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	<title>researchcafe &#187; Blog</title>
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		<title>O Conta Natura muda de casa</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Nov 2006 18:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Muda de casa e deixa no researchCafe um pequeno texto, da autoria de Sofia J. Araújo.
O blogue de ciência Conta Natura mudou de casa. Deixámos o nosso site no
weblog e estabelecemo-nos por conta própria em www.contanatura.net . Esperamos com esta nova  medida vir a superar alguns problemas de espaço e lentidão que, muitas vezes,  experimentávamos.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muda de casa e deixa no researchCafe um pequeno texto, da autoria de Sofia J. Araújo.</p>
<p>O blogue de ciência Conta Natura mudou de casa. Deixámos o nosso site no<br />
weblog e estabelecemo-nos por conta própria em <a target="_blank" href="http://www.researchcafe.net/www.contanatura.net">www.contanatura.net</a> . Esperamos com esta nova  medida vir a superar alguns problemas de espaço e lentidão que, muitas vezes,  experimentávamos.</p>
<p>O resto continua igual, o mesmo layout, as mesmas piadas, os mesmo  bloguistas, as mesmas discussões!</p>
<p>Mudem os vossos bookmarks e continuem a  visitar-nos e a discutir connosco!!</p>
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		<title>Emprego científico rema contra a maré…</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Nov 2006 17:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao que parece esta segunda-feira, dia 30 de Outubro de 2006, houve uma manifestação de bolseiros intitulada “cientistas nas lonas” e para Novembro está a ser organizada uma feira de emprego científico. Reparem, eu repito: “Emprego Cientifico”!  Quando ninguém sabe o que fazer com um doutorado/mestrado numa empresa, torna-se ainda mais complicada a tarefa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Ao que parece esta segunda-feira, dia 30 de Outubro de 2006, houve uma manifestação de bolseiros intitulada “cientistas nas lonas” e para Novembro está a ser organizada uma feira de emprego científico. Reparem, eu repito: “Emprego Cientifico”! </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"> </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Quando ninguém sabe o que fazer com um doutorado/mestrado numa empresa, torna-se ainda mais complicada a tarefa de fazer entender o porquê de pagar mais a uma pessoa com mais habilitações, num panorama em que se oferece cada vez menos condições/regalias aos contratados. <span id="more-979"></span></font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Ao que parece esta segunda-feira, dia 30 de Outubro de 2006, houve uma manifestação de bolseiros intitulada “cientistas nas lonas” em frente à Assembleia da República. Por mais estranho que possa parecer não existe, em toda a Internet, uma única notícia com os resultados desta acção. Aquela típica notícia “…hoje não-sei-quantos bolseiros gritaram …blá, blá, blá…” não existe! </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"> </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Existem sim algumas notícias a anunciar o evento mas nunca em “locais” de grande tiragem! O que no fundo faz algum sentido, já que a maioria do nosso Portugal desconhece esta classe profissional. Ou talvez os jornalistas não tenham entendido de que se poderiam queixar os “profissionais” de um Ministério que não irá ter cortes orçamentais. Ou ainda porque ninguém se lembrou que isto era uma excelente machadada na bandeira tecnológica de Sócrates!</font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"> </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Mas enfim, o pessoal é jovem e insiste na questão. Em Novembro a Associação dos Bolseiros de Investigação Científica (ABIC) vai organizar uma feira de emprego científico (</font><a href="http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=9494&#038;op=all"><u><font size="2" face="Verdana" color="#800080">http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=9494&#038;op=all</font></u></a><font color="#000000">). Reparem, eu repito: “Emprego cientifico”! Não só emprego no seu real sentido da palavra é uma actividade em vias de extinção &#8211; o que a maioria dos portugueses tem é um trabalho mais e/ou menos temporário – assim como ciência também não é uma coisa que se pense que exista em Portugal – “Nós cá somos bons é no móvel, calçado e têxtil!”.  </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"> </font></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Talvez estejamos entusiasmados com as recentes luzes da comunicação social que têm atingido a ciência portuguesa:</font></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">1.<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none">      </span></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"> Propaganda de Sócrates pró inovação e tecnologia em Portugal.</span></font></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana" /></font><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">2.<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none"><font size="2" face="Verdana">      </font></span></font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"> “Reportagem SIC – Doutores e desempregados” &#8211; (</font><a href="http://sic.sapo.pt/online/noticias/sic+tv/reportagem+sicvisao/20060921+Doutores+e+desempregados.htm"><u><font size="2" face="Verdana" color="#800080">http://sic.sapo.pt/online/noticias/sic+tv/reportagem+sicvisao/20060921+Doutores+e+desempregados.htm</font></u></a><font color="#000000">).</font></span><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><span /></span></font></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">3.