subordinados aos temas do Território e Sociedade, Património e Turismo, Ambiente e Ordenamento, o destaque de um caso de sucesso com um Licenciado em Geografia e Planeamento pela Universidade do Minho que actualmente se encontra inserido nos quadros técnicos da Agência Europeia de Ambiente, em Barcelona, bem como a divulgação de estudos de alunos finalistas. Para além dos estudantes e comunidade académica da Universidade do Minho, participam nesta mostra alunos de quatro turmas de Geografia do 11º e 12º anos dos concelhos de Braga e de Guimarães.</p>
<p>Fonte / Escrito por: Universidade do Minho</p>
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		<title>Universidade de Aveiro apresenta mota desenvolvida para o Lisboa-Dakar</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 14:31:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A mota com que o reputado piloto nacional Pedro Oliveira vai participar no Lisboa-Dakar foi desenvolvida pelo Departamento de Engenharia Mecânica da UA. A sua apresentação oficial está marcada para esta Sexta-feira, 2 de Novembro, às 16h30, no edifício da Reitoria da UA. 
Desenvolver um projecto tecnológico conducente à optimização estrutural e ao aumento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A mota com que o reputado piloto nacional Pedro Oliveira vai participar no Lisboa-Dakar foi desenvolvida pelo Departamento de Engenharia Mecânica da UA. A sua apresentação oficial está marcada para esta Sexta-feira, 2 de Novembro, às 16h30, no edifício da Reitoria da UA. <span id="more-1238"></span><br />
Desenvolver um projecto tecnológico conducente à optimização estrutural e ao aumento de performance, autonomia e fiabilidade de uma moto para participar na mais importante prova do todo-o-terreno, foi o desfio lançado à Universidade de Aveiro pelo próprio piloto e seu respectivo staff, no início deste ano.</p>
<p>Este projecto envolveu os investigadores José Grácio e Ricardo Beja, do Centro de Tecnologia Mecânica e Automação (TEMA), assim como vários alunos do curso de Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica da UA. Deste modo, foi possível aplicar alguns dos novos conceitos desenvolvidos pelo TEMA na optimização de estruturas, bem como testar tecnologias avançadas de produção, mas também foi dada, aos alunos do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Aveiro,  oportunidade para expressar, num projecto real, os seus conhecimentos, e contribuir, com as suas ideias, para melhoramentos significativos, sobretudo ao nível da autonomia e ergonomia.</p>
<p>O trabalho desenvolvido traduziu-se, inicialmente, na apresentação de um novo design da moto, com utilização de novos materiais, contemplando, simultaneamente, as questões do foro mecânico. A produção dos novos componentes foi realizada com recurso a técnicas avançadas de CAD/CAM/CAE. Os órgãos da moto foram submetidos a situações extremas de temperatura e carga, de modo a testar, respectivamente, os sistemas de arrefecimento e amortecimento desenvolvidos. A moto passou finalmente por uma fase de optimização, permitindo agora os testes em terreno.</p>
<p>Para a apresentação oficial da moto e explicação de todos os detalhes do próprio projecto estarão esta Sexta-feira, na Universidade de Aveiro, o piloto e o seu respectivo staff e a equipa envolvida no desenvolvimento do projecto.</p>
<p>Fonte / Escrito por: ua_online</p>
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		<title>Investigadores largam balões meteorológicos para estudar ozono em Vila Real</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Aug 2007 13:10:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Outras Áreas]]></category>

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		<description><![CDATA[Um grupo de investigadores vai largar até final de Agosto, em Vila Real, 17 balões meteorológicos fornecedores de informações sobre produção e transporte de ozono, para o estudo das elevadas concentrações deste poluente registadas frequentemente na serra do Alvão. 
