<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>researchcafe &#187; Genética &amp; Biologia Molecular</title>
	<atom:link href="http://test.researchcafe.net/wp/category/genetica-e-biologia-molecular/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://test.researchcafe.net/wp</link>
	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<lastBuildDate>Tue, 15 Apr 2008 07:42:07 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Cientista portuguesa descobre papel de um gene na regulação celular com implicações no cancro</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20080410/cientista-portuguesa-descobre-papel-de-um-gene-na-regulacao-celular-com-implicacoes-no-cancro/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20080410/cientista-portuguesa-descobre-papel-de-um-gene-na-regulacao-celular-com-implicacoes-no-cancro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 08:28:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genética & Biologia Molecular]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://test.researchcafe.net/wp/20080410/cientista-portuguesa-descobre-papel-de-um-gene-na-regulacao-celular-com-implicacoes-no-cancro/</guid>
		<description><![CDATA[Uma investigadora portuguesa que está a doutorar-se nos Estados Unidos descobriu que um gene chamado Diáfano (ou Dia) tem uma importante função reguladora na formação dos tecidos e poderá desempenhar um papel no cancro.Num estudo publicado na última edição da revista científica norte-americana “Development”, Catarina Homem e Mark Peifer, seu orientador de doutoramento, mostram que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma investigadora portuguesa que está a doutorar-se nos Estados Unidos descobriu que um gene chamado Diáfano (ou Dia) tem uma importante função reguladora na formação dos tecidos e poderá desempenhar um papel no cancro.<span id="more-1322"></span>Num estudo publicado na última edição da revista científica norte-americana “Development”, Catarina Homem e Mark Peifer, seu orientador de doutoramento, mostram que uma mutação desse gene, estudado na mosca da fruta (Drosophila), provoca perda de adesão e mobilidade anormal nas células, como acontece na formação das metástases tumorais.</p>
<p>A descoberta contribui para uma melhor compreensão da regulação genética da formação dos tecidos e órgãos e poderá abrir caminho a intervenções terapêuticas.</p>
<p>&#8220;Muitos dos cancros familiares ou hereditários, como o cancro gástrico, estão associados a mutações no gene que codifica as E-caderinas, que são proteínas críticas para a adesão entre células, e pensa-se que essas mutações são responsáveis pela mobilidade e invasão celular&#8221;, explicou Catarina Homem.</p>
<p>A investigação concluiu que as proteínas que regulam o esqueleto das células fortalecem a adesão entre elas e que mutações nessas proteínas levam à degradação das E-caderinas e à promoção da mobilidade celular.</p>
<p>&#8220;Neste trabalho tentámos elucidar quais os mecanismos celulares envolvidos entre forte adesão celular e inibição de mobilidade e invasão celular&#8221;, indicou a cientista, que está a preparar o seu doutoramento em Biomedicina na Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill.</p>
<p>&#8220;As células de mosquinhas mutantes para este gene aderem menos fortemente entre si e passam a ser mais móveis e a invadir tecidos vizinhos, revelando que a proteína Dia é necessária para manter uma adesão estável entre células e, consequentemente, para inibir a migração celular&#8221;, referiu Catarina Homem.</p>
<p>Estes resultados &#8220;revelam um possível mecanismo envolvido na formação de metástases e indicam mais um conjunto de proteínas que também poderão ser responsáveis por certos tipos de cancros&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Segundo explicou, o processo de transição de células imóveis e aderentes para células móveis e invasoras é importante para o normal desenvolvimento embrionário e &#8220;poderá ser o mecanismo usado por células cancerígenas no processo de formação de metástases, onde células tumorais se desligam das suas células vizinhas e migram para outros locais, iniciando tumores secundários&#8221;.</p>
<p>Licenciada em Bioquímica pela Universidade do Porto, Catarina Homem é aluna do Programa Gulbenkian de Doutoramento em Biomedicina (PGDB) na Universidade da Carolina do Norte.</p>