<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none">      </span></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"> Notícia de que o Ministério da Ciência e Tecnologia não iria sofre cortes orçamentais.</span></font></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana" /></font><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">4.<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none">      </span></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"> Joana Amaral Dias aparece no “Grandes Portugueses” como Investigadora (mostrando assim que existem!).</span></font></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">No entanto, os anúncios dos jornais não nos deixam esquecer a realidade empresarial portuguesa. Já não se oferece aos candidatos a comerciais carro, telemóvel e portátil, antes pelo contrário, exige-se! Já não negoceiam salários baixos com estagiários, querem-nos de graça! Até num anúncio excepcionalmente raro como este &#8211; “A (…), procura um Doutor ou um Mestre que nos demonstre, com ideias originais e numa relação de excelência no custo/beneficio, que existem novas formas de comunicar os nossos produtos.(…)”, (expressoemprego, 30/09/2006) &#8211; a ignorância dos empregadores é visível.</font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Aquilo que poderá ser exemplo de um passo em frente na empregabilidade de quadros altamente qualificados, acaba por mostrar que no fundo ninguém sabe o que fazer com um doutorado/mestrado numa empresa, tornando ainda mais complicada a tarefa de fazer entender o porquê de pagar mais a uma pessoa com mais qualificações, num panorama em que se oferece cada vez menos condições/regalias aos contratados. </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"> </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000" /></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><font color="#000000">Para completar este quadro de ambiguidades entre ambições e realidade, os centros de emprego exibem escandalosos placares de oferta de emprego repletos de anúncios onde na sua grande maioria a escolaridade exigida é o 9º ano, enquanto se publicita a qualificação superior e o não abandono escolar!</font></font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><font color="#000000"> </font></font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><font color="#000000" /></font></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><font color="#000000"><font color="#000000">Resumindo, a ciência é bandeira de Sócrates mas os bolseiros não tem direito de antena e instiga-se ao emprego qualificado quando ninguém sabe o que fazer com ele! Perante tamanho desfasamento, consola-nos a mente a sabedoria popular “água mole em pedra dura tanto moí até que fora!” ou para os mais eruditos “tudo vale a pena quando a alma não é pequena”. </font></font></font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><font color="#000000"><font color="#000000"> </font></font></font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><font color="#000000">Venha dai o emprego científico!</font></font></span></p>
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		<title>Mais de um mês depois….</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Oct 2006 13:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem provavelmente inúmeras Vanessa Sequeira espalhadas por esse Portugal fora, até mesmo pelo mundo, mas são necessárias 9 páginas no pesquisador Google para se encontrar uma Vanessa Sequeira que não tenha sido assassinada na Amazónia (área rural de Sena Madureira, Acre) a 3 de Setembro de 2006. Esse mundo inesgotável que é a Internet está repleto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Existem provavelmente inúmeras Vanessa Sequeira espalhadas por esse Portugal fora, até mesmo pelo mundo, mas são necessárias 9 páginas no pesquisador Google para se encontrar uma Vanessa Sequeira que não tenha sido assassinada na Amazónia (área rural de Sena Madureira, Acre) a 3 de Setembro de 2006.</font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"> </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Esse mundo inesgotável que é a Internet está repleto de notícias sobre a morte violenta da investigadora portuguesa, algumas bastante pormenorizadas e sensacionalistas. Já para não falar na Blogosfera, entupida de “posts” pessoais e comentários de amigos, conhecidos ou mesmo estranhos que lamentam a sua morte. <span id="more-939"></span></font></span><br />
<span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Mas a memória do povo é curta. Acredito que mais alguns meses passados e Vanessa Sequeira será apenas mais um número numa qualquer estatística sobre violência no Brasil; mais uma notícia chocante que vendeu jornais e fez disparar comentários num qualquer blog. Talvez assim não fosse se este assassínio tivesse sido de conveniência para alguém por Vanessa defender interesses que não interessam ser defendidos. Mas não, por agora morreu simplesmente como tantas outras mulheres no mundo inteiro vítima da violência física e sexual.</font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"> </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Vanessa até morreu no exercício das suas funções profissionais, mas sobre esta parcela da sua vida, pouco se lê nos jornais. Por isso o ResearchCafe decidiu investigar, o que fez em vida esta colega de todos nós.</font></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Infelizmente a dita investigadora portuguesa, tem no seu percurso profissional muito pouco do seu país. Em 1988-1991 frequentou a Universidade de East Anglia, seguido de um Mestrado na Universidade do Pais de Gales, em Bangor, Reino Unido. </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"> </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Em 1999 integrou a </font><a href="http://www.amazonconservation.org/home/index.html"><span style="color: windowtext"><font size="2" face="Verdana">Associação para a Conservação da Bacia Amazónica</font></span></a><font color="#000000"> (ACCA) do Peru, como directora em campo do Projecto Conservando Castanhais, que visa a implementação de um programa de gestão sustentável da castanha como uma alternativa económica e ecológica que permita assegurar a conservação da Amazónia peruana.