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	<title>researchcafe &#187; Investigação</title>
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		<title>Revista Science publica trabalho de investigador da Universidade de Évora</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 08:17:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investigação]]></category>

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		<description><![CDATA[José Rafael Marques da Silva, investigador do Instituto das Ciências Agrárias Mediterrâneas e docente do Departamento de Engenharia Rural da Universidade de Évora é co-autor de um artigo recentemente publicado pela revista Science.&#8220;The Impact of Agricultural Soil Erosion on the Global Carbon Cycle&#8221; é o nome do estudo publicado na prestigiada revista, que comprova que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>José Rafael Marques da Silva, investigador do Instituto das Ciências Agrárias Mediterrâneas e docente do Departamento de Engenharia Rural da Universidade de Évora é co-autor de um artigo recentemente publicado pela revista Science.<span id="more-1275"></span>&#8220;The Impact of Agricultural Soil Erosion on the Global Carbon Cycle&#8221; é o nome do estudo publicado na prestigiada revista, que comprova que a erosão do solo provocada pela actividade agrícola não é uma fonte de carbono para a atmosfera, não contribuindo para o efeito de estufa.</p>
<p>Este estudo foi levado a cabo por um equipa de investigação internacional da qual faz parte José Rafael Marques da Silva. Os investigadores desenvolveram um novo método para estabelecer o efeito líquido da erosão de solo sobre as trocas de carbono entre a terra e a atmosfera, tendo constatado que, em paisagens sujeitas a erosão de solo, a erosão actua como um sistema que decapita, transporta superficialmente e por fim deposita (enterra) o solo nas zonas de cota inferior.</p>
<p>Durante este processo de transporte, para além do solo, é também transportado o carbono nele existente, sendo por isso também enterrado nessas mesmas zonas. Este &#8220;enterro&#8221; de carbono conduz a uma diminuição do mesmo na atmosfera. A equipa de investigadores calcula que esta extracção de carbono da atmosfera representa anualmente o equivalente a 1,5% das emissões de combustíveis fósseis.</p>
<p>Esta descoberta contraria os anteriores cálculos que indicavam a erosão como uma fonte adicional de carbono para a atmosfera, fonte essa equivalente a uma emissão liquida anual de 13% das emissões de combustíveis fósseis. A descoberta também contraria a noção de que a erosão acrescenta um diferencial de mais de 10% às emissões de combustíveis fósseis.</p>
<p>Existe actualmente um debate que tenta estabelecer a ligação entre a erosão provocada pela actividade agrícola e o ciclo de carbono. Por um lado, defende-se que a erosão causa níveis elevados de emissões de carbono para a atmosfera, por outro lado tais emissões acrescentavam mais de 10% às emissões de combustíveis fósseis. Esta pesquisa demonstrou claramente que nenhum dos pressupostos anteriores se verificava.</p>
<p>Esta nova visão sobre o efeito da erosão no ciclo do carbono é essencial para a gestão correcta da actividade agrícola. Se as avaliações prévias de que a erosão causava um nível alto de emissões de carbono para a atmosfera estivessem correctas, então o controlo da erosão poderia ter sido usado para compensar as emissões de combustíveis fósseis.</p>
<p>Se a avaliação de que a erosão causasse um nível de sequestro de carbono atmosférico muito grande estivesse correcta, então os benefícios ambientais do controlo de erosão teriam que ser estabelecidos contra a perda do sequestro de carbono atmosférico. Os resultados demonstram que o controlo da erosão deve ser procurado pelos seus benefícios ambientais e agronómicos e que não deveria ser utilizado para compensar emissões de combustíveis fósseis para a atmosfera.</p>
<p>Os investigadores utilizaram o césio-137, um resíduo no solo, proveniente de testes nucleares efectuados no 3º quarto do século passado. Este resíduo permitiu quantificar o transporte de solo associado às actividades agrícolas, podendo assim prever a erosão nas zonas onde existiu maioritariamente erosão e deposição nas zonas onde existiu maioritariamente deposição.</p>