<p>A “Development” é uma revista bimensal que publica descobertas sobre os mecanismos celulares e moleculares do desenvolvimento de animais e plantas.<br />
Fonte / Escrito por: Lusa, Público</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20080410/cientista-portuguesa-descobre-papel-de-um-gene-na-regulacao-celular-com-implicacoes-no-cancro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Investigador português descobre papel de certas gorduras na Doença de Alzheimer</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20080113/investigador-portugues-descobre-papel-de-certas-gorduras-na-doenca-de-alzheimer/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20080113/investigador-portugues-descobre-papel-de-certas-gorduras-na-doenca-de-alzheimer/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2008 01:04:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genética & Biologia Molecular]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://test.researchcafe.net/wp/20080113/investigador-portugues-descobre-papel-de-certas-gorduras-na-doenca-de-alzheimer/</guid>
		<description><![CDATA[Uma equipa dirigida pelo investigador português Ivo Martins, do Instituto Biotecnológico da Flandres, descobriu que certas gorduras podem activar no cérebro as placas de proteínas características de Alzheimer e que o metabolismo lipídico do paciente pode contribuir para a progressão da doença. O resultado dos trabalhos foi publicado na revista “The EMBO Journal”.&#8220;Antes do nosso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma equipa dirigida pelo investigador português Ivo Martins, do Instituto Biotecnológico da Flandres, descobriu que certas gorduras podem activar no cérebro as placas de proteínas características de Alzheimer e que o metabolismo lipídico do paciente pode contribuir para a progressão da doença. O resultado dos trabalhos foi publicado na revista “The EMBO Journal”.<span id="more-1276"></span>&#8220;Antes do nosso trabalho, as placas eram vistas como relativamente inócuas, o último estágio da doença, mas nós mostrámos que na realidade são &#8216;bombas-relógio&#8217; prontas a serem activadas ao interagirem com lípidos [gorduras]&#8220;, explicou Ivo Martins. Até agora considerava-se que as fibrilas e as placas que estas causavam eram estáveis e que uma vez formadas não podiam transformar-se noutra estrutura.</p>
<p>Os cientistas demonstraram agora que certos lípidos que aparecem no cérebro podem desestabilizar as fibrilas e, por conseguinte, as placas típicas da Doença de Alzheimer.</p>
<p>A investigação mostra ainda que são os componentes solúveis e não as placas insolúveis que provocam a morte dos neurónios.</p>
<p>Os resultados identificam estes componentes solúveis protofibrilares como novos alvos para uma intervenção na doença e alertam também para o facto de que as placas insolúveis são reservatórios de toxicidade que podem ser controlados.</p>
<p>Segundo o estudo, distúrbios no metabolismo lipídico do doente têm o potencial para influenciar o desenvolvimento da doença e pode ser a razão por que muitas vezes a extensão das placas insolúveis no cérebro de doentes com Alzheimer não corresponde à severidade da sua doença.</p>
<p>Estudos recentes têm sugerido uma ligação entre determinados alimentos ricos em colesterol e um aumento da incidência da doença de alzheimer, sem explicar esta relação.</p>
<p>A descoberta abre caminho a novas intervenções de combate a esta doença neurodegenerativa que afecta cerca de dez por cento da população acima dos 65 anos, nomeadamente no âmbito do controlo do metabolismo lipídico e neutralização da formação e toxicidade das protofibrilas.</p>
<p>&#8220;Já estamos a trabalhar no próximo passo que é produção de novas drogas e/ou anticorpos capazes de controlar as fibrilas neurotóxicas&#8221;, afirmou Ivo Martins.</p>
<p>O Alzheimer é uma doença progressiva e fatal que resulta da morte de certas áreas do cérebro associadas com as funções cognitivas como a memória e a aprendizagem.</p>
<p>O trabalho envolveu ainda Inna Kuperstein, Joost Schymkowitz e Frederic Rousseau, do VIB Switch Laboratory, Vrije Universiteit Brussel, e do VIB Department of Molecular and Developmental Genetics, em Leuven, na Bélgica.</p>