</font></span></font></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Ao fim de 4 anos Vanessa conseguiu estabelecer as bases para o desenvolvimento deste projecto, levando a ACCA a ser pioneira a nível mundial neste campo.</font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"> </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Em 2004, volta à Universidade do Pais de Gales (School of Environment and Natural Resources), para iniciar um Projecto de doutoramento/Pós doutoramento (?) conjunto entre esta universidade e o </font><a href="http://www.catie.ac.cr%20/"><span style="color: windowtext"><font size="2" face="Verdana">Centro Tropical de Investigação e Ensino Agronómico</font></span></a><font color="#000000"> da Costa Rica, intitulado “Balancing forest conservation and livelihood security of forest dwellers in the Western Brazilian Amazon”. Fazem ainda parte deste estudo a rede de pesquisa em pobreza e meio ambiente (PEN) coordenado pelo </font><a href="http://www.cifor.cgiar.org/pen/_ref/home/index.htm"><span style="color: windowtext"><font size="2" face="Verdana">CIFOR</font></span></a><font color="#000000"> (Center for International Forestry Research) e o </font><a href="http://www.rufford.org/rsg/Projects/VanessaSequeira.html"><span style="color: windowtext"><font size="2" face="Verdana">Programa Rufford de Pequenas Bolsas</font></span></a><font color="#000000">.</font></span></font></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Na pagina da Internet desta ultima instituição pode-se encontrar um pequeno texto introdutório do trabalho de investigação:</font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"> </font></span><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">“Can people really make a living from the forest whilst conserving it, or is there a cost in terms of human welfare and/or conservation of the forest? </span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">This is a particularly complex question in the context of the Amazon rainforest, where perceived values differ according to the interests of each particular stakeholder. If conservation policies and strategies are to be successful, it is fundamental to address the divergent goals of different stakeholders and identify viable solutions to minimize trade-offs between environmental conservation and socio-economic development. These solutions are urgently needed given the annual loss of forest cover of about 18,000 km² in the Brazilian Amazon alone, and where 16% of the original forest cover has been lost over the past decades, threatening both biodiversity conservation and the livelihoods of forest-dwelling people.</span></font><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">The study will determine the impact of forest dwellers&#8217; livelihoods on the forest resources by focusing on case studies from forest frontier areas in Acre, the westernmost state of the Brazilian Amazon. Specific objectives are: </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">1) to identify how households achieve livelihood security through forest-based production systems, and determine the extent to which income is generated through forest resources; </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">2) to determine the impact of livelihood activities on forest conservation; </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">3) to determine actual and potential trade-offs between livelihood security and forest conservation, and identify ways to minimize them. </font></span><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">The fieldwork will principally consist of household level interviews of forest dwellers, complemented with remote sensing techniques. </span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">Information will be collected relating to indicator variables which will subsequently be analysed both qualitatively and quantitatively. </span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">It is aimed to conduct at least 200 household interviews within the study areas over the period of a year.”</span></font></font></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">O que falta a este texto, os resultados obtidos durante dois anos e as conclusões, talvez fique eternamente por redigir mas esperemos que um projecto com tantos parceiros garanta que os dados deste estudo venham a ser realmente úteis a todos.</font></span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></font></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><strong><u><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">Referencias:</font></span></u></strong></font></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><a href="http://altino.blogspot.com/"><span style="color: windowtext"><font size="2" face="Verdana">http://altino.blogspot.com/</font></span></a></span></font></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"> </font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">http://reservasextrativistas.blogspot.com/2006/03/membro-vanessa-sequeira.htm</font></span></font></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">l</font></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">http://www.cifor.cgiar.org/pen/_ref/home/index.htm</font></span></font></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><font color="#000000">http://www.rufford.org/rsg/Projects/VanessaSequeira</font></span></font></span></p>