O projecto teve início no ano passado, através de investigadores de cinco instituições de ensino superior, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de investigadores vai largar até final de Agosto, em Vila Real, 17 balões meteorológicos fornecedores de informações sobre produção e transporte de ozono, para o estudo das elevadas concentrações deste poluente registadas frequentemente na serra do Alvão. <span id="more-1188"></span><br />
O projecto teve início no ano passado, através de investigadores de cinco instituições de ensino superior, que decidiram estudar o motivo de a serra do Alvão (zona sem fábricas e com pouco trânsito) registar frequentemente níveis elevados de ozono.</p>
<p>A iniciativa, denominada &#8220;Poluição atmosférica fotoquímica no Nordeste Transmontano: origem, transporte e poluição&#8221;, junta três dezenas de investigadores e estudantes das universidades de Trás-os-Montes e Alto Douro (Vila Real), Aveiro, Nova (Lisboa), Fernando Pessoa (Porto) e Instituto Politécnico de Bragança.</p>
<p>A coordenadora do projecto, Margarida Correia Marques, disse hoje à agência Lusa que, no decorrer da última semana de Agosto, serão largados 17 balões meteorológicos, que vão subir a uma altura de 30 quilómetros, numa iniciativa que conta com o apoio da delegação regional do Instituto de Meteorologia de Vila Real.</p>
<p>Segundo a responsável, seis dos 17 balões estão dotados de sensores de ozono, para além de fazerem a mediação das várias variantes meteorológicas tais como a temperatura, velocidade e direcção do vento.</p>
<p>O objectivo é, de acordo com a investigadora, analisar &#8220;a modelação da produção e o transporte do ozono troposférico&#8221;.</p>
<p>Explicou que os balões meteorológicos, a ser lançados dois por dia — um durante o dia e outro à noite — estão equipados com sondas de ozono e rádios GPS para efectuarem o envio das informações.</p>
<p>&#8220;Acompanharemos o percurso dos balões até estes rebentarem à uma altura aproximada de 30 quilómetros&#8221;, disse.</p>
<p>Margarida Correia Marques referiu que os investigadores estão também a analisar a influência das brisas de montanha nas concentrações de ozono.</p>
<p>Estas medições vão complementar os dados já recolhidos pelos investigadores e permitirão chegar a conclusões que expliquem os elevados níveis de ozono nestas zonas rurais.</p>
<p>A especialista salientou que o projecto deverá estar concluído até ao final do ano, devendo as conclusões ser anunciadas nos próximos meses.</p>
<p>75 horas com concentrações altas</p>
<p>Na estação de monitorização de Lamas d&#8217;Olo, em plena serra do Alvão, Vila Real, foram registadas, até 8 de Agosto de 2005, 75 horas com valores de concentração de ozono superiores a 180 mg/m3, o correspondente ao limiar de informação ao público.</p>
<p>No mesmo período de 2006 foram verificadas 46 horas de ultrapassagens, enquanto que no decorrer deste ano ocorreram apenas 12 horas de ultrapassagens.</p>
<p>No ano passado as situações de ultrapassagem dos limiares de informação ao público começaram a 26 de Abril e terminaram a 9 de Setembro, enquanto que este ano essas situações tiveram início apenas em 12 de Julho.</p>
<p>Quando as concentrações de ozono ultrapassam os 240 mg/m3 as autoridades ambientais têm de lançar um alerta ao público.</p>
<p>Consequência das condições atmosféricas</p>
<p>Paulo Gomes, vice-presidente da CCDRN, referiu que a diminuição das concentrações de ozono são uma consequência das condições atmosféricas &#8220;mais favoráveis&#8221;, ou seja, menos picos de calor, que se verificaram no ano passado e ainda com mais intensidade no ano corrente.</p>
<p>Resulta ainda, segundo o responsável, da redução do número de incêndios florestais.</p>
<p>O centro de Coordenação Distrital de Operações de Socorro de Vila Real referiu que, entre 1 de Janeiro e 31 de Julho de 2006, foram registadas 611 ocorrências de incêndios que resultaram em 973 hectares de área ardida.</p>
<p>Em igual período deste ano os bombeiros contabilizaram 262 ocorrências com 202 hectares de área ardida, ou seja, aproximadamente três vezes menos incêndios e cinco vezes menos área ardida do que no ano anterior.</p>
<p>O ozono é um poderoso oxidante, que pode provocar dificuldades respiratórias e irritações nos olhos, nariz e garganta, particularmente em grupos sensíveis como idosos, crianças ou asmáticos.</p>
<p>É também apontado como um dos maiores responsáveis por perdas agrícolas e danos na vegetação.</p>
<p>Fonte / Escrito por: Agência Lusa</p>
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