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	<title>researchcafe &#187; Física</title>
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		<title>Conferência, amanhã na Universidade de Aveiro</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 16:21:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Dois caminhos divergiam na florestam e eu – eu tomei o menos viajado, e essa fez toda a diferença*: Cognição e Co-Evolução em Ambientes de Racionalidade Parcial&#8221;
Conferência 7 de Março &#124; 21h30 @ HORIZONTE DA FÍSICA II, Aveiro, 2007.
Grande Auditório do Centro de Congressos de Aveiro, fisUA + Dep. Física da Universidade de Aveiro. Conferência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Dois caminhos divergiam na florestam e eu – eu tomei o menos viajado, e essa fez toda a diferença*: Cognição e Co-Evolução em Ambientes de Racionalidade Parcial&#8221;</p>
<p>Conferência 7 de Março | 21h30 @ HORIZONTE DA FÍSICA II, Aveiro, 2007.<br />
Grande Auditório do Centro de Congressos de Aveiro, <a target="_blank" href="http://www.fisua.pt.vu/">fisUA</a> + Dep. Física da Universidade de Aveiro. Conferência por <a target="_blank" href="http://www.laseeb.org/vramos/">Vitorino Ramos</a>: Vida Artificial, Computação Bio-inspirada e Complexidade,<br />
LaSEEB-IST, Evolutionary Systems and Biomedical Engineering Lab. <span id="more-1092"></span><br />
Aparte do estranho e longo título, os 59 minutos e restantes 60 segundos desta conversa irão deambular pela tangível hibridização de 3 grandes áreas em sistemas complexos que apenas no aparente estado da ciência actual parecem ser difíceis de formar um todo coerente: Auto-Organização, Cognição e Co-Evolução – com aplicações de paradigmas computacionais relacionados e recentemente desenvolvidos em Inteligência Artificial, na resolução de um dos mais ríspidos problemas do mundo real: Ambientes de Racionalidade Parcial, onde a informação é incompleta e as estratégias de decisão a longo-prazo terão &#8211; ainda assim &#8211; que ser tomadas (como exemplo entre outros encontra-se o Dilema do Prisioneiro).</p>
<p>Partindo de diferentes padrões de comportamento em distintos fenómenos como a trajectória de crianças observadas enquanto brincam num recreio, a de pessoas caminhando pelos dinâmicos pisoteios de uma floresta, ou na rota psico-geográfica de turistas acidentais ao longo de grandes cidades, na robótica colectiva, na complexidade das redes neuronais dos nossos cérebros, na construção da sua memória e percepção, na arquitectura emergente ou no clustering de objectos, bem como na exploração espacial desenvolvida por colónias de bactérias e formigas, que só em parte se tratam de random-walks (sublinharei “só em parte”), surpreendentemente chegamos à frase de Robert Frost, como um poderoso conceito de modo a &#8211; com sucesso – interligar e desenvolver de modo inovador uma abordagem robusta à engenharia bottom-up de diferentes sistemas complexos.</p>
<p>Como bem sabemos pela trajectória das nossas vidas, da interacção com os outros na nossa vida social, ou em tantos problemas do mundo-real e da natureza da própria natureza, as rotas estratégicas localmente temporais de mais alto payoff ou mérito, não são geralmente aquelas que conduzem ao mais alto dos sucessos, na nossa permanente busca e processo de exploração. O jogo de xadrez é apenas um exemplo. Um delicado balanço competitivo-cooperativo entre todos os “agentes” que compõem um sistema complexo é na realidade necessário, quando em simultâneo esse balanço parece estar por evolução hard-coded na natureza, exactamente numa região a que se designa por “limiar do caos”. Os últimos 60 segundos serão precisamente dedicados a esta região, para de modo patéticamente atrevido poder afirmar que se calhar e apesar da difícil definição, a inteligência, não é mais que a menor das distâncias entre duas boas ideias. E de que o “Eu” de que Robert Frost falava não me pertence, e antes será sim senão que uma simples formiga, um neurónio, um pássaro voando em bando, ou uma vulgar peça de Lego.</p>
<p>(*) Tradução livre de “Two roads diverged in a wood, and I &#8211; I took the one less travelled by, And that has made all the difference”, Robert Frost (1874–1963), Mountain Interval, 1920.</p>