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		<title>Em Busca de “Uma verdade inconveniente”</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Sep 2006 20:38:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[O filme que tem como principal e único protagonista o ex-futuro presidente da América, Al Gore, estreou em Portugal no dia 14 de Setembro, mas provavelmente poucos foram os que deram pela sua chegada. Não houve um anúncio na televisão, nem um cartaz nas paragens de autocarros, e o número de salas que abrigou esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000">O filme que tem como principal e único protagonista o ex-futuro presidente da América, Al Gore, estreou em Portugal no dia 14 de Setembro, mas provavelmente poucos foram os que deram pela sua chegada. Não houve um anúncio na televisão, nem um cartaz nas paragens de autocarros, e o número de salas que abrigou esta estreia dá (efectivamente) para contar pelos dedos de uma mão: três salas em Lisboa (Amoreiras, UCI Cinemas, Nimas), uma sala no Porto e uma em Coimbra. </font></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000"> </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000">Uma Verdade Inconveniente pertence já à categoria de documentário bem sucedido (vendidos), estando actualmente no terceiro lugar depois de Fahrenheit 9/11 e A marcha dos Pinguins. Portanto, a não perder!!!</font></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000"> </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000">O argumento principal é composto por uma autêntica palestra subordinada ao tema aquecimento global, pontuada com pequenas sequências de carácter pessoal, quer do seu trabalho político, quer da vida privada e familiar. Há quem lhe chame uma performance eminentemente teatral que utiliza uma lógica “ilustrativa” de telejornal, para fazer, simplesmente, politica. Mas quem de nós não ensaia vezes sem conta o discurso de uma apresentação? E principalmente, quem é que não treina as piadas que podem fazer toda a diferença?</font></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000"> </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000">A palestra resume uma quantidade astronómica de dados, alguns privilegiados, resumidos nuns claros e apelativos gráficos, ilustrações ou mesmo vídeos. É de fazer inveja a muito investigador! Para os que ainda tem dúvidas sobre o tema não há que enganar; é ir ver o filme ou comprar o livro que também o há! Para quem não tem dúvidas; é ir ver o filme!</font></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000"> </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000">Uma das matérias mais importantes (no meu entender) é a desmistificação de que o ecológico sai necessariamente mais caro e não é competitivo a níveis empresariais. Uma enorme mensagem para a economia que só cresce na base da confiança (como dizem os entendidos na televisão!) e que se recusa a arriscar no desconhecido de algumas novas tecnologias.</font></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000"> </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000">A segunda grande mensagem é que 6 biliões de pessoas são efectivamente uma força da natureza. Já não são só os tsunamis, os furacões ou os tremores de terra que conseguem alterar algumas coisas no planeta! O Homem é hoje também responsável pelas mudanças no planeta “azulzinho”, as más e as boas! Assim, comprova a notícia da regressão do buraco na camada do ozono, graças ás políticas de eliminação de CFC’s!</font></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000"> </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000">Para finalizar, o que eu chamaria a suprema verdade inconveniente e que resume muito bem a importância de todas as causas ambientais: um slide ilustra uma balança com barras de ouro num prato (sinónimo de lucros) e no outro, o planeta Terra (políticas ambientais). Al Gore comenta: “de um lado temos as barras de ouro… hummm, como eu gostava de ter uma… hummm… mas não tenho! E do outro lado, ah… a Terra. Mas se eu não tiver a Terra?&#8230;” </font></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000"> </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000">Uma Verdade Inconveniente, procure num cinema… nem sempre perto de si!</font></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman" color="#000000"> </font><font size="3"><font color="#000000"><font face="Times New Roman">Lusomundo Dolce Vita Coimbra &#8211; 13h25, 15h40, 18h, 21h40, 23h55</font></font></font><font size="3"><font color="#000000"><font face="Times New Roman" /></font></font></p>
<p><font size="3"><font size="3"><font color="#000000"><font face="Times New Roman">Lusomundo Amoreiras &#8211; 13h15, 15h30, 17h45, 20h, 22h10, 00h30</font></font></font></font></p>
<p><font size="3"><font size="3"><font color="#000000"><font face="Times New Roman">Nimas &#8211; Sala 1 &#8211; 14h30, 17h, 19h30, 22h</font></font></font></font></p>
<p><font size="3"><font size="3"><font color="#000000"><font face="Times New Roman">UCI Cinemas &#8211; Sala 12 &#8211; 14h20, 16h50, 19h, 21h40, 24h</font></font></font></font></p>
<p><font size="3"><font size="3"><font color="#000000"><font face="Times New Roman" /></font><font size="3"><font color="#000000"><font face="Times New Roman" class="contact">Lusomundo NorteShopping &#8211; 13h40, 16h10, 18h40, 21h30, 24h</font></font></font> </font></font></p>
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		<title>researchCafe em manutenção</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<category><![CDATA[researchCafe]]></category>

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		<description><![CDATA[O researchCafe mudou de servidor e está a passar por uma fase de transição, pelo que os Utilizadores poderão encontrar algumas diferenças e anormalidades.
