<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>researchcafe &#187; Museus</title>
	<atom:link href="http://test.researchcafe.net/wp/category/museus/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://test.researchcafe.net/wp</link>
	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<lastBuildDate>Tue, 15 Apr 2008 07:42:07 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>LIRIO-UE inaugura exposição no Museu de Geologia da UTAD</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20071218/lirio-ue-inaugura-exposicao-no-museu-de-geologia-da-utad/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20071218/lirio-ue-inaugura-exposicao-no-museu-de-geologia-da-utad/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 09:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Museus]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://test.researchcafe.net/wp/20071218/lirio-ue-inaugura-exposicao-no-museu-de-geologia-da-utad/</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Evolução; resposta a um planeta em mudança&#8221; é o nome da exposição que foi inaugurada no passado dia 10 de Dezembro no Museu de Geologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Produzida pelo Centro Ciência Viva de Estremoz, a exposição é coordenada cientificamente pelo Laboratório de Investigação em Rochas Industriais e Ornamentais da UE [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Evolução; resposta a um planeta em mudança&#8221; é o nome da exposição que foi inaugurada no passado dia 10 de Dezembro no Museu de Geologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Produzida pelo Centro Ciência Viva de Estremoz, a exposição é coordenada cientificamente pelo Laboratório de Investigação em Rochas Industriais e Ornamentais da UE e concebida por Rui Dias e Isabel Leal Machado. <span id="more-1265"></span>A exposição estará patente na UTAD até ao final de Março de 2008, altura em que passará para a Escola Superior de Educação de Beja. Trata-se de uma das exposições temporárias produzidas no âmbito da política de divulgação científica em geral, e das Ciências da Terra em particular, que tem vindo a ser seguida pela equipa a trabalhar no Pólo de Estremoz da Universidade de Évora. Esta exposição esteve já patente em diversas localidades, tanto do continente, como dos Açores.</p>
<p>Entre Novembro de 2003 e Junho de 2004 integrou uma digressão por quatro ilhas do arquipélago dos Açores (S. Miguel, Terceira, Graciosa e S. Jorge) num projecto em colaboração com a Direcção Regional de Ciência e Tecnologia dos Açores.</p>
<p>De 27 de Maio de 2005 a 19 de Abril de 2007, esteve em exibição nas salas de exposições temporárias do Centro Ciência Viva de Estremoz e de 13 de Maio a 5 de Novembro de 2007 passou a estar em exibição no Centro Cultural de Vila Nova de Foz Côa, numa colaboração com a Câmara Municipal desta cidade.</p>
<p>Fonte: Universidade de Évora</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20071218/lirio-ue-inaugura-exposicao-no-museu-de-geologia-da-utad/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Centro Ciência Viva mostra como combater temperaturas extremas da região</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20070702/centro-ciencia-viva-mostra-como-combater-temperaturas-extremas-da-regiao/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20070702/centro-ciencia-viva-mostra-como-combater-temperaturas-extremas-da-regiao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Jul 2007 14:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://test.researchcafe.net/wp/20070702/centro-ciencia-viva-mostra-como-combater-temperaturas-extremas-da-regiao/</guid>
		<description><![CDATA[Um novo Centro de Ciência Viva mostra, a partir de sábado em Bragança, como na combinação entre novas tecnologias e ambiente pode estar a solução para combater o frio dos gélidos Invernos e o calor dos tórridos verões transmontanos. As preocupações ambientais são a temática deste novo espaço concebido a pensar nas características da região [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo Centro de Ciência Viva mostra, a partir de sábado em Bragança, como na combinação entre novas tecnologias e ambiente pode estar a solução para combater o frio dos gélidos Invernos e o calor dos tórridos verões transmontanos.<span id="more-1158"></span> As preocupações ambientais são a temática deste novo espaço concebido a pensar nas características da região de Bragança, com um dos climas mais extremos de Portugal.</p>
