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	<title>researchcafe &#187; Geologia &amp; Paleontologia</title>
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		<title>Universidade dos Açores reforça resposta científica a perigos naturais</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Sep 2006 23:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Centro de Vulcanologia e Avaliação de Riscos Geológicos da Universidade dos Açores anunciou hoje que dispõe de uma nova plataforma tecnológica para informação e conteúdos sobre perigos naturais, para melhorar a resposta em situações de emergência. 
A nova plataforma, considerada pela empresa Microsoft como um &#8220;case study&#8221;, permitirá processar, armazenar e divulgar dados relativos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro de Vulcanologia e Avaliação de Riscos Geológicos da Universidade dos Açores anunciou hoje que dispõe de uma nova plataforma tecnológica para informação e conteúdos sobre perigos naturais, para melhorar a resposta em situações de emergência. <span id="more-919"></span><br />
A nova plataforma, considerada pela empresa Microsoft como um &#8220;case study&#8221;, permitirá processar, armazenar e divulgar dados relativos às diferentes redes de monitorização sismo-vulcânica das ilhas.</p>
<p>A universidade diz trata-se de uma infra-estrutura tecnológica &#8220;vital&#8221; para o acompanhamento de crises e resposta a situações de emergência&#8221; e que assenta numa &#8220;complexa&#8221; rede de informática e de comunicações, que contou com a participação de diversas empresas regionais.</p>
<p>A plataforma baseia-se numa infra-estrutura de 14 servidores, que concentram os serviços de autenticação e validação de utilizadores, correio electrónico, mensagens instantâneas e gestão de correspondência.</p>
<p>O sistema integra ainda cerca de 50 computadores, através dos quais é feito o tratamento de todos os dados existentes, adiantou o Centro de Vulcanologia da instituição.</p>
<p>Através de um circuito próprio de comunicações, os investigadores e técnicos têm acesso remoto, e em tempo real, às estações de campo e às bases de dados, onde é registada, 24 horas por dia, informação relativa a sismos, libertação de gases e deformação crustal, entre outros elementos.</p>
<p>Permitirá, ainda, através do Centro de Operações de Emergência, &#8220;um contacto directo e permanente&#8221; dos especialistas com o Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores, bem como a outras entidades regionais e locais.</p>
<p>A nova plataforma permitirá, ainda, difundir à população informação sobre os perigos e riscos associados à sismicidade, vulcanismo, emanações gasosas e movimentos de vertente, num portal especificamente desenhado para o efeito.</p>
<p>Além de permitir o acompanhamento de actividade sismo-vulcânica, o Centro de Vulcanologia destacou ainda a &#8220;importante&#8221; componente educativa do portal&#8221;, cujos conteúdos &#8220;estão a ser introduzidos gradualmente&#8221;, oferecendo à população a possibilidade de colocarem questões e relatarem ocorrências.</p>
<p>A plataforma resultou da integração de dois projectos com financiamento do FEDER, aprovados pela região no âmbito dos programas comunitários INTERREG III B e PRODESA (Programa Operacional para o Desenvolvimento Económico e Social dos Açores).</p>
<p>FONTE: Agência Lusa</p>
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		<title>Descoberta nova espécie de dinossáurio anão na Alemanha, português na equipa</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma nova espécie de dinossáurios anões que viveram há 150 milhões de anos foi identificada na Alemanha por uma equipa coordenada cientificamente por Octávio Mateus, especialista do Museu da Lourinhã, foi hoje anunciado.