Estamos a trabalhar para repor a normalidade e melhorar os nossos serviços. Não deixe de visitar o researchCafe. O Bartender agradece!

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O researchCafe mudou de servidor e está a passar por uma fase de transição, pelo que os Utilizadores poderão encontrar algumas diferenças e anormalidades.</p>
<p>Estamos a trabalhar para repor a normalidade e melhorar os nossos serviços. Não deixe de visitar o researchCafe. O Bartender agradece!</p>
<p><span id="more-875"></span></p>
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		<title>Brincadeira, competição e avanço da investigação</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>margarida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não deixa de ser curioso como brincadeiras e competições podem fazer avançar a investigação. Um grupo de (criativos) alunos do MIT, escreveu um programa de computador que permite gerar automaticamente, apenas com a introdução do último nome dos autores, artigos científicos. Sim, artigos científicos! Artigos científicos sobre Ciências Computacionais, com gráficos, figuras e até as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não deixa de ser curioso como brincadeiras e competições podem fazer avançar a investigação. Um grupo de (criativos) alunos do MIT, escreveu um <a target="_blank" href="http://pdos.csail.mit.edu/scigen/">programa de computador</a> que permite gerar automaticamente, apenas com a introdução do último nome dos autores, artigos científicos. Sim, artigos científicos! Artigos científicos sobre Ciências Computacionais, com gráficos, figuras e até as respectivas referências.<br />
<span id="more-783"></span><br />
Algum tempo depois, investigadores do Indiana University School of Informatics contra-atacaram, com a criação do  <a target="_blank" href="http://montana.informatics.indiana.edu/cgi-bin/fsi/fsi.cgi">Inauthentic Paper Detector</a>. Este programa pretende detectar se uma documento técnico é autêntico ou não, ou seja, se foi escrito por pessoas ou se a linguagem se assemelha a algo produzido por uma máquina.</p>
<p>Assim, uma brincadeira entre alunos, não só nos põe a pensar no que os computadores são capazes de produzir, como estimula investigadores a criarem um detector de artigos falsos! Enquanto uns fazem artigos falsos, outros são incitados a arranjar meios de detectar essas fraudes.</p>
<p>Fica o desafio, divirtam-se enquanto &#8220;criam&#8221; artigos falsos e depois testem-nos no detector. Já agora, que tal submeterem os vossos artigos científicos ao Inauthentic Paper Detector? O sistema não é infalível, mas vale a pena experimentar.</p>
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		<title>Segundo lugar de &#8220;melhor blogue de ciência/de cientista&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[O researchCafe obteve o segundo lugar na categoria de &#8220;melhor blogue de ciência/de cientista&#8221; num concurso organizado pelo blogue BLOPEs.

Em primeiro lugar ficou o Conta Natura (http://contanatura.weblog.com.pt/) e em terceiro o Caminhos do Conhecimento (http://scienceideias.blogspot.com/).
Os nossos parabéns aos vencedores e obrigada a todos que participaram!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O researchCafe obteve o segundo lugar na categoria de &#8220;melhor blogue de ciência/de cientista&#8221; num concurso organizado pelo blogue BLOPEs.<br />
<span id="more-752"></span><br />
Em primeiro lugar ficou o Conta Natura (http://contanatura.weblog.com.pt/) e em terceiro o Caminhos do Conhecimento (http://scienceideias.blogspot.com/).</p>
<p>Os nossos parabéns aos vencedores e obrigada a todos que participaram!</p>
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		<title>Bioteca: O Primeiro Laboratório de Criopreservação de Células Estaminais Em Portugal</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Investigação]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os anos surgem novas situações de crianças que desenvolvem várias doenças para as quais o transplante de células estaminais é o tratamento com maiores probabilidades de êxito. Isto deve-se à grande capacidade que este tipo de células possui para reconstruir tecidos danificados ou destruídos. Entre as doenças referidas, encontram-se vários tipos de cancro, problemas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><P>Todos os anos surgem novas situações de crianças que desenvolvem várias doenças para as quais o transplante de células estaminais é o tratamento com maiores probabilidades de êxito. Isto deve-se à grande capacidade que este tipo de células possui para reconstruir tecidos danificados ou destruídos. Entre as doenças referidas, encontram-se vários tipos de cancro, problemas com a medula óssea, disfunções hematológicas e diversos tipos de imunodeficiências.</P><br />