<p>Comparando estas estimativas com a quantidade de carbono medido em 1400 perfis de solo, pôde-se identificar quais os perfis que promoveram o sequestro de carbono e quais os perfis que promoveram a emissão do mesmo. Foi possível também estabelecer a fracção de carbono que foi substituído nos locais de erosão, o que permitiu calcular o efeito da erosão no ciclo global do carbono.</p>
<p>Fonte / Escrito por: Universidade de Évora</p>
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		<title>Exploração portuguesa na Antárctida limitada por falta de assinatura de tratado internacional</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 12:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investigação]]></category>

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		<description><![CDATA[O desenvolvimento de projectos de investigação portugueses na Antárctida está limitado por o Governo ainda não ter ratificado o tratado que permite a exploração científica deste continente, afirmam cientistas que coordenam o Ano Polar Internacional em Portugal. Vários países estão a virar-se para a exploração da Antárctida com interesses variados, nomeadamente no conhecimento das suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O desenvolvimento de projectos de investigação portugueses na Antárctida está limitado por o Governo ainda não ter ratificado o tratado que permite a exploração científica deste continente, afirmam cientistas que coordenam o Ano Polar Internacional em Portugal. <span id="more-1266"></span>Vários países estão a virar-se para a exploração da Antárctida com interesses variados, nomeadamente no conhecimento das suas estruturas geológicas, a sua passagem por vários períodos climáticos e as alterações que sofreram ao longo dos tempos.</p>
<p>&#8220;Sobretudo a ciência ambiental recebe aí um impacto novo, que é saber como funcionou o sistema climático no passado, porque os registos que estão nos sedimentos da Antárctida não estão perturbados e podem contribuir para o conhecimento da evolução de toda a estrutura climática planetária&#8221;, considera Mendes Vítor.</p>
<p>&#8220;Sabemos hoje que o clima é muito influenciado pelo que vem dos pólos, especialmente a passagem das correntes polares do Sul que vão até às latitudes do Norte influenciando todo o movimento oceanográfico e consequentemente o atmosférico&#8221;, realça.</p>
<p>O Ano Polar Internacional é um programa científico que visa a promoção e divulgação do conhecimento sobre as regiões polares permitido pelas novas capacidades tecnológicas, no qual Portugal participa pela primeira vez.</p>
<p>No âmbito da iniciativa estão a ser apoiados cinco projectos de investigação realizados por portugueses e estão ainda previstas bolsas de investigação e a criação de um portal polar a permitir acesso a uma base de dados que possibilitará aceder a informação sobre os pólos.Fonte / Escrito por: Agência Lusa</p>
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		<title>Harvard Medical School define áreas potenciais para a colaboração com Portugal</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Dec 2007 09:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Harvard Medical School (HMS) da Universidade de Harvard submeteu ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior o relatório de avaliação do potencial para a colaboração com instituições universitárias e de investigação portuguesas, aceitando eventuais contributos de instituições portuguesas interessadas (até ao final de Janeiro de 2008), dos quais dará conhecimento à HMS para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Harvard Medical School (HMS) da Universidade de Harvard submeteu ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior o relatório de avaliação do potencial para a colaboração com instituições universitárias e de investigação portuguesas, aceitando eventuais contributos de instituições portuguesas interessadas (até ao final de Janeiro de 2008), dos quais dará conhecimento à HMS para apreciação. <span id="more-1263"></span>Mais informação <a href="http://www.mctes.pt/index.php?id_categoria=66&amp;id_item=3427&amp;action=2&amp;PHPSESSID=5054eadf9dca3acc3e15fe52390770d8" target="_blank">aqui</a> .</p>
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		<title>UE regista patente para remediação de água contaminadas</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 13:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investigação]]></category>

