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	<title>researchcafe &#187; Biologia</title>
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		<title>Dinamizadores do projecto de protecção do priolo querem continuar trabalho além de 2008</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 07:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projecto de protecção do priolo, ave ameaçada que apenas existe numa zona da ilha de São Miguel, termina em Setembro, mas os seus impulsionadores pretendem continuar o trabalho de conservação de uma espécie estimada em 400 exemplares. &#8220;Foi feita uma nova candidatura ao projecto LIFE, que permitirá a protecção do priolo e de outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O projecto de protecção do priolo, ave ameaçada que apenas existe numa zona da ilha de São Miguel, termina em Setembro, mas os seus impulsionadores pretendem continuar o trabalho de conservação de uma espécie estimada em 400 exemplares. <span id="more-1324"></span>&#8220;Foi feita uma nova candidatura ao projecto LIFE, que permitirá a protecção do priolo e de outros habitats&#8221;, disse à agência Lusa Joaquim Teodósio, o coordenador do programa de conservação daquela ave, que arrancou no final de 2003.</p>
<p>Com um peso médio de 30 gramas e cerca de 16 centímetros de comprimento, o priolo foi considerado durante muitos anos como uma praga dos laranjais e a crescente destruição do seu habitat natural &#8211; a floresta de Laurissilva &#8211; conduziu-o à classificação de espécie ameaçada.</p>
<p>Em todo o mundo, esta ave apenas pode ser vista numa pequena área da ilha de São Miguel, nomeadamente na Serra da Tronqueira e Pico da Vara.</p>
<p>No âmbito da 4ª edição das Jornadas sobre Conservação do Priolo, iniciativa da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) em conjunto com a Escola Profissional da Povoação, Joaquim Teodósio adiantou à Lusa que um dos indicadores do projecto evidencia &#8220;a recuperação daquela ave&#8221;, que se estima rondar actualmente os 400 exemplares.</p>
<p>&#8220;Nos últimos dois anos verificou-se um aumento no número de priolos observados em São Miguel&#8221;, frisou o coordenador do projecto, embora sem precisar o acréscimo.</p>
<p>O projecto LIFE Priolo engloba quatro grandes áreas de actuação, que passam pela monitorização da espécie, sensibilização e educação ambiental das populações, criação de legislação específica e reflorestação de uma parcela do habitat natural com plantas endémicas.</p>
<p>&#8220;Com um orçamento de 2,8 milhões de euros, o projecto tem tido um impacto muito significativo na economia local e regional, chegando a empregar 30 pessoas dos concelhos do Nordeste e Povoação&#8221;, lembrou o coordenador, acrescentando tratar-se de um programa com apoios comunitários e regionais.</p>
<p>De acordo com a SPEA, encarregue de levar a cabo o projecto, já foram investidos mais de um milhão e meio de euros para aquisição directa de bens ou serviços em empresas locais.</p>
<p>Joaquim Teodósio adiantou ainda que ao longo do projecto foi possível &#8220;alargar&#8221; a área classificada como zona de Protecção Especial para o Priolo, &#8220;de 2.000 para 6.000 hectares&#8221;, de modo &#8220;a proteger toda a zona de distribuição da ave no mundo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Foram retiradas todas as plantas que ponham em causa a floresta de Laurissilva, e plantadas mais 150 mil espécies endémicas produzidas em viveiros&#8221;, indicou.</p>
<p>Além da SPEA, que faz parte da organização mundial BirdLife Internacional, o projecto LIFE Priolo inclui as direcções regionais do Ambiente e Recursos Florestais, Câmara Municipal do Nordeste, Universidade dos Açores e a Royal Society for the Protection of Birds.</p>
<p>Fonte / Escrito por: Lusa, Público</p>
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		<title>Químicos de detergentes podem estar ligados à infertilidade humana</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 07:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Compostos químicos presentes em detergentes e lançados em zonas costeiras através dos esgotos estão a provocar alterações hormonais em amêijoas brancas que podem estar relacionados com problemas de infertilidade de quem as consome, diz uma especialista da Universidade do Algarve.O fenómeno foi detectado pela primeira vez em Portugal no rio Guadiana por uma equipa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Compostos químicos presentes em detergentes e lançados em zonas costeiras através dos esgotos estão a provocar alterações hormonais em amêijoas brancas que podem estar relacionados com problemas de infertilidade de quem as consome, diz uma especialista da Universidade do Algarve.<span id="more-1323"></span>O fenómeno foi detectado pela primeira vez em Portugal no rio Guadiana por uma equipa de investigadores do Grupo de Ecotoxicologia e Química Ambiental do Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA) da Universidade do Algarve (UAlg).</p>
<p>A alteração sexual em búzios &#8211; que provoca que fêmeas se tornem machos -, já era conhecida, mas a alteração inversa na amêijoa branca (ou lambujinha) é um fenómeno mais recente, disse uma especialista.</p>