<p>O centro de Ciência Viva de Bragança custou 3, 5 milhões de euros, é o 14º de uma rede nacional e será inaugurado sábado pelo ministro da Ciência e da Tecnologia, Mariano Gago.</p>
<p>É constituído por dois edifícios, um antigo moinho recuperado para Casa da Seda e um novo criado a partir de uma antiga central hidroeléctrica, onde funcionará o centro de monitorização e interpretação ambiental.</p>
<p>O Centro está inserido no espaço Polis, junto ao rio Fervença, e o ambiente é o ponto de partida para as diferentes experiências interactivas.</p>
<p>As curiosidades começam na arquitectura, apresentada como inovadora, já que o edifício principal foi pensado para atingir &#8220;uma interacção óptima entre a arquitectura e as condições climáticas envolventes&#8221;, segundo o gabinete de imprensa da Câmara de Bragança, parceira no projecto.</p>
<p>Enquanto a generalidade da população local necessita de recorrer a aquecimento ou ar condicionado para combater o frio e o calor, neste edifício a climatização é feita a partir de sistemas que aproveitam as condições naturais.</p>
<p>Para aquecer o edifício, sempre que o sol incide sobre a fachada, é feita a captação directa de energia solar térmica e recirculação do ar interior do edifício de uma forma natural, colocando-o em contacto com uma superfície de aço.</p>
<p>O arrefecimento processa-se também a partir da ventilação natural, com a circulação do ar através de aberturas junto ao pavimento, durante a noite.</p>
<p>O espaço dispõe ainda de uma terceira alternativa para as duas soluções (aquecimento e arrefecimento), através de pavimento radiante.</p>
<p>&#8220;Um exemplo vivo de uma gestão inteligente dos recurso energéticos&#8221; é o resumo do projecto que mostra aos visitantes como tirar partido das energias renováveis, como contrariar o aquecimento global ou se a pegada ecológica de Portugal está dentro dos limites da capacidade do planeta.</p>
<p>Na Casa da Seda é mostrado todo o ciclo desta indústria e das janelas do edifício avistam-se borboletas durante todo o ano, graças a mais uma curiosidade das novas tecnologias.</p>
<p>Fonte / escrito por: © 2007 LUSA &#8211; Agência de Notícias de Portugal, S.A.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20070702/centro-ciencia-viva-mostra-como-combater-temperaturas-extremas-da-regiao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Museu do Quartzo de Viseu em fase final de construção</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20070621/museu-do-quartzo-de-viseu-em-fase-final-de-construcao/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20070621/museu-do-quartzo-de-viseu-em-fase-final-de-construcao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Jun 2007 09:58:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://test.researchcafe.net/wp/20070621/museu-do-quartzo-de-viseu-em-fase-final-de-construcao/</guid>
		<description><![CDATA[A construção do edifício do Museu do Quartzo em Viseu, o único no mundo dedicado a este mineral, está praticamente concluída, anunciou hoje o presidente da autarquia, Fernando Ruas. 
Orçado em milhão de euros, o Museu do Quartzo está a ser construído desde Setembro de 2006 no Monte de Santa Luzia, local onde durante décadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A construção do edifício do Museu do Quartzo em Viseu, o único no mundo dedicado a este mineral, está praticamente concluída, anunciou hoje o presidente da autarquia, Fernando Ruas. <span id="more-1152"></span><br />
Orçado em milhão de euros, o Museu do Quartzo está a ser construído desde Setembro de 2006 no Monte de Santa Luzia, local onde durante décadas existiu uma exploração daquele mineral, ao qual a câmara de Viseu pretende dar vida.</p>
<p>Em finais de Janeiro, o coordenador científico do museu, o geólogo Galopim de Carvalho, tinha referido que este estaria pronto a 1 de Junho.</p>
<p>Apesar de tal não se ter concretizado, Fernando Ruas garantiu hoje aos jornalistas que o museu &#8220;está mesmo na fase final em termos da estrutura física&#8221;.</p>