<P>Até há bem pouco tempo, a única via para solucionar estes problemas consistia em procurar um dador que fosse o mais compatível possível, de modo a minorar a possibilidade de rejeição do transplante. A maior dificuldade desta opção prende-se com a reduzida probabilidade de encontrar um dador compatível no total da população, que se estima ser inferior a 0,01%. A solução para estes problemas tem vindo a ser desenvolvida já há cerca de duas décadas e passa por utilizar as células estaminais contidas no cordão umbilical de um recém-nascido e conservá-las antes que possam vir a ser necessárias. A recolha na altura do parto é uma oportunidade única na vida de um indivíduo e a criopreservação das células estaminais contidas no cordão umbilical poderá ter um valor inestimável na eventualidade da necessidade futura de utilização deste material biológico como terapia para o próprio indivíduo, ou familiares. Esta solução tem também a grande vantagem de eliminar por completo a possibilidade de rejeição (quando utilizado no próprio indivíduo), permitindo uma resposta imediata e eficiente. </P><br />
<P>A Bioteca é o Primeiro Laboratório em Portugal a assegurar a Criopreservação de células estaminais provenientes do cordão umbilical de recém-nascidos. Para aceder aos serviços da Bioteca, basta aos futuros pais um simples contacto para efectuar o pedido do kit de recolha, o qual deverão levar para a maternidade na altura do parto e entregá-lo à equipa médica que assistirá ao parto. No interior do kit encontram-se as instruções para os pais e para a equipa médica. Após a recolha, o sangue do cordão umbilical é acondicionado numa embalagem especialmente desenvolvida para manter as características da amostra durante o transporte para os laboratórios da Bioteca. Em apenas algumas horas o sangue é recepcionado no laboratório onde é processada e criopreservada a amostra. Os pais recebem algum tempo depois um certificado de criopreservação emitido pela Bioteca. A criopreservação permite a preservação destas células por um período alargado, até que venha a ser necessária a sua recuperação e utilização, segundo um processo rápido e eficiente.</P><br />
<P>A Bioteca assegura e garante a preservação de cada uma das amostras criopreservadas durante o período contratado. Para tal dispõe de um fundo financeiro especialmente criado para o efeito. A participação no capital da Bioteca por parte do Grupo Lena e da PME Capital SCR, conferem a inevitável garantia de solidez financeira que um projecto deste tipo exige.</P><br />
<P>Investigação e Desenvolvimento</P><br />
<P>Esta é uma área de investigação em franco desenvolvimento, prevendo-se que num futuro próximo se concebam ainda mais utilizações terapêuticas para as quais estas células constituam um recurso inestimável.</P><br />
<P>A Bioteca, através do seu Departamento de Investigação e Desenvolvimento aposta também de uma forma bastante determinada na investigação na área das células estaminais, em parceria com o Instituto Superior Técnico (IST), no sentido de encontrar novas aplicações terapêuticas, para além de outras linhas de investigação neste domínio. É também importante salientar que o IST acolhe o único grupo científico português de investigação na área das células estaminais do cordão umbilical.</P><br />
<P>Contactos da Bioteca:</P><br />
<P>Telefone: 210 970 681</P><br />
<P>www.bioteca.pt</P><br /><span id="more-58"></span><br /><P>O que são as células estaminais?</P><br />
<P>Ao longo da vida, o nosso corpo vai sofrendo uma constante renovação dos tecidos de que é composto, devido ao desgaste a que está sujeito. À medida que algumas células envelhecem e morrem têm de ser substituídas por novos elementos, para que se mantenha o equilíbrio. As células estaminais são a origem desses novos elementos que permitem esta renovação constante, pois possuem uma enorme capacidade de se multiplicarem e de se transformarem nos tecidos onde fazem mais falta. No momento do parto, estas células encontram-se no cordão umbilical, de onde podem ser facilmente recolhidas, num processo completamente indolor tanto para a mãe como para o bebé. </P><br />
<P>:: Artigo Escrito e Enviado pela Bioteca ::</P><br />
<P> </P></p>
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		<title>Uma experiência pessoal numa ONG estrangeira</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje em dia é quase impossível um estudante universitário acabar o seu percurso académico, sem que uma parte deste seja passada no estrangeiro. E eu não fui excepção. O último ano, na maioria dos cursos de ciências que ainda se dá ao luxo de providenciar estágios para os seus cursandos, é um ano especial, onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Hoje em dia é quase impossível um estudante universitário acabar o seu percurso académico, sem que uma parte deste seja passada no estrangeiro. E eu não fui excepção. O último ano, na maioria dos cursos de ciências que ainda se dá ao luxo de providenciar estágios para os seus cursandos, é um ano especial, onde cada um tenta focar a sua aprendizagem sobre aquilo que mais lhe agrada. E não foi diferente comigo! Obviamente, e porque a ciência é um imenso mundo onde não existem fronteiras, torna-se especialmente apelativo fazer o estágio num outro país, onde a maneira de aplicar e de ver a ciência será certamente diferente.</SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt"> <?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Eu escolhi Inglaterra por ser, por excelência, um país de observadores de aves. A associação inglesa de nome The Wildfowl &#038; Wetland Trust (WWT), aceitou acolher-me ao abrigo do programa Leonardo Da Vinci, durante 6 meses, para fazer um trabalho sobre Gansos. </SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt"><o:p></o:p></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Neste momento, estou a trabalhar no centro principal da WWT, que está sedeado em Slimbridge, uma pequena aldeia que pouco mais tem para oferecer àqueles que a visitam, que aves. O centro da WWT é constituído por uma série de pequenos lagos, rodeados de áreas verdejantes, um edifício principal, desenhado e concebido para acolher os visitantes, 3 casas familiares, um edifício que alberga o departamento de investigação e a residência para os voluntários. Tanto o departamento de investigação, como a residência, são literalmente sustentados com as ”sobras” do edifício central. A residência nem sequer tem direito a possuir financiamento e o departamento de investigação tem de ser auto-sustentável. O ambiente de trabalho é bastante semelhante ao existente nas universidades ou instituições portuguesas: muito amigável e descontraído, onde toda a gente sabe a vida de toda a gente, em que o circulo de amizades ultrapassa pouco os horizontes da associação, com lugar para intrigas, mal-dizer e desavenças. Mas qualquer semelhança com a realidade lusa acaba aqui. Fui recebida com tal profissionalismo que, por momentos, esqueci-me que era uma simples aluna à procura de ganhar experiência, e não uma bióloga na plenitude das suas capacidade e sabedoria. A Biblioteca desta associação, a nível de publicações periódicas na área de ornitologia, coloca a um canto as bibliotecas da maioria das universidades de Portugal, e está a anos-luz das bibliotecas das organizações não governamentais (ONG) portuguesas. O nível de investigação científica praticado aqui, será qualquer coisa parecida com um ambiente universitário amador, onde a grande preocupação não é trazer algo de extraordinariamente inovador para a ciência, mas sim, produzir conhecimento ou actualizar o que já se soube, com fins muito práticos. </SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt"><o:p></o:p></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Um exemplo elucidativo deste espírito é o trabalho que estou a fazer. As zonas de protecção especial (ZPE) para aves são áreas com um estatuto europeu de protecção designadas por uma razão específica. A grande maioria das ZPE no Reino Unido, delimitadas para proteger gansos e cisnes, são zonas utilizadas por estas espécies, para pernoitar. E porque é que só estes espaços são protegidos? Porque são os únicos que, oficialmente, se sabe que são utilizados por estas aves. É, portanto, importante determinar, oficialmente, que outros locais são frequentados pelos Gansos e Cisnes, a fim de os proteger. Nomeadamente, áreas de alimentação, já que a maioria destas espécies são invernantes no Reino Unido e vêem para aqui, só para se alimentarem, durante o Inverno. Como os ingleses observam as suas aves há bastantes anos, a questão não é tanto não saber onde os gansos e os cisnes se alimentam, mas sim, reunir a informação proveniente de cada parte do país ou ZPE, e compilar e elaborar um relatório que discuta quais os locais prioritários que necessitam de ser protegidos.<SPAN style="mso-spacerun: yes">  </SPAN></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt"><SPAN style="mso-spacerun: yes"></SPAN><o:p></o:p></SPAN> </P><br />
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt"><SPAN style="mso-tab-count: 1">            </SPAN><SPAN style="mso-spacerun: yes"> </SPAN>Em Inglaterra existem 3 grandes ONG’s de ornitologia (British Trust for Ornithology, WWT e Royal Society for Protection birds) e nenhuma delas pode ser comparada com a nossa estimada SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves). Em qualquer uma delas o número de funcionários e a quantidade de trabalho produzido são incrivelmente superiores. Assim como o tipo de aproximação que existe para com o público e para com a conservação. Estas associações possuem terras, onde constroem as suas sedes e edifícios de acolhimento ao público, onde criam lagos para atrair as aves, protegendo-as dos seus predadores com vedações eléctricas e alimentando-as. Mas o mais importante é poder mostrar a diversidade de espécies que aparecem nestes lagos, ao público em geral, e para isso são construídos enormes observatórios, junto dos lagos, proporcionando às pessoas uma agradável visão, sem perturbar as aves, e ao