<p>(**) Vitorino Ramos dedica-se à investigação em Vida Artificial, Computação Bio-inspirada e Sistemas Complexos, desenvolvendo novos paradigmas computacionais nesta áreas. Editou recentemente (Julho – Setembro 2006) dois livros pela Springer-Verlag, intitulados “Stigmergic Optimization” e “Swarm Intelligence in Data Mining”. Os seus algoritmos tem sido aplicados em áreas tão distintas como na Análise de Imagem e Reconhecimento de Padrões, Classificação de Dados, Optimização Dinâmica, Clustering, Previsão, Apreendizagem, Detecção de Cancro da Pele, Sistemas anti-Hacking, Arte Generativa e novos Media, Biologia e Engenharia Biomédica ou na Bolsa de Nova Iorque, entre outras. Para alêm da sua investigação, colabora esporádicamente com a empresa Portuguesa VARIOGRAMA.com no desenvolvimento de novos sistemas. Os seus artigos mais recentes (2000-2005) foram citados internacionalmente mais de 300 vezes. Cinco desses artigos contêm 63, 62, 48, 34, 17 e 15 citações cada.</p>
<p>Fonte: Vitorino Ramos</p>
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		<title>Físicos do Porto desaceleram luz pensando em futuro computador óptico</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Oct 2006 17:25:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Físicos da Faculdade de Ciências do Porto estão a &#8220;desacelerar&#8221; a velocidade da luz, tentando assim contribuir para uma das &#8220;coqueluches&#8221; da investigação mundial: A possibilidade de fabricar processadores e memórias ópticas para futuros computadores ópticos.  Para já, a possibilidade de construir computadores que usem luz em vez de electrões é ainda uma utopia, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Físicos da Faculdade de Ciências do Porto estão a &#8220;desacelerar&#8221; a velocidade da luz, tentando assim contribuir para uma das &#8220;coqueluches&#8221; da investigação mundial: A possibilidade de fabricar processadores e memórias ópticas para futuros computadores ópticos. <span id="more-972"></span> Para já, a possibilidade de construir computadores que usem luz em vez de electrões é ainda uma utopia, mas investigadores de todo o mundo trabalham di ariamente para que tal seja possível, até porque a revolução que isso iria provo car no mundo informático seria brutal.</p>
<p>&#8220;Um computador actual (electrónico) tem uma velocidade de relógio da or dem de um Gigahertz (mil milhões de Hertz). Se o mesmo passasse a funcionar com luz, esta velocidade saltaria automaticamente para os 50 Terahertz (qualquer coi sa como 50 milhões de milhões de Hertz). Na prática, seriam dez mil vezes mais r ápidos que os actuais&#8221;, explicou à agência Lusa Helder Crespo.</p>
<p>Este físico da Faculdade de Ciências do Porto exemplificou: &#8220;Uma operaç ão matemática que actualmente demoraria dois dias a ser concluída por um computa dor normal estaria resolvida em 17 segundos num computador óptico&#8221;.</p>
<p>Para além de acelerar a velocidade das operações informáticas, o uso da luz permitiria que elas fossem efectuadas em simultâneo num número muito maior.</p>
<p>&#8220;A electrónica, como o nome indica, utiliza electrões, que se repelem m utuamente, pelo que as operações possíveis a cada momento são limitadas. A tecno logia da luz usaria fotões, que não sofrem desse problema, pois praticamente não interagem uns com os outros&#8221;", disse.</p>
<p>&#8220;Havendo forma de parar a luz ou reduzi-la para velocidades muito lenta s, será possível aprisioná-la. Ora, se essa luz aprisionada contiver informação e puder ser manipulada, seremos capazes de construir computadores a luz&#8221;, explic ou.</p>
<p>O único problema é que &#8220;ninguém sabe ainda como se faz um computador óp tico digital prático&#8221;, pelo que há muita investigação ainda pela frente.</p>
<p>&#8220;Estamos tão longe de construir um computador óptico quanto estavam dis tantes dos actuais PC`s os cientistas que há 59 anos inventaram o primeiro trans ístor electrónico&#8221;, disse.</p>
<p>Os cientistas já conseguiram uma grande vitória ao elaborarem, graças à fotónica (tecnologia que permite controlar a luz com a própria luz), os primeir os transístores ópticos.</p>
<p>Para já, disse o investigador, &#8220;há ainda muito trabalho de laboratório a realizar&#8221; e foi nesse sentido que o Departamento de Física da Faculdade de Ciê ncias do Porto construiu o seu próprio &#8220;desacelerador&#8221; de luz.</p>