<p>&#8220;O que nos preocupa mais agora são os conteúdos. Fizemos as gavetas, agora o trabalho mais complicado é enchê-las com os conteúdos&#8221;, frisou o autarca social-democrata.</p>
<p>Segundo Fernando Ruas, já há uma equipa a fazer esse trabalho. &#8220;Da nossa parte temos tudo mais ou menos preparado para o pôr a funcionar. Está mesmo na fase final, agora vamos, com a Ciência Viva, escolher os conteúdos para o encher&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Galopim de Carvalho tem-se referido ao Museu do Quartzo de Viseu como sendo &#8220;único à escala mundial&#8221;, já que &#8220;não há em qualquer cidade do mundo um único museu dedicado a uma espécie de mineral&#8221;.</p>
<p>Segundo o geólogo, num primeiro momento o museu será &#8220;muito virado para o público em geral e escolas, de interesse vocacionado para a pedagogia e cultura&#8221;.</p>
<p>No entanto, o futuro poderá passar também por &#8220;encontrar parcerias com as universidades do país e constituir ali o centro da comunhão da investigação científica do quartzo ao nível nacional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se houver apoios e grandes patrocínios de instituições industriais interessadas no quartzo [numa terceira fase] poderemos vir a ter aqui a sede de um centro internacional de investigação do quartzo, onde a comunidade científica internacional possa vir sempre que entender para fazer as suas reuniões&#8221;, disse.</p>
<p>Fonte / escrito por: Lusa</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20070621/museu-do-quartzo-de-viseu-em-fase-final-de-construcao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Universidade do Porto vai criar museu sobre a instituição</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20070126/universidade-do-porto-vai-criar-museu-sobre-a-instituicao/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20070126/universidade-do-porto-vai-criar-museu-sobre-a-instituicao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2007 17:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://test.researchcafe.net/wp/20070126/universidade-do-porto-vai-criar-museu-sobre-a-instituicao/</guid>
		<description><![CDATA[A Universidade do Porto vai inaugurar no sábado, no edifício da Reitoria, na praça Gomes Teixeira, uma exposição que pretende ser &#8220;um dos mais sérios prenúncios&#8221; da criação do museu da instituição. &#8220;A recente transferência dos serviços centrais da universidade para o edifício histórico da Praça Gomes Teixeira veio tornar mais próxima a concretização do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade do Porto vai inaugurar no sábado, no edifício da Reitoria, na praça Gomes Teixeira, uma exposição que pretende ser &#8220;um dos mais sérios prenúncios&#8221; da criação do museu da instituição. <span id="more-1067"></span>&#8220;A recente transferência dos serviços centrais da universidade para o edifício histórico da Praça Gomes Teixeira veio tornar mais próxima a concretização do projecto de constituição de um Museu da Universidade do Porto&#8221;, refere a instituição, em comunicado. O objectivo é agrupar naquele edifício os diversos núcleos museológicos das faculdades e centros de investigação da Universidade do Porto.</p>
<p>A exposição &#8220;Depósito: anotações sobre a densidade e conhecimento&#8221;, que estará patente desde sábado e até 30 de Junho, é constituída por mais de 570 peças, desde múmias egípcias, fósseis, instrumentos de pedra lascada e armas de bronze, até máquinas a vapor, esqueletos de primatas e um crocodilo embalsamado.</p>
<p>A mostra tem como comissário Paulo Cunha e Silva, docente da universidade que já foi director do Instituto das Artes e programador do Porto 2001-Capital Europeia da Cultura para as áreas de Pensamento, Ciência, Literatura e Projectos Transversais.</p>
<p>A maior parte das peças vai estar exposta numa &#8220;monumental estante&#8221; de sete metros de altura, colocada no átrio traseiro do edifício, virado para o Jardim da Cordoaria.</p>
<p>Na entrada principal vão estar expostas as peças mais volumosas, como esqueletos de um gorila e de um homem, um crocodilo embalsamado, uma tela de Ângelo de Sousa e maquetas de arquitectura e de engenharia de pontes.</p>