<p>Fonte / Escrito por: Lusa</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20080113/investigador-portugues-descobre-papel-de-certas-gorduras-na-doenca-de-alzheimer/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Portugal «de costas viradas» para o estudo das bactérias que combatem poluição</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20070905/portugal-%c2%abde-costas-viradas%c2%bb-para-o-estudo-das-bacterias-que-combatem-poluicao/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20070905/portugal-%c2%abde-costas-viradas%c2%bb-para-o-estudo-das-bacterias-que-combatem-poluicao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 15:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genética & Biologia Molecular]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://test.researchcafe.net/wp/20070905/portugal-%c2%abde-costas-viradas%c2%bb-para-o-estudo-das-bacterias-que-combatem-poluicao/</guid>
		<description><![CDATA[Uma especialista em microbiologia marinha da Universidade do Algarve lamentou hoje que Portugal esteja a «virar as costas» à investigação biotecnológica, acentuando o papel que essa tecnologia poderá ter no tratamento da poluição marítima e terrestre. Falando à Agência Lusa em Faro, no âmbito do 10º Simpósio sobre Ecologia Microbiológica Aquática, que está a decorrer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma especialista em microbiologia marinha da Universidade do Algarve lamentou hoje que Portugal esteja a «virar as costas» à investigação biotecnológica, acentuando o papel que essa tecnologia poderá ter no tratamento da poluição marítima e terrestre. <span id="more-1199"></span>Falando à Agência Lusa em Faro, no âmbito do 10º Simpósio sobre Ecologia Microbiológica Aquática, que está a decorrer desde domingo, Helena Galvão lamentou o «escassíssimo investimento» no estudo das bactérias marinhas.</p>
<p>«O controlo das bactérias e aplicação prática dos conhecimentos pode desintoxicar o ambiente terrestre, não nos esqueçamos que as bactérias podem até neutralizar o formol», acentuou.</p>
<p>A especialista destacou as propriedades resistentes das bactérias, que se encontram espalhadas por toda a terra, incluindo o gelo, as temperaturas elevadas de algumas fontes geo-termais e locais da Terra com altíssimos índices de acidez.</p>
<p>Em última instância, sublinhou, as bactérias podem neutralizar a acção dos pesticidas e dos poluentes marítimos e podem mesmo «despoluir a Terra toda».</p>
<p>«As bactérias foram os primeiros seres vivos e serão os últimos, estão na base de toda a vida na Terra e existem em todo o lado», disse, recordando que sem elas «não teríamos azoto, fósforo e carbono, elementos essenciais à vida».</p>
<p>Aqueles microrganismos são determinantes para a manutenção do equilíbro ecológico do meio em que vivem.</p>
<p>«Os oceanos são os maiores reservatórios de novas espécies e encerram um potencial enorme em termos de biotecnologia», disse a docente da Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente.</p>
<p>Frisou que as bactérias «degradam as substâncias de que necessitam», mesmo nos ambientes mais extremos em que algumas delas resistem, pelo que «encerram imensas possibilidades do ponto de vista da biotecnologia».</p>
<p>No simpósio, que decorre na Universidade do Algarve até sexta-feira, participam mais de 200 especialistas da área da microbiologia marinha, provenientes da Europa, EUA, Austrália, Japão, Brasil, Iraque, Irão e Kuwait.</p>
<p>As alterações climáticas são outra das áreas em discussão no evento, que se realiza pela primeira vez em Portugal.</p>
<p>Fonte: Lusa/SOL</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20070905/portugal-%c2%abde-costas-viradas%c2%bb-para-o-estudo-das-bacterias-que-combatem-poluicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mutação de gene na síndrome de Down identificada por investigadores portugueses</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20070817/mutacao-de-gene-na-sindrome-de-down-identificada-por-investigadores-portugueses/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20070817/mutacao-de-gene-na-sindrome-de-down-identificada-por-investigadores-portugueses/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Aug 2007 13:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genética & Biologia Molecular]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://test.researchcafe.net/wp/20070817/mutacao-de-gene-na-sindrome-de-down-identificada-por-investigadores-portugueses/</guid>
		<description><![CDATA[Um grupo de investigadores do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), no Porto, encontrou uma relação entre a mutação de um gene e uma divisão celular anómala, como se verifica nos casos da síndrome de Down. 