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		<description><![CDATA[A Universidade de Évora obteve mais uma patente nacional. Sofia Capelo, do Departamento de Ecologia, desenvolveu, numa parceria com a Universidade do Algarve, um processo de remediação de águas ácidas contaminadas com metais poluentes. Trata-se de um processo de baixo custo, uma vez que o material utilizado é um agregador de argila expandida. Os agregados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade de Évora obteve mais uma patente nacional. Sofia Capelo, do Departamento de Ecologia, desenvolveu, numa parceria com a Universidade do Algarve, um processo de remediação de águas ácidas contaminadas com metais poluentes.<span id="more-1257"></span> Trata-se de um processo de baixo custo, uma vez que o material utilizado é um agregador de argila expandida. Os agregados da argila possuem as mesmas propriedades da argila e são tratadas termicamente. Trata-se de um material prático e de fácil manuseamento para o trabalho no campo.</p>
<p>Esta invenção vai permitir a remoção de metais que existem nas águas ácidas, como por exemplo as águas das minas, aumentando o pH até níveis aceitáveis, podendo a água a vir a ser utilizada para rega, por exemplo.</p>
<p>Relativamente à parceria com a Universidade Algarvia, Sofia Capelo afirma ter sido natural visto que já possuem vários projectos da FCT em comum, desenvolvidos no passado e noutros âmbitos. Quanto à possibilidade da aplicação efectiva do processo patenteado, a inventora afirma que não é uma patente para ser arquivada. &#8220;Há muitas minas no Alentejo. Esta patente é para implementar&#8221;.</p>
<p>Escrito por/ Fonte: Sofia Ascenso | UELINE</p>
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		<title>Bolsas do Governo Português a doutoramentos a decorrer no Instituto Universitário Europeu</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 18:01:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Programa de Bolsas de Estudo atribuídas pelo Governo Português a investigadores nacionais que preparam o doutoramento no Instituto Universitário Europeu de Florença (IUE), designadamente nas seguintes áreas científicas:
- História e Civilização,
- Direito,
- Economa
- Ciências Sociais e Políticas. As candidaturas deverão ser apresentadas ao IUE via on-line e, em simultâneo, deverá ser remetida uma cópia por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Programa de Bolsas de Estudo atribuídas pelo Governo Português a investigadores nacionais que preparam o doutoramento no Instituto Universitário Europeu de Florença (IUE), designadamente nas seguintes áreas científicas:<br />
- História e Civilização,<br />
- Direito,<br />
- Economa<br />
- Ciências Sociais e Políticas. <span id="more-1254"></span>As candidaturas deverão ser apresentadas ao IUE via on-line e, em simultâneo, deverá ser remetida uma cópia por correio electrónico para a Direcção-Geral dos Assuntos Europeus do Ministério dos Negócios Estrangeiros (DGAE) para bolsas.iue.ce@dgac.pt</p>
<p>O prazo para apresentação de candidaturas a bolsas para o ano académico 2008/2009 decorrerá até ao dia 31 de Janeiro de 2008.</p>
<p>Informações adicionais poderão ser obtidas mediante consulta dos seguintes sítios:<br />
- IUE: http://www.iue.it/Servac/Postgraduate<br />
- Ministério dos Negocios Estrangeiros(MNE): http://www.min-nestrangeiros.pt</p>
<p>ou contactando directamente a Direcção Geral dos Assuntos Europeus &#8211; Direcção de Serviços de Informação, Formação e Documentação mediante os seguintes contactos:</p>
<p>- Dra. Paula Lemos de Mendonça ou Dra. Maria Zulmira Ramalho<br />
Tel: 21 393 55 32/30<br />
Fax: 21 395 45 40/41/42<br />
E-mail: bolsas.iue.ce@dgac.pt</p>
<p>Fonte / Escrito por: Universidade do Porto</p>
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		<title>Criação de consórcios de investigação e reforma do ensino superior são prioridades da tutela</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Oct 2007 15:38:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A criação de consórcios de Investigação e a continuação da reforma do Ensino Superior são duas das prioridades do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior para 2008, segundo o relatório do Orçamento de Estado para o próximo ano. 