<p>Paulo Cunha e Silva seleccionou também para a exposição as últimas teses de doutoramento defendidas na universidade, instrumentos de electrotecnia, esculturas, pinturas, vídeos, colecções de insectos e invertebrados, peças anatómicas humanas e instrumentos cirúrgicos históricos.</p>
<p>Para ultrapassar o paradoxo do &#8220;lugar de repetição&#8221; (museu) no &#8220;lugar de inovação&#8221; (universidade), vão estar patentes também peças de artes visuais e performance encomendadas a 14 artistas contemporâneos.</p>
<p>Fonte / Escrito por: LUSA</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20070126/universidade-do-porto-vai-criar-museu-sobre-a-instituicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Museus ligados à ciência apostam em prendas mágicas</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20061209/museus-ligados-a-ciencia-apostam-em-prendas-magicas/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20061209/museus-ligados-a-ciencia-apostam-em-prendas-magicas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 09 Dec 2006 21:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://test.researchcafe.net/wp/20061209/museus-ligados-a-ciencia-apostam-em-prendas-magicas/</guid>
		<description><![CDATA[Uma árvore mágica que cresce em 12 horas ou um chapéu-de-chuva que permite identificar as constelações são presentes que dão um toque de ciência a este Natal e que podem ser encontrados em lojas de museus.  O Museu da Ciência e o Pavilhão do Conhecimento, ambos na cidade de Lis boa, apresentam um conjunto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma árvore mágica que cresce em 12 horas ou um chapéu-de-chuva que permite identificar as constelações são presentes que dão um toque de ciência a este Natal e que podem ser encontrados em lojas de museus. <span id="more-1031"></span> O Museu da Ciência e o Pavilhão do Conhecimento, ambos na cidade de Lis boa, apresentam um conjunto de ideias para presentes que pretendem despertar a c uriosidade de miúdos e graúdos para uma área que parece interessar pouco aos por tugueses.</p>
<p>Investigações recentes referem que dois em cada três portugueses se sen tem completamente desligados da ciência, reconhecem que os seus conhecimentos sã o baixos, mas não pretendem melhorá-los nem diversificá-los.</p>
<p>Os dois museus tentam diariamente contrariar este cenário, procurando e stimular o conhecimento científico e difundir a cultura científica e tecnológica entre os cidadãos.</p>
<p>Os produtos que vendem nas suas lojas são uma continuação desse project o.</p>
<p>O Pavilhão do Conhecimento, por exemplo, escolheu para produto do mês u ma árvore mágica que cresce em 12 horas e custa 8,5 euros: Basta abrir a embalag em, decorar a árvore com a fita natalícia e adicionar-lhe água.</p>
<p>Como proposta de presente de Natal é ainda sugerido um foguete que atin ge uma altitude superior a 76 metros ou um cristal capaz de transformar um feixe de luz branca num colorido arco-íris.</p>
<p>No Museu da Ciência, a grande maioria dos artigos está relacionada com a observação dos astros, com preços que variam entre os 30 cêntimos e os 400 eur os.</p>
<p>Telescópios, binóculos, estrelas florescentes ou &#8220;bússolas mágicas&#8221; s ão alguns exemplos dos artigos do museu, mas o de maior sucesso ano após ano tem sido o Chapéu-de-Chuva de Estrelas que, segundo a responsável pela loja, ajuda a identificar as constelações.</p>
<p>Agência LUSA</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20061209/museus-ligados-a-ciencia-apostam-em-prendas-magicas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Viseu: Museu Quartzo já aprovado pelo poder central</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20060825/viseu-museu-quartzo-ja-aprovado-pelo-poder-central/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20060825/viseu-museu-quartzo-ja-aprovado-pelo-poder-central/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[O presidente da câmara municipal de Viseu esclareceu hoje que a construção do Museu do Quartzo já foi aprovada a nível do poder central, apesar de ainda não ter sido comunicada à autarquia a respectiva homologação.