A equipa de Portugal trabalhou em colaboração com um grupo da Carolina do Norte, nos EUA, e analisou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de investigadores do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), no Porto, encontrou uma relação entre a mutação de um gene e uma divisão celular anómala, como se verifica nos casos da síndrome de Down. <span id="more-1189"></span><br />
A equipa de Portugal trabalhou em colaboração com um grupo da Carolina do Norte, nos EUA, e analisou a função do gene BubR1 recorrendo ao modelo da mosca Drosophila. O estudo foi publicado ontem na edição online do jornal Current Biology.</p>
<p>&#8220;A descoberta pode ajudar no diagnóstico de casos de síndrome de Down, funcionando com um alerta para uma eventual predisposição. Alterações neste gene podem significar que a mulher tem susceptibilidade para gerar gâmetas anormais no número de cromossomas&#8221;, explicou ao PÚBLICO Cláudio Sunkel, responsável pelo grupo de genética molecular do IBMC.</p>
<p>A equipa estudou, no modelo da mosca Drosophila, a função que o gene BubR1 desempenha na complexa formação das células sexuais. &#8220;Quando o gene está ligeiramente alterado, as moscas põem filhos que têm alteração no número de cromossomas que é uma característica da síndrome de Down, em que as crianças têm um cromossoma a mais&#8221;, refere Cláudio Sunkel. E tendo em conta que o risco de ter um filho com síndrome de Down aumenta com a idade, o cientista questiona: &#8220;Será que este gene se cansa ao fim de uns anos?&#8221; Mas, para já, a equipa vai tentar responder a outra questão: &#8220;O BubR1 é o único culpado ou há mais arguidos no processo?&#8221;</p>
<p>Fonte / Escrito por: Público</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20070817/mutacao-de-gene-na-sindrome-de-down-identificada-por-investigadores-portugueses/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Expedição ao banco Gorringe por jovens Biólogos Portugueses em 2007</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20070713/expedicao-ao-banco-gorringe-por-jovens-biologos-portugueses-em-2007/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20070713/expedicao-ao-banco-gorringe-por-jovens-biologos-portugueses-em-2007/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2007 10:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Genética & Biologia Molecular]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://test.researchcafe.net/wp/20070713/expedicao-ao-banco-gorringe-por-jovens-biologos-portugueses-em-2007/</guid>
		<description><![CDATA[O GEO &#8211; Grupo de Estudos Oceânicos, está a organizar uma expedição ao monte submarino GORRINGE chamada Oasis Marinhos Portugueses – Missão 1. 
Terá início a 15 de Julho de 2007 (até 1 de Agosto; ou em Setembro, dois períodos de espera por condições meterologicas favoráveis). A expedição efectuará censos de aves e cetáceos e recolhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O GEO &#8211; Grupo de Estudos Oceânicos, está a organizar uma expedição ao monte submarino GORRINGE chamada Oasis Marinhos Portugueses – Missão 1. <span id="more-1167"></span><br />
Terá início a 15 de Julho de 2007 (até 1 de Agosto; ou em Setembro, dois períodos de espera por condições meterologicas favoráveis). A expedição efectuará censos de aves e cetáceos e recolhas de material biológico no local e no trajecto. Prevê igualmente a realização e edição de um documentário vídeo. Alguns grupos de trabalho do Departamento de Oceanografia e Pescas, entre outros, estão em conversações para a obtenção de amostras no local.</p>
<p>A bordo estará presente o nosso colega José Nuno Pereira que tem como tarefas principais a amostragem de paralarvas de cephalopodes e filmagens subaquáticas. Acompanhe a expedição em <a target="_blank" href="http://www.researchcafe.net/www.geo-oasis.info">www.geo-oasis.info</a> .</p>
<p>Fonte / Escrito por: <a target="_blank" href="http://www.horta.uac.pt/intradop/">http://www.horta.uac.pt/intradop/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20070713/expedicao-ao-banco-gorringe-por-jovens-biologos-portugueses-em-2007/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Universidade de Aveiro identifica proteínas envolvidas na falta de mobilidade dos espermatozóides</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20070322/universidade-de-aveiro-identifica-proteinas-envolvidas-na-falta-de-mobilidade-dos-espermatozoides/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20070322/universidade-de-aveiro-identifica-proteinas-envolvidas-na-falta-de-mobilidade-dos-espermatozoides/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2007 10:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genética & Biologia Molecular]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://test.researchcafe.net/wp/20070322/universidade-de-aveiro-identifica-proteinas-envolvidas-na-falta-de-mobilidade-dos-espermatozoides/</guid>
		<description><![CDATA[No Dia do Pai, cientistas da Universidade de Aveiro revelaram uma investigação que poderá ajudar alguns homens com problemas de fertilidade a concretizarem o sonho da paternidade. 