A descoberta do Europassaurus holgeri, um dinossáurio saurópode assim baptizado por ter sido encontrado pelo coleccionador amador alemão Holger Ludtke, é oficializada quinta-feira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova espécie de dinossáurios anões que viveram há 150 milhões de anos foi identificada na Alemanha por uma equipa coordenada cientificamente por Octávio Mateus, especialista do Museu da Lourinhã, foi hoje anunciado.<br />
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A descoberta do Europassaurus holgeri, um dinossáurio saurópode assim baptizado por ter sido encontrado pelo coleccionador amador alemão Holger Ludtke, é oficializada quinta-feira na revista científica Nature.</p>
<p>Assinam o artigo da Nature um grupo de cientistas alemães e o português Octávio Mateus, coordenador da equipa científica que estudou os achados do ponto de vista anatómico.</p>
<p>Octávio Mateus adiantou hoje à agência Lusa que &#8220;foram encontrados pelo menos 15 animais com fósseis dos mais bem conservados na Europa e inclusivamente com partes de crânios, o que é único a nível europeu&#8221;.</p>
<p>&#8220;Trata-se de uma manada completa de dinossáurios anões, desde bebés com 1,80 metros a adultos de seis metros. Pode parecer um tamanho grande mas na realidade é muito pequeno se os compararmos com outros saurópodes que chegam a atingir 30 metros de comprimento&#8221;, explicou o especialista português.</p>
<p>Octávio Mateus disse ainda à Lusa que o estudo dos achados permitiu compreender melhor a forma como o corpo destes animais evoluía ao longo da vida.</p>
<p>&#8220;Trata-se de um novo género e uma nova espécie para a ciência&#8221;, salientou.</p>
<p>O responsável científico do museu da Lourinhã trabalhou em colaboração com o Dinopark Dinosaurier- Freilichtmuseum Münchehagen (Alemanha).</p>
<p>Os investigadores chegaram ainda à conclusão de que &#8220;toda esta espécie é anã já que no Jurássico Superior a Europa era um arquipélago e aquela zona da Alemanha era uma ilha, local onde tendem a desenvolver-se espécies anãs&#8221;.</p>
<p>Segundo os especialistas, em condições extremas há mais possibilidades de sobreviverem as espécies pequenas uma vez que não necessitam de consumir tantas calorias como as maiores.</p>
<p>A primeira descoberta foi realizada em 1998 na pedreira de Oker, na Baixa Saxónia, pelo alemão Holger Ludtke, um coleccionador amador que tem vindo a colaborar com os investigadores.</p>
<p>Octávio Mateus disse que desde que visitou pela primeira vez o local, em 1999, passou a coordenar a equipa científica alemã que tem vindo a estudar estes dinossáurios.</p>
<p>A réplica do crânio do Europasaurus pode agora ser visitada no Museu da Lourinhã, conhecido pela importância dos achados de dinossáurios encontrados neste concelho nas últimas décadas, nomeadamente os raros ovos de embriões de dinossáurios carnívoros.</p>
<p>Segundo o artigo da Nature, a equipa de investigadores que analisou as ossadas fossilizadas do Europasaurus holgeri pensou inicialmente que pertencessem a animais jovens, dado o seu tamanho.</p>
<p>No entanto, depois de exames histológicos à estrutura dos restos ósseos encontrados (mandíbulas, dentes, vértebras) os cientistas aperceberam-se de que apesar de terem apenas 6,2 metros de comprimento, alguns deles eram adultos, já que se encontraram espécies juvenis com 1,7 metros.</p>
<p>O Europosaurus holgeri representa, por isso, o primeiro caso conhecido de nanismo insular entre os dinossáurios.</p>
<p>Ainda de acordo com o artigo da Nature, existiram dinossaúrios &#8220;normais&#8221; ainda mais pequenos (do tamanho de um pombo), mas eram espécies diferentes de répteis terópodes (bípedes e carnívoros).</p>
<p>Os saurópodes (quadrúpedes e herbívoros) são sobretudo caracterizados pela sua tendência para o gigantismo, com os maiores a atingirem cerca de 30 metros de comprimento.</p>
<p>FONTE: Agência Lusa (Notícia SIR-8059990)</p>
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		<title>Descoberta de fósseis vegetais ajudam aprofundar conhecimento do Faial</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A recente descoberta de novos fósseis vegetais no Faial vai permitir aprofundar o conhecimento sobre a formação da ilha e a estudar as evoluções climáticas, anunciou hoje o responsável Observatório Vulcanológico e Geotérmico dos Açores.