Fernando Ruas (PSD) afirmou quinta-feira que a construção do museu no Monte de Santa Luzia, em Viseu, vai ser entregue [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da câmara municipal de Viseu esclareceu hoje que a construção do Museu do Quartzo já foi aprovada a nível do poder central, apesar de ainda não ter sido comunicada à autarquia a respectiva homologação.<br />
<span id="more-893"></span></p>
<p>Fernando Ruas (PSD) afirmou quinta-feira que a construção do museu no Monte de Santa Luzia, em Viseu, vai ser entregue ao empreiteiro no dia 04 de Setembro, &#8220;mesmo que a homologação por parte do Ministério não chegue&#8221; entretanto.</p>
<p>&#8220;Temos tudo aprovado e, como o chefe do gabinete do Ministério diz que a homologação é apenas um acto processual, vamos avançar&#8221;, acrescentou Fernando Ruas.</p>
<p>O autarca disse que a entrega da obra ao empreiteiro já foi adiada &#8220;por uma ou duas vezes, por uma questão de segurança&#8221;, uma vez que o município de Viseu preferia avançar com a construção depois da homologação pelo Ministério, acto que formaliza a aprovação.</p>
<p>A construção do Museu está prevista no Programa Operacional &#8220;Ciência, Tecnologia, Inovação&#8221;, dependente do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), disse Fernando Ruas à agência Lusa.</p>
<p>Com a construção do Museu do Quartzo, a autarquia espera dar vida ao Monte de Santa Luzia, onde durante décadas existiu uma exploração daquele mineral, evidenciando as várias utilidades do quartzo, nomeadamente nos relógios e aparelhos de precisão.</p>
<p>No dia 04 de Setembro, a obra será entregue ao empreiteiro &#8211; cuja identidade não foi ainda revelada &#8211; e que terá um mês para iniciar os trabalhos.</p>
<p>A obra, com um investimento de um milhão de euros, é financiada na totalidade pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e contempla a construção do equipamento, recheio e documentação.</p>
<p>O projecto inclui ainda alguns pormenores complementares, nomeadamente os arranjos exteriores, no sentido de aproveitar a lâmina de água existente.</p>
<p>Devido à exploração mineira, o Monte de Santa Luzia tem uma grande cratera, que foi abandonada sem qualquer investimento na sua recuperação ambiental.</p>
<p>Depois de tentativas para esbater o impacto visual provocado pela exploração, a Câmara de Viseu questionou Galopim de Carvalho, enquanto especialista e director do Museu Nacional de História Natural (MNHN), sobre o interesse geológico e museológico da massa de quartzos exposta.</p>
<p>Neste âmbito, em Outubro de 1997 a autarquia e o MNHN celebraram um protocolo no qual era realçada a importância do Geomonumento de Santa Luzia e da criação do Museu do Quartzo, integrados na rede de Exomuseus da Natureza.</p>
<p>No ano passado, Galopim Carvalho frisou aos jornalistas que &#8220;não há nada do mundo parecido&#8221; com o que será o futuro Museu do Quartzo, realçando a versatilidade deste mineral.</p>
<p>O especialista explicou que, além da sua utilização nos relógios, tem outras aplicações industriais, nomeadamente &#8220;a química médica, a indústria farmacêutica, alimentar, das borrachas e do papel&#8221;.</p>
<p>Em aberto continua a possibilidade de uma entidade canadiana ligada aos quartzos apoiar o projecto de Viseu, mas só numa fase posterior, &#8220;numa altura em que o Museu estiver a funcionar&#8221;.</p>
<p>&#8220;Galopim Carvalho é o autor moral do projecto e espero continuar a contar com ele&#8221;, afirmou hoje Fernando Ruas.</p>
<p>FONTE: Agência Lusa (Notícia SIR-8282898)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20060825/viseu-museu-quartzo-ja-aprovado-pelo-poder-central/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estremoz tem único museu interactivo de geologia na Península Ibérica</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20060710/estremoz-tem-unico-museu-interactivo-de-geologia-na-peninsula-iberica/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20060710/estremoz-tem-unico-museu-interactivo-de-geologia-na-peninsula-iberica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[Estremoz, no &#8220;coração&#8221; dos mármores alentejanos, possui o único museu interactivo da Península Ibérica totalmente dedicado à geologia, instalado num Centro Ciência Viva onde os visitantes podem descobrir como funciona o planeta Terra.