Há funções nunca antes descritas da proteína PP1, envolvida na falta de mobilidade dos espermatozóides, que podem ajudar a perceber segredos não revelados sobre este problema.
&#8220;A infertilidade afecta um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia do Pai, cientistas da Universidade de Aveiro revelaram uma investigação que poderá ajudar alguns homens com problemas de fertilidade a concretizarem o sonho da paternidade. <span id="more-1103"></span><br />
Há funções nunca antes descritas da proteína PP1, envolvida na falta de mobilidade dos espermatozóides, que podem ajudar a perceber segredos não revelados sobre este problema.</p>
<p>&#8220;A infertilidade afecta um número crescente de indivíduos, pensando-se que defeitos na mobilidade do esperma sejam um factor importante em muitos casos. Novas abordagens bioquímicas e moleculares têm revelado importantes detalhes do controlo da mobilidade dos espermatozóides e da infertilidade, em várias espécies de mamíferos. Assim, o foco principal da nossa investigação tem incidido sobre o papel que a proteína PP1 tem na integração das acções de diversos mediadores na modulação da mobilidade dos espermatozóides e na infertilidade&#8221;, diz a equipa num comunicado da universidade.</p>
<p>&#8220;Temos vindo a desenvolver um trabalho de caracterização da regulação bioquímica das suas funções, nomeadamente ao nível das bases moleculares da mobilidade do esperma em relação a complexos de sinalização de PP1 e ao seu papel na infertilidade. Em experiências que já realizámos, verificamos que substâncias inibidoras de PP1, aumentam dramaticamente a mobilidade dos espermatozóides. Por isso, acreditamos que o que acontece ao longo do seu trajecto desde o canal reprodutor masculino para o feminino está relacionado com a actividade da PP1&#8243;, concluem os investigadores.</p>
<p>Estas novidades podem abrir caminho à descoberta de novos fármacos na luta contra a infertilidade masculina ou até, vaticina a equipa, na descoberta de contraceptivos orais masculinos não baseados em hormonas.</p>
<p>A infertilidade masculina afecta 25 por cento dos homens em idade fértil e a falta de mobilidade dos espermatozóides é uma das situações mais frequentes entre estes casos.</p>
<p>A equipa de Edgar Cruz e Silva, do laboratório transdução de sinais do centro de biologia da Universidade de Aveiro, já tinha descoberto algumas pistas inovadoras em relação a este problema masculino. &#8220;Descobrimos que existem outras proteínas, reguladoras da PP1, que, provavelmente, serão o alvo terapêutico mais adequado para abordar estes problemas. Algumas destas proteínas, previamente desconhecidas, foram descobertas e caracterizadas na UA&#8221;, diz sobre os primeiros passo do trabalho no sentido de descobrir as razões moleculares da infertilidade.</p>
<p>Fonte / Escrito por: Público.pt</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20070322/universidade-de-aveiro-identifica-proteinas-envolvidas-na-falta-de-mobilidade-dos-espermatozoides/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cientistas portugueses identificam gene homólogo ao causador da doença de Machado-Joseph</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20070322/cientistas-portugueses-identificam-gene-homologo-ao-causador-da-doenca-de-machado-joseph/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20070322/cientistas-portugueses-identificam-gene-homologo-ao-causador-da-doenca-de-machado-joseph/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2007 10:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genética & Biologia Molecular]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://test.researchcafe.net/wp/20070322/cientistas-portugueses-identificam-gene-homologo-ao-causador-da-doenca-de-machado-joseph/</guid>
		<description><![CDATA[Cientistas portugueses deram mais um passo no conhecimento de uma doença neurológica identificada pela primeira vez em Portugal, ao caracterizarem um gene homólogo do causador dessa patologia, num estudo publicado numa revista norte-americana de biologia experimental. 