<p>&#8220;Trata-se de uma montagem experimental e não de um aparelho que se poss a comprar no mercado. Tivemos nós de o construir, o que desde logo constituiu um a excelente aprendizagem no que toca à técnica envolvida na operação&#8221;, disse Hel der Crespo.</p>
<p>Numa primeira fase, os investigadores portuenses conseguiram reproduzir em laboratório os resultados do norte-americano Robert Boyd, que em 2003 descob riu que com o recurso a um simples cristal de rubi sintético era possível desace lerar a luz, dos 300 mil quilómetros por segundo, a que ela normalmente &#8220;viaja&#8221;, para apenas 60 metros por segundo, ou seja, 216 quilómetros por hora.</p>
<p>Já desde 1999 que tecnicamente se conseguia esse feito, chegando-se quase a parar a luz, mas para tal era necessário equipamento extremamente comple xo que enchia várias salas e a experiência tinha de ser realizada a uma temperat ura muito próxima do zero absoluto.</p>
<p>Numa segunda fase, os cientistas do Porto, em colaboração com colegas d a Universidade Complutense de Madrid, vão experimentar lasers de tipos diferente s do utilizado por Boyd, procurando generalizar os princípios avançados pelo inv estigador norte-americano.</p>
<p>Hoje basta uma pequena mesa de laboratório com um laser e meia dúzia de aparelhos ópticos para realizar o feito e espera-se que, dentro de alguns anos, qualquer pessoa possa usar nos seus computadores portáteis este verdadeiro &#8220;mil agre da luz&#8221;.</p>
<p>Agência LUSA</p>
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		<title>Prémio Nobel da Física 2006 colabora com a Universidade de Aveiro</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Oct 2006 13:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[George Smoot, um dos dois radioastrónomos a quem foi atribuído o Prémio Nobel da Física este ano, por trabalhos no domínio da radiação cósmica de fundo, colabora há já vários anos, num projecto de investigação que envolve o Instituto de Telecomunicações &#8211; Aveiro. Trata-se do projecto Galactic Emission Mapping (GEM), cujo objectivo é, no essencial, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>George Smoot, um dos dois radioastrónomos a quem foi atribuído o Prémio Nobel da Física este ano, por trabalhos no domínio da radiação cósmica de fundo, colabora há já vários anos, num projecto de investigação que envolve o Instituto de Telecomunicações &#8211; Aveiro. Trata-se do projecto Galactic Emission Mapping (GEM), cujo objectivo é, no essencial, obter um mapa da radiação polarizada emitida pela nossa galáxia (a Via Láctea) no domínio das microondas, numa parceria com o Centro de Astrofísica do IST (CENTRA).<span id="more-937"></span></p>
<p>Financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, este trabalho, inicialmente sugerido pelo próprio George Smoot, está neste momento em fase de instalação de uma antena parabólica de grandes dimensões no centro do Pais, contando já na proposta inicial com a colaboração do laureado como consultor.</p>
<p>Para a fase da realização da instrumentação, para a qual foi submetida nova proposta à FCT no último concurso, o leque de entidades participantes foi alargado e o Nobel, assim como a instituição a que pertence (a Universidade da Califórnia em Berkeley), já figuram respectivamente como investigador e entidade participante.</p>
<p>No essencial, como referiu o Prof. Dinis Magalhães dos Santos, coordenador do projecto e docente no Departamento de Electrónica, Telecomunicações e Informática da UA, «o trabalho envolve a realização de electrónica de muito alta frequência e ultra-baixo ruído, condicionamento de dados e o seu tratamento, e tem portanto grandes afinidades com algumas áreas das Telecomunicações, onde o Instituto de Telecomunicações &#8211; Aveiro tem capacidades adquiridas, pelo que não é de estranhar o grande envolvimento desta instituição».</p>
<p>FONTE: ua_online</p>
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		<title>Computadores quânticos: Cientistas de Coimbra participam em projecto europeu</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um grupo de cientistas do Departamento de Física da Universidade de Coimbra está envolvido num projecto europeu para determinar com precisão o raio do protão, etapa fundamental para o desenvolvimento dos futuros computadores quânticos.