mesmo tempo protegendo-as, já que impossibilita o acesso ao lago. E assim se faz conservação e educação ambiental num só. Uma união que resulta muito bem, a meu ver, já que só dando a conhecer as aves e a sua importância é que podemos exigir que a opinião pública respeite e entenda os sacrifícios que poderão ser necessários fazer para conservar a vida selvagem. No entanto, estas associações inglesas quiseram levar o conceito de “dar a conhecer” mais longe, proporcionando aos seus visitantes, a observação de outras aves que naturalmente não ocorrem naqueles locais, ou que não ocorrem sequer no Reino Unido. Ou seja, cada uma destas ONGs (e não só) possui um jardim ornitológico, ou colecção de aves em cativeiro, o que pode ser muito bonito e frutuoso para a educação ambiental, mas tem trazido, ao longo das centenas de anos que os Ingleses têm este hábito de coleccionar aves, alguns problemas para a conservação da vida selvagem. </SPAN></P><br />
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt"><o:p></o:p></SPAN> </P><br />
<P class=MsoBodyText style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 35.4pt"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Para o bem e para o mal, a política de conservação em Portugal, se é que ela existe, parece ser: a mãe natureza sabe o que faz e por isso, “bem preservar” passa pelo “não intervir”. Mas o pior é que “não intervir” também inclui “não ensinar”, “não dar a conhecer”. Algumas associações Portuguesas conseguem possuir um ou outro terreno e executar acções de educação ambiental, mas estamos muito longe de ter, só para aves, 3 grandes ONG’s que possuam 9 centros e respectivos terrenos espalhados por todo o Portugal, com uma media de 10 pessoas por centro a trabalhar só em conservação/investigação (onde estou, somos 20!). Também é verdade que são poucas as Reservas Naturais (estatais, portanto) existentes no Reino Unido e não conheço o trabalho da Joint Nature Conservation Commitee, o equivalente ao Instituto de Conservação da Natureza em Portugal (ICN). Será que o futuro da conservação tem de passar, obrigatoriamente, para as/pelas ONG’s? Dada a situação actual do ICN e o esforço de algumas ONG’s portuguesas, não é de todo difícil responder afirmativamente e com entusiasmo. Mas será esse o melhor caminho? Ou será esse o único? Sinceramente, de momento não possuo uma opinião bem fundamentada e por isso, gostava de ouvir outras vozes, comentários, especulações, sobre este tema, pelo que convido os leitores a participarem no fórum: &#8220;<A href="http://www.researchcafe.net/component/option,com_simpleboard/Itemid,28/func,view/id,7/catid,11/">Que caminhos para a conservação em portugal</A>&#8220;?</SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt"> <o:p></o:p></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: right" align=right><SPAN lang=PT style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Dora Querido<o:p></o:p></SPAN></P><br /><span id="more-57"></span></p>
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		<title>Pedro Nunes</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pedro Nunes nasceu em Alcácer do Sal, em 1502. Estudou em Salamanca e formou-se em Medicina, ma Universidade de Lisboa. Foi professor de matemática, filosofia moral, lógica e astronomia, tendo leccionado para o infantes D. Luís e D. Henrique (Futuro Cardeal Rei). Em 1529 é nomeado cosmógrafo-mor de D. João III, dedicando-se a questões náuticos.
 
Aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Pedro Nunes nasceu em Alcácer do Sal, em 1502. Estudou em Salamanca e formou-se em Medicina, ma Universidade de Lisboa. Foi professor de matemática, filosofia moral, lógica e astronomia, tendo leccionado para o infantes D. Luís e D. Henrique (Futuro Cardeal Rei). Em 1529 é nomeado cosmógrafo-mor de D. João III, dedicando-se a questões náuticos.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Aos 35 anos publicou “Tratado da Sphera”, que incluía 2 tratados originais, um dos quais expõe uma enorme descoberta: a das linhas de rumo, que descrevem a trajectória de um navio quando mantém um rumo constante. Alguns dos seus contributos para a arte náutica mantêm-se válidos até aos nossos dias. Fez ainda uma revisão minuciosa dos instrumentos e técnicas de navegação. Corrigiu o valor da inclinação máxima do Sol para 23’30’’, valor muito antes fixado em 23’33’, por Abraão Zacuto.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Foi o autor de alguns instrumentos para medir a altura do Sol com precisão, assim como o instrumento de sombras e do anel náutico. Porém, a sua descoberta mais célebre foi o nónio (uma pequena régua adicional que se adapta à escala graduada, junto à qual desliza, permitindo medições muito precisas) que apresentou numa obra considerada pioneira em Portugal: “De Crepusculis”, de 1542.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P><br /><span id="more-48"></span></p>
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