Segundo as principais autoras da investigação, Patrícia Maciel e Ana João Rodrigues, do Instituto de Ciências da Vida e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas portugueses deram mais um passo no conhecimento de uma doença neurológica identificada pela primeira vez em Portugal, ao caracterizarem um gene homólogo do causador dessa patologia, num estudo publicado numa revista norte-americana de biologia experimental. <span id="more-1102"></span><br />
Segundo as principais autoras da investigação, Patrícia Maciel e Ana João Rodrigues, do Instituto de Ciências da Vida e da Saúde da Universidade do Minho, o objectivo foi tentar compreender a função biológica, até agora desconhecida, da ataxina-3, uma proteína que é codificada pelo gene responsável pela doença de Machado-Joseph (DMJ).</p>
<p>&#8220;O trabalho consistiu em caracterizar um gene homólogo ao causador da DMJ num pequeníssimo verme chamado Caenorhabditis elegans, o primeiro animal cujo genoma foi completamente sequenciado&#8221;, explicou a cientista Patrícia Maciel à agência Lusa.</p>
<p>&#8220;Esse modelo [C. elegans] é também usado no ensino do sistema nervoso aos alunos de Medicina&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O estudo está na edição online da revista da Federação das Sociedades Americanas de Biologia Experimental (FASEB Journal) e teve também como co-autores Jorge Sequeiros, Cláudia Santos, Maria do Carmo Costa e um grupo de colegas norte-americanos.</p>
<p>A DMJ é uma doença neurodegenerativa com início na idade adulta que provoca perda progressiva das capacidades, sobretudo no que respeita à coordenação motora, e a morte, também gradual, de conjuntos específicos de neurónios.</p>
<p>&#8220;Embora exista uma grande variabilidade clínica nesta doença, os primeiros sintomas são em geral a perda de equilíbrio e dificuldades na marcha, na articulação da fala e no deglutir dos alimentos, bem como defeitos subtis nos movimentos dos olhos&#8221;, referiu Patrícia Maciel.</p>
<p>A doença, ainda incurável, progride para uma dificuldade cada vez maior na coordenação dos movimentos até confinar os pacientes ao leito, mas sem perda das capacidades cognitivas.</p>
<p>Descrita como entidade clínica individual em 1978 pela neurologista portuguesa Paula Coutinho, que a estudou em famílias açorianas e de Portugal continental, esta doença foi depois encontrada noutras partes do mundo.</p>
<p>Segundo Patrícia Maciel, &#8220;o trabalho pioneiro da professora Paula Coutinho abriu portas ao estudo do mapeamento do gene da doença pelo grupo do professor Jorge Sequeiros [do Instituto de Biologia Molecular e Celular, da Universidade do Porto] e iniciou anos de dedicação de vários investigadores portugueses a este tema&#8221;.</p>
<p>Após a identificação do gene causador, tornou-se claro que a doença existia em várias populações, em diversas localizações geográficas, levando ao abandono da sua designação inicial de &#8220;doença açoriana&#8221;, também conhecida no arquipélago por &#8220;doença do tropeção&#8221;.</p>
<p>Passou a chamar-se ooença de Machado-Joseph porque o primeiro caso foi diagnosticado nos anos 70 num descendente de uma família da Bretanha na ilha de São Miguel, chamado William Machado, e logo outro numa família chamada Joseph, residente no norte do estado norte-americano da Califórnia.</p>
<p>Anos mais tarde, em 1994, um grupo japonês clonou o gene causador da doença. O estudo da relação entre as mutações presentes nos doentes e as suas manifestações clínicas foi realizado por Patrícia Maciel, juntamente com os seus colegas Jorge Sequeiros e Paula Coutinho.</p>
<p>O trabalho agora publicado insere-se no esforço desenvolvido pelo grupo de Patrícia Maciel para tentar, por um lado, compreender o mecanismo pelo qual a mutação causadora da DMJ causa a morte neuronal e, por outro, a função biológica da ataxina-3, a proteína que o gene codifica.</p>
<p>Patrícia Maciel é licenciada em Bioquímica e doutorada em Ciências Biomédicas pela Universidade do Porto, docente no curso de Medicina da Escola de Ciências de Saúde da Universidade do Minho e responsável de investigação em Neurociências no Instituto de Ciências da Vida e da Saúde da mesma universidade.</p>