O espaço museológico interactivo proporciona a possibilidade de assistir a uma erupção num vulcão de quatro metros de altura, de conduzir uma bicicleta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estremoz, no &#8220;coração&#8221; dos mármores alentejanos, possui o único museu interactivo da Península Ibérica totalmente dedicado à geologia, instalado num Centro Ciência Viva onde os visitantes podem descobrir como funciona o planeta Terra.<br />
<span id="more-866"></span></p>
<p>O espaço museológico interactivo proporciona a possibilidade de assistir a uma erupção num vulcão de quatro metros de altura, de conduzir uma bicicleta solar e apreciar um &#8220;Tyrannosaurus rex&#8221;, a única réplica de um esqueleto de um dinossauro de grandes dimensões que existe em Portugal. Dedicado ao tema &#8220;Terra &#8211; Um planeta dinâmico&#8221;, o Centro Ciência Viva de Estremoz tem dois pisos e cerca de 70 módulos científicos (40 interactivos e 30 expositivos), que permitem ao visitante compreender a complexa relação entre os processos geológicos activos no Planeta.</p>
<p>A visita permite descobrir como funciona o local onde todos habitam &#8211; a Terra &#8211; um &#8220;planeta maravilhoso&#8221; onde todos os fenómenos estão interligados. &#8220;Aqueles que esperam ir ao encontro de um Planeta formado por coisas inanimadas &#8211; as pedras &#8211; vão ter uma surpresa&#8221;, advertem os responsáveis. &#8220;Um sistema vivo&#8230;mas lento, um sistema complexo&#8230; mas ao mesmo tempo maravilhosamente simples&#8221; é o que vão encontrar e que lhes permite &#8220;desvendar alguns dos segredos que só recentemente começamos a perceber&#8221;.</p>
<p>Um Centro Ciência Viva é &#8220;um local onde é possível interagir com o que está exposto&#8221;. Tocar, experimentar, brincar e descobrir, tornam-se uma necessidade ao longo da visita. &#8220;A Terra no Universo (Conhecer o nosso Planeta)&#8221;, &#8220;Energias Externas (O Sol não serve só para bronzear)&#8221;, &#8220;Energias Internas (O coração da Terra)&#8221; e os &#8220;Mármores do Alentejo&#8221; constituem os quatro núcleos do centro.</p>
<p>Nem todos os fenómenos geológicos conseguem ser explicados pela acção do Sol, como energia externa, sismos e vulcões são apenas algumas manifestações da energia interna do Planeta que o visitante do Centro Ciência Viva de Estremoz pode ficar a conhecer melhor. A visita serve ainda para dar a conhecer porque motivo existem mármores no Alentejo, como se formaram estas rochas, como se podem explorar e para que servem.</p>
<p>O Centro Ciência Viva convida &#8220;a ir viver esta trepidante aventura da Máquina do Tempo, mergulhar nos Oceanos de antigamente, descer às profundezas das Cadeias de Montanha de então e&#8230; finalmente, descansar nas planícies alentejanas actuais&#8221;. &#8220;Este é considerado o único museu interactivo totalmente ligado à geologia na Península Ibérica, instalado numa zona onde o mármore tem muita importância, que inclui peças com milhares de milhões de anos&#8221;, explicou à agência Lusa Rui Dias, professor da Universidade de Évora e coordenador do Centro Ciência Viva.</p>
<p>Rui Dias adiantou que o museu, inaugurado a 27 de Maio de 2005, recebeu no primeiro ano de funcionamento cerca de cinco mil visitantes, a maioria dos quais estudantes provenientes de estabelecimentos de ensino de todo o país. &#8220;A afluência de visitantes tem sido muito grande e tem correspondido às nossas expectativas&#8221;, saudou.</p>
<p>O responsável indicou que todas as visitas das escolas são organizadas em grupos de 10 a 15 alunos e guiadas por um dos cinco monitores do centro, todos com licenciatura em geologia. Além das exposições permanente e temporária, segundo Rui Dias, os estudantes visitam ainda uma pedreira de mármore em Estremoz e podem participar numa conferência ou numa actividade laboratorial. &#8220;Temos tido boa receptividade por parte das escolas e dos professores&#8221;, adiantou, explicando ainda que para as escolas do 1/0 ciclo do ensino básico há um programa próprio.</p>
<p>O Centro Ciência Viva de Estremoz foi o 11º a abrir no país. Estes espaços fazem parte da oferta de turismo cultural de Portugal, onde há dez anos não havia quase nenhuma oferta de moderna museologia científica.</p>
<p>A exposição temporária &#8220;Evolução: resposta a um planeta em mudança&#8221;, um espaço de acesso à Internet e uma loja, completam a oferta deste espaço de divulgação científica. A mostra temporária dá resposta a um planeta em mudança, demonstrando que o aparecimento e a evolução da vida na Terra são, só por si, uma prova de dinamismo do Planeta.</p>
<p>Segundo os responsáveis do museu, os registos que permitem contar a história da evolução dos seres vivos mostram também que a vida é a resposta à evolução da própria Terra, que é um planeta dinâmico e, tal como todo o Universo, teve um nascimento, um período de crescimento e maturação e terá inevitavelmente &#8220;uma morte&#8221;.</p>
<p>A criação deste centro foi iniciada há cerca de uma década e obrigou à recuperação de um edifício do século XVI, onde funciona também o pólo de Estremoz da Universidade de Évora. O Centro Ciência Viva de Estremoz resultou de uma iniciativa conjunta da Ciência Viva, da Universidade de Évora e da Câmara Municipal de Estremoz, com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo e Direcção Regional de Educação do Alentejo. A rede de centros Ciência Viva em Portugal foi uma iniciativa de Mariano Gago como ministro da Ciência e Tecnologia durante o governo de António Guterres.</p>
<p>FONTE: Agência Lusa (Notícia SIR-8150175)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20060710/estremoz-tem-unico-museu-interactivo-de-geologia-na-peninsula-iberica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dinossauros da Lourinhã em exposição no Japão</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20060627/dinossauros-da-lourinha-em-exposicao-no-japao/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20060627/dinossauros-da-lourinha-em-exposicao-no-japao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[Durante este Verão, de 15 de Julho a 10 de Setembro, os dinossauros do Museu da Lourinhã estarão expostos em Makuhari Messe, perto de Tóquio, foi hoje revelado.