No capítulo das políticas da proposta de orçamento, o MCTES pretende prosseguir a &#8220;estratégia nacional de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A criação de consórcios de Investigação e a continuação da reforma do Ensino Superior são duas das prioridades do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior para 2008, segundo o relatório do Orçamento de Estado para o próximo ano. <span id="more-1228"></span></strong><br />
<font class="textodestaquesa12">No capítulo das políticas da proposta de orçamento, o MCTES pretende prosseguir a &#8220;estratégia nacional de aposta na Ciência e no conhecimento&#8221;, bem como a reforma do Ensino Superior.</font></p>
<p><font class="textodestaquesa12">No âmbito do &#8220;Compromisso com a Ciência&#8221;, no próximo ano será reorganizada a rede de instituições científicas e de centros de Investigação e Desenvolvimento (I&#038;D), serão criados consórcios de I&#038;D e promovidas Redes Temáticas de Ciência e Tecnologia, designadamente de âmbito internacional.</font></p>
<p><font class="textodestaquesa12">Neste reforço da actividade científica, está previsto o apoio à criação de Escolas de Pós-graduação e a continuação de programas desenvolvidos com base nas parcerias internacioonais já estabelecidas, nomeadamente com o MIT (Massachusetts Institute of Technology), o CMU (Carnegie Mellon University) e a Universidade do Texas em Austin.</font></p>
<p><font class="textodestaquesa12">O MCTES vai ainda aumentar o número de bolsas de formação avançada de recursos humanos e criar bolsas de integração na investigação de estudantes de licenciatura.</font></p>
<p><font class="textodestaquesa12">Até ao final da legislatura será estendido o &#8220;esforço público iniciado em 2007&#8243; de integrar cerca de mil novos contratos para investigadores doutorados integrados em centros de I&#038;D.</font></p>
<p><font class="textodestaquesa12">Outra das principais iniciativas deste ministério para o próximo ano será a construção do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, uma iniciativa conjunta de Portugal e Espanha, que contará com cerca de 200 investigadores destes e de outros países.</font></p>
<p><font class="textodestaquesa12">O MCTES vai prosseguir também com os apoios a projectos empresariais de base tecnológica focados em objectivos concretos, com vista à criação de uma dinâmica de crescimento sustentado da I&#038;D empresarial, nomeadamente com a introdução de mecanismos de prémio ao sucesso.</font></p>
<p><font class="textodestaquesa12">No que respeita à Sociedade da Informação, o Governo vai prosseguir com iniciativas que potenciem o seu desenvolvimento e mobilização, concretizando o programa &#8220;Ligar Portugal&#8221; e lançando uma nova iniciativa para apoio aos cidadãos com necessidades especiais.</font></p>
<p><font class="textodestaquesa12">Também a Rede de Espaços Internet para acesso público gratuito a computadores e à Internet em banda larga será expandida e consolidada no próximo ano.</font></p>
<p><font class="textodestaquesa12">Para o Ensino Superior está prevista a concretização da sua reforma, com prioridade para o Processo de Bolonha em Portugal, que conta já com cerca de 90 por cento dos cursos leccionados adaptados ao novo modelo.</font></p>
<p><font class="textodestaquesa12">A concentração do esforço de alargamento da base de acesso ao Ensino Superior far-se-á no Ensino Politécnico, especialmente através do crescimento da frequência do primeiro ciclo e de cursos vocacionais.</font></p>
<p><font class="textodestaquesa12">O Minsitério prevê ainda, a par do já criado sistema de empréstimos a estudantes do Ensino Superior, proceder ao reforço da acção social escolar.</font></p>