<p>Fonte / Escrito por: Agência Lusa</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20070322/cientistas-portugueses-identificam-gene-homologo-ao-causador-da-doenca-de-machado-joseph/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>nvestigadora portuguesa integra projecto europeu de biologia molecular</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20070209/nvestigadora-portuguesa-integra-projecto-europeu-de-biologia-molecular/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20070209/nvestigadora-portuguesa-integra-projecto-europeu-de-biologia-molecular/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2007 17:32:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genética & Biologia Molecular]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://test.researchcafe.net/wp/20070209/nvestigadora-portuguesa-integra-projecto-europeu-de-biologia-molecular/</guid>
		<description><![CDATA[Maria do Carmo Fonseca, a coordenadora executiva do Instituto de Medicina Molecular em Lisboa, integra a equipa de uma nova Rede Marie Curie de Formação que tem como objectivo compreender melhor as propriedades da cromatina e identificar o seu potencial terapêutico no tratamento do cancro bem como de doenças cardíacas. Esta rede denominada &#8220;Chromatin Plasticity&#8221; está centralizada no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Maria do Carmo Fonseca, a coordenadora executiva do Instituto de Medicina Molecular em Lisboa, integra a equipa de uma nova Rede Marie Curie de Formação que tem como objectivo compreender melhor as propriedades da cromatina e identificar o seu potencial terapêutico no tratamento do cancro bem como de doenças cardíacas. <span id="more-1078"></span>Esta rede denominada &#8220;Chromatin Plasticity&#8221; está centralizada no Laboratório Europeu de Biologia Molecular  e reúne cerca de 13 equipas de I&#038;D académica e industrial de 9 países de todo o mundo.</p>
<p>O projecto irá dispor de um orçamento, para os próximos quatro anos, de 3,7 milhões de euros, verba disponibilizada pela Comissão Europeia, no âmbito do 6º Programa-Quadro.</p>
<p>Fonte / Escrito por: OCES</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20070209/nvestigadora-portuguesa-integra-projecto-europeu-de-biologia-molecular/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Milho transgénico  resiste à praga da broca</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20060929/milho-transgenico-resiste-a-praga-da-broca/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20060929/milho-transgenico-resiste-a-praga-da-broca/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2006 16:42:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genética & Biologia Molecular]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://test.researchcafe.net/wp/20060929/milho-transgenico-resiste-a-praga-da-broca/</guid>
		<description><![CDATA[Centro de Informação de Biotecnologia organizou uma visita a campos de milho  transgénico da região de Elvas, na qual participaram agricultores e  jornalistas. Os agricultores explicaram como esta tecnologia pode ser uma  alternativa na agricultura portuguesa e os motivos pelos quais escolheram  produzir variedades geneticamente modificadas nos seus campos. 
Foi visitada uma  propriedade de José [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Centro de Informação de Biotecnologia organizou uma visita a campos de milho  transgénico da região de Elvas, na qual participaram agricultores e  jornalistas. Os agricultores explicaram como esta tecnologia pode ser uma  alternativa na agricultura portuguesa e os motivos pelos quais escolheram  produzir variedades geneticamente modificadas nos seus campos. <span id="more-923"></span><br />
Foi visitada uma  propriedade de José Maria Rasquilha, o maior produtor de milho Bt em  Portugal, onde foi possível observar a colheita. Verificou-se a boa qualidade  e homogeneidade do milho produzido, assim como a total ausência da broca  – larvas das espécies Sesamia  nonagrioides e Ostrinia  nubilalis -, uma praga que pode destruir em 20 a 60 por cento a cultura  convencional, em algumas regiões do nosso pais. Segundo o agricultor, a  rentabilidade da produção de milho na região de Elvas pode aumentar para  cerca de 15 a  20 por cento, se forem cultivadas variedades transgénicas, também denominadas  como geneticamente modificadas.</p>
<p>Foi ainda visitado um campo  de Maria do Amparo Barbas com ensaios de variedades transgénicas e  convencionais. Constatou-se o ataque da broca nas variedades convencionais e  o efeito mais notável, neste último caso, foi o número reduzido de linhas de  grãos e a presença de galerias e lagartas nas maçarocas, e o seu reduzido peso  quando comparado com as maçarocas de milho Bt.</p>
<p>Benefícios do Milho Bt</p>
<p>Os agricultores referiram  que alguns dos benefícios da produção de milho Bt são: aumento da qualidade do produto, garantia de  máxima produtividade, redução do uso de pesticidas, redução de custos de  produção, redução de impactos ambientais e benefícios financeiros para os  agricultores.</p>