Aplicada aos computadores, a mecânica quântica vai permitir que estes sejam &#8220;muito mais rápidos&#8221;, possibilitando também &#8220;um grande avanço&#8221; na miniaturização, disse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de cientistas do Departamento de Física da Universidade de Coimbra está envolvido num projecto europeu para determinar com precisão o raio do protão, etapa fundamental para o desenvolvimento dos futuros computadores quânticos.<br />
<span id="more-850"></span><br />
Aplicada aos computadores, a mecânica quântica vai permitir que estes sejam &#8220;muito mais rápidos&#8221;, possibilitando também &#8220;um grande avanço&#8221; na miniaturização, disse hoje à agência Lusa o coordenador do projecto, Joaquim Santos. &#8220;Actualmente, para armazenar um bit num computador, são necessários milhares de electrões. Nos computadores quânticos apenas será preciso um, o que permite um enorme salto na miniaturização e no aumento da velocidade de cálculo&#8221;, é sublinhado numa nota da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).<br />
Os investigadores de Coimbra foram escolhidos para participar no projecto europeu, em colaboração com o Prémio Nobel da Física em 2005, Theodor W. Hanch, do Instituto Max Planck para a Óptica Quântica. A medição do raio do protão &#8220;é uma dimensão importantíssima porque vai servir de teste às mais importantes teorias da Física &#8211; electrodinâmica quântica e cromodinâmica quântica&#8221; e a validação destas teorias &#8220;é essencial para a construção, por exemplo, dos computadores da próxima geração&#8221;, explica o coordenador do projecto.<br />
O grupo de investigadores de Coimbra é responsável pelo desenvolvimento de instrumentação para a detecção dos Raios X, &#8220;uma componente importante do equipamento experimental&#8221;. Estes detectores gasosos de última geração, únicos no mundo, poderão medir com &#8220;a máxima precisão o raio do protão&#8221;, numa medição dez vezes superior à actual.<br />
&#8220;Desde a década de 50 têm sido efectuadas inúmeras tentativas para determinar o raio do protão, mas sempre com uma larga margem de erro&#8221;, lê-se ainda na nota da FCTUC. De acordo com Joaquim Santos, no início de 2007, a investigação será testada e espera-se ter então alguns resultados.<br />
FONTE: Agência Lusa (Notícia SIR-8123565)</p>
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		<title>Departamento de Física adquire Estação de Recepção de Satélites Heliossíncronos</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma nova estação de recepção de imagens de satélite está instalada no Departamento de Física da Universidade de Aveiro, desde 23 de Maio. Única no país, a estação consegue obter perfis atmosféricos que permitem determinar, com maior precisão, a previsão do estado do tempo, a temperatura da água do mar e identificar focos de incêndio.

A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova estação de recepção de imagens de satélite está instalada no Departamento de Física da Universidade de Aveiro, desde 23 de Maio. Única no país, a estação consegue obter perfis atmosféricos que permitem determinar, com maior precisão, a previsão do estado do tempo, a temperatura da água do mar e identificar focos de incêndio.<br />
<span id="more-823"></span><br />
A Estação de Recepção de Satélites Heliossíncronos agora instalada no Departamento de Física da UA vem complementar o sistema de recepção de imagens de satélite de baixa resolução já existente naquele Departamento.</p>
<p>Os satélites Heliossíncronos encontram-se a uma altura de cerca de 930 km, apresentam órbitas síncronas com o sol e efectuam uma volta completa em torno da terra em cerca de 103 minutos. A alta resolução, comparativamente aos dados actuais fornecidos pelo satélite geostacionário METEOSAT – que, à altura de 36000 km, se move em simultâneo com o movimento de rotação da Terra, permitindo a monitorização quase contínua do disco planetário voltado para o satélite – é a característica dominante do equipamento.</p>
<p>O funcionamento da estação é explicado pela Prof. Maria Dolores Orgaz, responsável pela Torre Meteorológica. «Como a Terra apresenta o movimento de rotação, o satélite não passa sempre “sobre” a mesma vertical local da Terra. Assim, três segundos antes do satélite apontar no horizonte de visão da antena – instalada no prédio de Física – esta é automaticamente apontada para onde ele deve ser visível pelo receptor, ficando a aguardar o sinal e a transmissão para recepção dos dados. O sistema GPS, pequena antena instalada junto à radoma (cúpula que cobre a antena) fornece a hora, com a devida precisão, para poder receber e acompanhar a órbita do satélite».</p>
<p>Recorde-se que a Estação Meteorológica da Universidade de Aveiro funciona desde 1980 e está incluída na rede nacional de estações climatológicas.</p>
<p>FONTE: ua_online</p>
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