Encontrados por mero acaso na zona protegida do morro de Castelo Branco , os fósseis são importantes para a ciência, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A recente descoberta de novos fósseis vegetais no Faial vai permitir aprofundar o conhecimento sobre a formação da ilha e a estudar as evoluções climáticas, anunciou hoje o responsável Observatório Vulcanológico e Geotérmico dos Açores.<br />
<span id="more-807"></span><br />
Encontrados por mero acaso na zona protegida do morro de Castelo Branco , os fósseis são importantes para a ciência, por serem &#8220;testemunhos de vidas passadas&#8221;, adiantou Victor Hugo Forjaz à agência Lusa.</p>
<p>O vulcanólogo explicou que os fósseis encontrados são compostos por &#8220;restos de plantas endémicas que foram soterradas por cinzas finas e amareladas&#8221;, uma descoberta feita por um agricultor quando lavrava em profundidade a sua pasta gem, o que fez vir à superfície a nova jazida. Para o responsável pelo OVGA, que admitiu ter ficado surpreendido com o achado, os fósseis são o resultado de um vulcão secundário da Caldeira do Faial , o principal cone do vulcão da ilha, que afundou há cerca de dez mil anos. Por não terem sido detectadas folhas completas, o OVGA vai solicitar às autoridades a instalação no local um &#8220;campus paleontológico&#8221; para que sejam rea lizadas mais investigações e recolha de mais fósseis, sem que, para isso, &#8220;haja necessidade de destruir a pastagem&#8221;.</p>
<p>Victor Hugo Forjaz, que já identificou fósseis vegetais noutras zonas da ilha, considerou que seria positivo recorrer aos jovens inscritos nos programas de ocupação de tempos livres durante o Verão para colaborar com os cientistas no trabalho de campo. O vulcanólogo da Universidade dos Açores precisou que será iniciado um longo período de estudo ao material já encontrado e que vai contribuir para datar as formações vulcânicas que os originaram e calcular os períodos de cadência vulcanológica. O responsável pelo OVGA anunciou, ainda, que pretende publicar, este mês, a primeira carta geo-turística e geo-ambiental do Faial, um documento que procura explicar o processo de formação da ilha.</p>
<p>&#8220;Já entregámos a várias entidades um exemplar provisório da carta para ser analisado&#8221;, afirmou Victor Hugo Forjaz.</p>
<p>FONTE: Agência Lusa (Notícia SIR-8043824)</p>
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		<title>Português vai estudar o dinossáurio mais antigo do mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um investigador português vai integrar uma equipa internacional que se encontrará em Marrocos para estudar o dinossáurio saurópode mais antigo do mundo, anunciou hoje o Museu de História Natural.

Luís Azevedo Rodrigues, paleontólogo do Museu Nacional de História Natural (MNHN) da Universidade de Lisboa, parte sexta-feira para Marraquexe, em Marrocos, para participar no estudo do dinossáurio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um investigador português vai integrar uma equipa internacional que se encontrará em Marrocos para estudar o dinossáurio saurópode mais antigo do mundo, anunciou hoje o Museu de História Natural.<br />
<span id="more-734"></span></p>
<p>Luís Azevedo Rodrigues, paleontólogo do Museu Nacional de História Natural (MNHN) da Universidade de Lisboa, parte sexta-feira para Marraquexe, em Marrocos, para participar no estudo do dinossáurio mais antigo do mundo, o Tazoudasaurus.</p>
<p>Integrando uma equipa de cientistas formada por Ronan Alain, da Universidade Cadi Ayyad de Marraquexe, e Jeffrey Wilson, da Universidade de Michigan (Estados Unidos), a contribuição do investigador português vai centrar-se na análise e digitalização em 3D (três dimensões) de parte do esqueleto do dinossáurio.</p>
<p>Luís Azevedo Rodrigues, paleontólogo do MNHN, vai trabalhar naquele que é o seu campo de investigação: evolução e locomoção dos dinossáurios Saurópodes (dinossáurios quadrúpedes e herbívoros de cauda e pescoço comprido), explica um comunicado do MNHN.</p>
<p>Para tal, recorre a técnicas de morfometria geométrica (imagens tridimensionais de dinossauros, que simulam a sua locomoção), nas quais o MNHN é pioneiro, e que deverão contribuir para melhor compreender como evoluíram e como se deslocavam aqueles enormes animais pré-históricos.</p>
<p>Os primeiros indícios da existência deste novo saurópode, baptizado de Tazoudasaurus Naimi, foram detectados em 1998, mas as principais descobertas, como a da mandíbula do animal, aconteceram em 2002.</p>
<p>O crânio deste dinossáurio foi descoberto na localidade de Tazuda, situada a 530 quilómetros a sul de Rabat, capital marroquina.</p>
<p>Os ossos do Tazoudasaurus Naimi, que foram sendo encontrados por uma equipa de paleontólogos e geólogos marroquinos, franceses e suíços, compreendem parte do crânio, em particular uma das mandíbulas que conserva 17 dos 20 dentes originais, vértebras cervicais e dorsais, diferentes ossos dos membros e parte da cauda.</p>
<p>Segundo os cientistas responsáveis pela descoberta, esses ossos datam do Jurássico Inferior, há 180 milhões de anos.</p>
<p>O Tazoudasaurus Naimi, que chegava a ter um comprimento de nove metros e uma mandíbula com 40 centímetros, é o mais antigo ancestral conhecido de duas espécies de dinossáurios saurópodes (Brachiosaurus e Diplodocus) que povoaram a América do Norte durante o Jurássico Superior.</p>
<p>Os investigadores explicam este parentesco com o facto de há 180 milhões de anos não existir o Oceano Atlântico, e a região do Alto- Atlas marroquino, onde foram encontrados os ossos, estar unida aos actuais Estados Unidos.</p>
<p>FONTE: Agência Lusa (Notícia SIR-7805746)</p>
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