Segundo o Museu da Lourinhã, a exposição “conta com mais de cem espécimes de todo o mundo”.
Entre as réplicas e originais de fósseis de dinossauros de Portugal, alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante este Verão, de 15 de Julho a 10 de Setembro, os dinossauros do Museu da Lourinhã estarão expostos em Makuhari Messe, perto de Tóquio, foi hoje revelado.<br />
<span id="more-848"></span><br />
Segundo o Museu da Lourinhã, a exposição “conta com mais de cem espécimes de todo o mundo”.</p>
<p>Entre as réplicas e originais de fósseis de dinossauros de Portugal, alguns deles apresentados ao público pela primeira vez, estarão expostas réplicas do esqueleto completo do dinossauro carnívoro português Lourinhanosaurus, com 4,5 metros de comprimento, e do herbívoro Dacentrurus, de sete metros.</p>
<p>Estarão ainda em exposição uma vértebra de Dinheirosaurus lourinhanensis, um membro anterior de Camarasaurus com quatro metros de altura e os fósseis originais de plantas e mamíferos do Jurássico superior da Lourinhã, com 150 milhões de anos.</p>
<p>Esta exposição de dinossauros faz parte da estratégia de abertura e internacionalização do Museu da Lourinhã.</p>
<p>No final da exposição, os fósseis regressam a Portugal.</p>
<p>FONTE: Público</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20060627/dinossauros-da-lourinha-em-exposicao-no-japao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Primeira enzima produzida em laboratório no Museu da Farmácia</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20060517/primeira-enzima-produzida-em-laboratorio-no-museu-da-farmacia/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20060517/primeira-enzima-produzida-em-laboratorio-no-museu-da-farmacia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[A primeira enzima produzida por biotecnologia é a nova &#8220;estrela&#8221; do Museu da Farmácia, em Lisboa, ocupando lugar de destaque ao lado da penicilina, outra das grandes descobertas que marcam os cinco mil anos da história da saúde.

Já a partir de 01 de Junho, no âmbito das comemorações do décimo aniversário da instituição, esta enzima [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira enzima produzida por biotecnologia é a nova &#8220;estrela&#8221; do Museu da Farmácia, em Lisboa, ocupando lugar de destaque ao lado da penicilina, outra das grandes descobertas que marcam os cinco mil anos da história da saúde.<br />
<span id="more-796"></span><br />
Já a partir de 01 de Junho, no âmbito das comemorações do décimo aniversário da instituição, esta enzima produzida há dez anos para curar a doença de Gauc her vai figurar entre o espólio do museu, na forma de um pó branco liofilizado, dentro de um frasco.</p>
<p>De acordo com o director do Museu da Farmácia, João Neto, este espaço &#8220;mos tra e reflecte cinco mil anos de saúde sempre com peças originais&#8221;, oriundas de civilizações e culturas distantes no tempo e no espaço, como a Mesopotâmia, o Eg ipto, a Grécia, Roma, os Incas, os Astecas, o Islão, o Tibete, a China e o Japão .</p>
<p>Há depois um espaço consagrado à farmácia europeia desde a Idade Média até 1929, com o isolamento da penicilina pelo cientista inglês Fleming.</p>
<p>A penicilina é precisamente a última &#8220;peça&#8221; da exposição &#8220;farmácia no mund o&#8221;, ao lado da qual vai passar agora a ter lugar de destaque a enzima produzida e oferecida ao museu pela empresa de biotecnologia Genzyme.</p>
<p>Para João Neto, esta enzima representa &#8220;mais um pequeno passo da humanidad e na grande inovação dos medicamentos&#8221; e inaugura, simultaneamente, a &#8220;zona do século XXI&#8221; com uma área focada na biotecnologia, tecnologia do futuro em termos de investigação científica para a saúde.</p>
<p>&#8220;O Museu da Farmácia não olha só para o passado, tem a função de preservar o presente e perspectivar o futuro&#8221;, afirmou.</p>