<p><font class="textodestaquesa12">A qualidade será promovida através da já publicada Lei da Avaliação do Ensino Superior e da Agência Nacional de Avaliação e Acreditação.</font></p>
<p><font class="textodestaquesa12">No decorrer de 2008, serão revistos os Estatutos das Carreiras Docentes e de Investigação, será instituído nas universidades o doutoramento como regra geral para a entrada na carreira e será reforçado o sistema de avaliação de desempenho de docentes e investigadores.</font></p>
<p><font class="textodestaquesa12">A reforma do sistema de Ensino Superior vai ainda incluir estratégias de captação de financiamentos privados e de financiamentos competitivos para I&#038;D.</font></p>
<p><font class="textodestaquesa12">Para as políticas nestas áreas o MCTES terá 2.508,8 milhões de euros, valor que representa um aumento de 8,9 por cento em relação à estimativa de execução deste ano.</font></p>
<p>© 2007 LUSA &#8211; Agência de Notícias de Portugal, S.A.</p>
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		<title>ICBAS lança projecto inédito de bolsas de investigação clínica para alunos de Medicina</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 11:13:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), da Universidade do Porto, anunciou hoje que, numa iniciativa pioneira em Portugal, vai disponibilizar 40 mil euros para a atribuição de bolsas de investigação científica a alunos do curso de Medicina. O projecto, que visa promover a investigação clínica em Portugal, resulta de protocolos assinados, no quadro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), da Universidade do Porto, anunciou hoje que, numa iniciativa pioneira em Portugal, vai disponibilizar 40 mil euros para a atribuição de bolsas de investigação científica a alunos do curso de Medicina. <span id="more-1212"></span>O projecto, que visa promover a investigação clínica em Portugal, resulta de protocolos assinados, no quadro do mecenato científico, entre o ICBAS e algumas empresas, especialmente na área da indústria farmacêutica.</p>
<p>&#8220;Numa altura em que são poucos os médicos que se dedicam à investigação, é necessário fomentar o gosto por esta área desde o início da actividade&#8221;, salientou António Sousa Pereira, presidente do Conselho Directivo do ICBAS.</p>
<p>Nesse sentido, a investigação clínica foi integrada no plano curricular dos alunos do curso de Medicina como disciplina opcional.</p>
<p>&#8220;Se, entre os estudantes que apresentarem projectos, existirem dois ou três que se dediquem à investigação clínica já ficamos satisfeitos. É sinal de que conseguimos incutir o gosto por esta área&#8221;, afirmou Sousa Pereira.</p>
<p>O presidente do Conselho Directivo do ICBAS admitiu estar &#8220;expectante&#8221; relativamente ao êxito deste projecto, frisando aguardar &#8220;o que a imaginação (dos alunos) vai trazer&#8221;.</p>
<p>Para concorrer a estas bolsas de investigação clínica, os alunos terão que encontrar um tutor e apresentar um projecto clínico que pretendam desenvolver.</p>
<p>O Conselho Directivo do ICBAS estima que poderá vir a seleccionar 12 a 15 candidatos a estas bolsas durante o ano lectivo que está a começar.</p>
<p>© 2007 LUSA &#8211; Agência de Notícias de Portugal, S.A.</p>
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		<title>Projectos de Investigação Transnacional &#8211; Candidaturas Abertas</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 15:24:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão abertas as candidaturas, até 7 de Outubro, para a submissão de propostas de projectos transnacionais de investigação colectiva, no âmbito do ERA-CORNET.
Poderão candidatar-se associações empresariais ou industriais que pretendam desenvolver projectos de investigação em consórcio com unidades de investigação do ensino superior ou outras.