<p>Segundo  Pedro Fevereiro, presidente do CiB: “Os agricultores deixaram claro que  Portugal não deve rejeitar o uso das variedades de milho geneticamente  modificado, aprovadas pela União Europeia. Mas que, observando os cuidados relativos às particularidades inerentes a esta tecnologia, a mesma deve poder  ser avaliada pelos agricultores em cada região e  implementada no caso dos resultados serem positivos. Os agricultores  referiram também que esta é mais uma das ferramentas disponíveis para  rentabilizarem as suas produções de milho e que a utilização destas  variedades não lhes provoca qualquer dependência das empresas fornecedoras das  sementes geneticamente modificadas.</p>
<p>Ñeste encontro estiveram  presentes os agricultores José Maria Telles Rasquilha, Maria do Amparo  Barbas, Gabriela Cruz, Jos Van Archt e Luís Bulhão.</p>
<p>FONTE: CiB</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20060929/milho-transgenico-resiste-a-praga-da-broca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Doenças gástricas: investigadores estudam estirpe portuguesa para desenvolver vacina</title>
		<link>http://test.researchcafe.net/wp/20060928/doencas-gastricas-investigadores-estudam-estirpe-portuguesa-para-desenvolver-vacina/</link>
		<comments>http://test.researchcafe.net/wp/20060928/doencas-gastricas-investigadores-estudam-estirpe-portuguesa-para-desenvolver-vacina/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2006 19:36:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genética & Biologia Molecular]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://test.researchcafe.net/wp/20060928/doencas-gastricas-investigadores-estudam-estirpe-portuguesa-para-desenvolver-vacina/</guid>
		<description><![CDATA[Investigadores da Universidade de Aveiro estão a caracterizar estirpes portuguesas de uma bactéria responsável por doenças gástricas que afecta três quartos da população portuguesa.  
A ideia é contribuir para o desenvolvimento de uma vacina contra as estirpes que afectam os portugueses na perspectiva de que uma vacinação em massa, na idade infantil, poderá reduzir significativamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Investigadores da Universidade de Aveiro estão a caracterizar estirpes portuguesas de uma bactéria responsável por doenças gástricas que afecta três quartos da população portuguesa.  <span id="more-920"></span><br />
A ideia é contribuir para o desenvolvimento de uma vacina contra as estirpes que afectam os portugueses na perspectiva de que uma vacinação em massa, na idade infantil, poderá reduzir significativamente os riscos das doenças gástricas e do duodeno que lhe estão associadas.</p>
<p>A Helicobacter pylori tem sido descrita como sendo uma das bactérias responsáveis por grande parte das doenças gástricas, incluindo o cancro do estômago &#8211; o segundo tipo de carcinoma que mais mortes causa no mundo. Segundo o Departamento de Química da universidade, dois terços da população mundial e 75 por cento da população portuguesa está infectada com esta bactéria.</p>
<p>Um dos problemas da bactéria é que nem sempre se manifesta por não ser reconhecida como estranha, pelo que o organismo não desenvolve anticorpos para a combater e eliminar.</p>
<p>&#8220;Com o conhecimento adquirido nesta investigação podemos verificar se a vacina em desenvolvimento no Canadá se poderá adaptar às nossas especificidades e, no caso de não se poder adaptar, de que forma a vamos modificar para que tal aconteça&#8221;, afirmou o coordenador do projecto Manuel Coimbra, em comunicado.</p>
<p>Como estas doenças são, na maior parte dos casos, tratáveis com antibióticos, outra vantagem da vacina seria ultrapassar a agressividade destes medicamentos e a resistência da bactéria aos mesmos, assinalam os investigadores.</p>
<p>A prioridade desta investigação é caracterizar as estirpes portuguesas da bactéria a partir da sua análise estrutural, o que permitirá desenvolver anticorpos ou mecanismos de combate à infecção que não afectem os grupos sanguíneos.</p>
<p>O projecto, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, está a ser realizado em parceria com o Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto , a Universidade do Minho e um grupo da Universidade de Guelph, no Canadá, líder na investigação sobre a bactéria.</p>
<p>FONTE: Agência Lusa</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://test.researchcafe.net/wp/20060928/doencas-gastricas-investigadores-estudam-estirpe-portuguesa-para-desenvolver-vacina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