<p>Neste caso trata-se de &#8220;uma nova enzima, um novo medicamento que se tornou um marco&#8221;, na medida em que &#8220;tem sido a salvação de muitas pessoas&#8221; que sofrem de uma doença sem cura.</p>
<p>Este evento insere-se no âmbito das comemorações do aniversário não só do museu, mas também da Genzyme, que faz 25 anos.</p>
<p>O Museu da Farmácia e a Genzyme associaram-se para comemorar os aniversários, tendo organizado em parceria este evento que conta também com uma conferênci a subordinada ao tema &#8220;Biotecnologia: Investimento, Ciência e Saúde&#8221;, que decorre no mesmo dia nas instalações do museu.</p>
<p>FONTE: Agência Lusa (Notícia SIR-7994704)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20060517/primeira-enzima-produzida-em-laboratorio-no-museu-da-farmacia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Senado da Universidade aprova criação Fundação Museu Ciência</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20060503/senado-da-universidade-aprova-criacao-fundacao-museu-ciencia/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20060503/senado-da-universidade-aprova-criacao-fundacao-museu-ciencia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[O Senado da Universidade de Coimbra aprovou hoje a criação da Fundação Museu da Ciência, que irá gerir o futuro Museu da Ciência, cuja conclusão da primeira fase está prevista para o final do ano.

&#8220;Estamos a trabalhar para criar um grande museu nacional, cujo espólio é considerado um dos mais importantes e valiosos do mundo&#8221;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado da Universidade de Coimbra aprovou hoje a criação da Fundação Museu da Ciência, que irá gerir o futuro Museu da Ciência, cuja conclusão da primeira fase está prevista para o final do ano.<br />
<span id="more-791"></span><br />
&#8220;Estamos a trabalhar para criar um grande museu nacional, cujo espólio é considerado um dos mais importantes e valiosos do mundo&#8221;, disse o reitor da Universidade, Seabra Santos, em declarações à agência Lusa.</p>
<p>Segundo Seabra Santos, o Museu da Ciência pretende valorizar o património museológico da Universidade, que possui riquíssimas peças, sobretudo nas áreas da física, astronomia e antropologia.</p>
<p>A primeira fase deste projecto deverá estar concluída até ao final de 2006 com a abertura do &#8220;Laboratório Chímico&#8221;, actualmente em obras de reconversão.</p>
<p>De acordo com o reitor, o tema da primeira exposição permanente será &#8220;Luz e Matéria&#8221;.</p>
<p>As obras desta primeira fase, orçadas em 3,5 milhões de euros, estão a ser suportadas em partes iguais pela Universidade de Coimbra e o Ministério da Cultura.</p>
<p>Seabra Santos disse ainda que a segunda fase do projecto será iniciada no próximo ano, adiantando que a Universidade está a tentar obter financiamento junto do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.</p>
<p>A reunião de hoje do senado serviu também para aprovar o regulamento que permite às pessoas com mais de 23 anos, que não cumpram os requisitos do ensino normal, a possibilidade de ingressar no ensino superior.</p>
<p>&#8220;É uma nova forma da Universidade atrair novos públicos, recuperar o interesse dos adultos e valorizar uma prática profissional&#8221;, sublinhou o reitor Seabra Santos.</p>
<p>O novo regulamento, que dá cumprimento a um decreto- lei publicado em Março, vem substituir os antigos exames had- hoc, possibilitando aos maiores de 23 anos a entrada na Universidade através da prestação de provas e avaliação do currículo e percurso profissional.</p>
<p>FONTE: Agência Lusa (Notícia SIR-7958022)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20060503/senado-da-universidade-aprova-criacao-fundacao-museu-ciencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