A ERA–CORNET é uma plataforma de informação que visa promover a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as candidaturas, até 7 de Outubro, para a submissão de propostas de projectos transnacionais de investigação colectiva, no âmbito do ERA-CORNET.<span id="more-1194"></span><br />
Poderão candidatar-se associações empresariais ou industriais que pretendam desenvolver projectos de investigação em consórcio com unidades de investigação do ensino superior ou outras.</p>
<p>A ERA–CORNET é uma plataforma de informação que visa promover a cooperação entre diversas instituições para o desenvolvimento de projectos de investigação colectiva. Esta plataforma é constituída por 17 países europeus e conta com o apoio do 6º Programa-Quadro.</p>
<p>Os interessados deverão contactar a Agência de Inovação (ADI), membro da rede ERA-CORNET.</p>
<p>Para mais informações consulte o seguinte endereço:<br />
<a target="_blank" href="http://www.adi.pt/3613.htm">http://www.adi.pt/3613.htm</a></p>
<p>Fonte / Escrito por: <a target="_blank" href="http://www.estatisticas.gpeari.mctes.pt/">http://www.estatisticas.gpeari.mctes.pt/ </a></p>
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		<title>Universidade de Aveiro triplicaria investigação se fossem cumpridas metas da Estratégia de Lisboa</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2007 10:21:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Universidade de Aveiro, cujos projectos científicos têm sido reconhecidos pela Fundação da Ciência e Tecnologia, teria três vezes mais investimento em investigação se a Estratégia de Lisboa atingisse as metas definidas em 2000, na última presidência portuguesa da UE. O investimento em Investigação e Desenvolvimento deveria ser, de acordo com os objectivos fixados pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade de Aveiro, cujos projectos científicos têm sido reconhecidos pela Fundação da Ciência e Tecnologia, teria três vezes mais investimento em investigação se a Estratégia de Lisboa atingisse as metas definidas em 2000, na última presidência portuguesa da UE.<span id="more-1174"></span> <font class="textodestaquesa12">O investimento em Investigação e Desenvolvimento deveria ser, de acordo com os objectivos fixados pela Estratégia de Lisboa, na ordem dos três por cento do Produto Interno Bruto(PIB), correspondendo dois por cento a investimento privado e um por cento a investimento público.</p>
<p>Contactado pela Lusa a propósito de uma reunião informal de ministros europeus da ciência e competitividade, que começa quinta-feira em Lisboa, no âmbito da presidência Portuguesa da UE, o vice-reitor da Universidade de Aveiro(UA) para a investigação, Francisco Vaz, considerou que &#8220;se a estratégia atingisse as metas propostas, teria resultados fantásticos&#8221; naquela instituição.</p>
<p>&#8220;A Universidade de Aveiro, com a mesma taxa de êxito, teria três vezes mais dinheiro disponível para concorrer com projectos de investigação&#8221;, afirmou.</p>
<p>O vice-reitor da UA reconheceu que a Estratégia de Lisboa &#8220;não progrediu significativamente&#8221;, mas salientou que &#8220;não é só culpa nacional, e se há alguns países que se aproximaram dos objectivos, a média europeia ficou bastante aquém&#8221;.</p>
<p>&#8220;Estamos ainda muito longe dessas metas, pois a realidade portuguesa fica-se pelos 0,8 por cento, dos quais 0,6 por cento são investimento público&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;No que respeita a Portugal, a maior aposta ainda tem sido do Estado e tenho de reconhecer que, com o actual Governo, tem havido um esforço real num maior investimento em investigação, para cumprir a estratégia, mas mesmo assim, ainda distante dessas metas. Está-se a começar a ver agora algum resultado prático&#8221;, comentou.</p>
<p>No que respeita à Universidade de Aveiro a parte contratualizada de investigação tem crescido, mas segundo o vice-reitor &#8220;com grandes flutuações&#8221;.</p>
<p>Ainda assim, &#8220;no último ano e meio a situação tem melhorado&#8221;, admitiu.</p>
<p>&#8220;O nosso principal financiador continua a ser o Estado, mas tem havido variações de uns anos para outros. Por exemplo: em 2006 apresentámos 530 propostas à FCT porque em 2005 não houve candidaturas&#8221;, exemplificou.</p>
<p>Outra fonte importante de financiamento são os programas europeus, mas também aí houve &#8220;alguma descontinuidade&#8221; devido à transição entre quadros comunitários de apoio.</p>
<p>O responsável académico salientou que &#8220;desde que há avaliações das unidades de investigação, a maioria dos projectos apresentados pela Universidade de Aveiro tem tido a classificação de muito bom ou excelente e, em quatro casos, levaram à sua transformação em laboratórios associados&#8221;.</p>
<p>Estas avaliações são da responsabilidade da Fundação para a Ciência e Tecnologia e são realizadas por painéis de pelo menos três peritos independentes, nacionais e estrangeiros, constituídos para cada concurso, por área científica.</p>
<p>Para Francisco Vaz as classificações obtidas permitem concluir que as políticas internas de investigação foram boas, sendo de prosseguir nesse investimento.</p>
<p>Explicou o sucesso da investigação universitária que é feita em Aveiro com duas apostas continuadas: o investimento em grandes equipamentos e a aposta em atrair investigadores de todo o mundo.</p>
<p>No que respeita aos equipamentos, os grandes investimentos à custa do Orçamento de Estado foram feitos sobretudo na década de 90 e &#8220;são cada vez mais difíceis por dificuldades orçamentais&#8221;, mas a Universidade de Aveiro tem prosseguido essa linha, reservando-lhe verbas próprias, porque a considera essencial para manter a competitividade.</p>
<p>A aposta nas pessoas tem sido outra das prioridades: o orçamento da Universidade suporta cerca de 40 bolsas de doutoramento anuais.</p>
<p>Esse esforço tem uma condição multiplicadora. Ao fim de um ano os beneficiados são obrigados a concorrer a bolsas da FCT, o que significa que essas verbas são libertas para contratar mais investigadores.</p>
<p>O modelo permitiu à Universidade de Aveiro duplicar, em três anos, o número de investigadores em doutoramento e acaba por fomentar a contratação &#8220;dos melhores&#8221;, em termos nacionais e internacionais.</p>
<p>Quanto a estes últimos tem uma dupla vantagem: abre à Universidade a possibilidade de ter &#8220;investigadores estrangeiros à experiência, para ver se são realmente bons&#8221;, e aos próprios a oportunidade de ter um ano de residência em Portugal, que é condição para se candidatarem às bolsas da FCT, trabalhando em investigação.</p>
<p>Por essa via, o campus universitário tem vindo a acolher gente dos quatro cantos do mundo: da Europa, nomeadamente alemães, italianos e franceses, mas também dos países de Leste, hoje plenamente integrados, da América do Sul e da Ásia, de onde provêm sobretudo investigadores chineses e indianos.</p>
<p>&#8220;A pressão para vir para a Europa é tão grande, que todos os dias recebemos currículos, para os quais temos tido o cuidado de olhar&#8221;, esclareceu o vice-reitor.</p>
<p>Francisco Vaz concluiu que tem valido a pena: &#8220;No meio de muita banalidade, há pessoas de muito valor&#8221;.</p>
<p>Lusa/Fim</p>
<p></font></p>
<p align="right" class="textoultimas">© 2007 LUSA &#8211; Agência de Notícias de Portugal, S.A.</p>
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		<title>Instituto Fraunhofer vai ser instalado junto da Universidade do Porto</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jul 2007 10:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão de Coordenação da parceria Fraunhofer-Portugal decidiu optar pela instalação do Instituto Fraunhofer previsto no âmbito dessa parceria junto à Universidade do Porto, dando mais um passo decisivo no processo de instalação do primeiro Instituto Fraunhofer fora da Alemanha. Fonte / Escrito por: MCTES
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Coordenação da parceria Fraunhofer-Portugal decidiu optar pela instalação do Instituto Fraunhofer previsto no âmbito dessa parceria junto à Universidade do Porto, dando mais um passo decisivo no processo de instalação do primeiro Instituto Fraunhofer fora da Alemanha. <span id="more-1165"></span>Fonte / Escrito por: MCTES</p>
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