<p>Segundo Maria João Bebiano, coordenadora daquele grupo, alguns compostos de detergentes ou medicamentos lançados no ambiente através dos esgotos estão a alterar o funcionamento normal do sistema endócrino das amêijoas brancas.</p>
<p>O fenómeno dá pelo nome de &#8220;intersex&#8221; e consiste na existência simultânea de características femininas e masculinas no mesmo organismo, sendo que a tendência é que as amêijoas &#8220;macho&#8221; se tornem em fêmeas, explica a investigadora.</p>
<p>Estas alterações podem não só implicar falhas reprodutivas e consequentes rupturas nos &#8220;stocks&#8221; de amêijoas brancas como afectar o funcionamento hormonal das pessoas que as ingerem, diz a especialista.</p>
<p>Embora tenha menos valor comercial e seja menos consumida do que a amêijoa preta, a branca acumula componentes químicos que podem estar relacionados com alguns problemas de infertilidade ou diminuição de esperma em humanos, segundo Maria João Bebiano.</p>
<p>Isto porque os efluentes, apesar de parcialmente tratados, mantêm uma carga tóxica, o que podia ser atenuado se as Estações de Tratamento de Águas Residuais (Etar) estivessem preparadas para tratar esses compostos.</p>
<p>&#8220;As Etar não se adaptaram tecnologicamente ao que é lançado no ambiente e não tratam derivados de detergentes ou medicamentos rejeitados pelas pessoas, o que faz com que se produza um &#8216;cocktail&#8217;&#8221;, observa a investigadora.</p>
<p>Depois do fenómeno ter sido detectado no rio Guadiana, uma equipa de dez investigadores do CIMA está agora a fazer levantamentos noutros locais do Algarve, nomeadamente na Ria Formosa, nas zonas de Tavira e Faro.</p>
<p>O fenómeno também ocorre nos búzios, à escala mundial, mas é causado pelos compostos químicos presentes nas tintas utilizadas nos cascos dos barcos e que servem para evitar a fixação de alguns organismos.</p>
<p>&#8220;Basta uma pequena concentração de químicos para provocar isto, o equivalente a duas chávenas de chá numa piscina olímpica&#8221;, exemplifica a investigadora, salientando que o fenómeno é quase tão perigoso como as alterações climáticas.</p>
<p>Segundo Maria João Bebiano, deveria haver um controlo mais rigoroso dos compostos químicos expelidos nos efluentes ou a tentativa de encontrar no mercado produtos alternativos aos detergentes comuns.</p>
<p>A equipa do CIMA que está a estudar o fenómeno vai começar a recolher amostras de amêijoas e a analisá-las em laboratório com a finalidade de verificar se estão a ocorrer mudanças de sexo, esperando-se que haja resultados em Setembro.<br />
Fonte / Escrito por: Lusa, Público</p>
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		<title>1º Curso Avançado em Microscopia Electrónica para as Ciências da Vida</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 12:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Universidade de Aveiro, através dos Departamentos de Biologia e Engenharia Cerâmica e do Vidro, e em conjunto com a Rede Nacional de Microscopia Electrónica, CEMUP, IBILI, IGC e UTAD, está a promover o 1º Curso Avançado em Microscopia Electrónica para as Ciências da Vida. A formação vai decorrer em dois blocos: o primeiro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade de Aveiro, através dos Departamentos de Biologia e Engenharia Cerâmica e do Vidro, e em conjunto com a Rede Nacional de Microscopia Electrónica, CEMUP, IBILI, IGC e UTAD, está a promover o 1º Curso Avançado em Microscopia Electrónica para as Ciências da Vida. <span id="more-1288"></span>A formação vai decorrer em dois blocos: o primeiro de 31 de Janeiro a 1 de Fevereiro e o segundo, dias 14 e 15 de Fevereiro. As inscrições (rnme_ua@cv.ua.pt) são limitadas a 12 participações.</p>
<p>O objectivo deste curso é actualizar conhecimentos nas modernas técnicas de microscopia electrónica, nas vertentes de TEM e SEM, e respectivos métodos de preparação de amostras, com aplicações em estudos biológicos, num largo espectro de domínios que vão desde a biologia, às ciências médicas e ciências agrárias, à bioengenharia e engenharia de tecidos.</p>
<p>A componente prática da formação, que se pretende valorizar adequadamente, dita que o número de formandos desta primeira edição do curso seja de apenas 12, pelo que os interessados devem proceder à inscrição o mais brevemente possível, através dos seguintes contactos:</p>
<p>Dra. Vera Fernandes<br />
Email: rnme_ua@cv.ua.pt<br />
Tel: 00351 234 372 586<br />
Fax: 00351 234 370 204<br />
Departamento de Engenharia Cerâmica e do Vidro<br />
Universidade de AveiroCampus Universitário de Santiago<br />
3810-193 Aveiro</p>
<p>Fonte / Escrito por:  ua_online</p>
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		<title>Investigador português premiado por estudo da pré-linguagem nos macacos</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 17:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O  investigador Ricardo Gil da Costa recebe hoje o prémio investigação do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) por um estudo que admite um mecanismo de pré-linguagem nos macacos semelhante àquele que actua no cérebro humano. Com um reportório de 10 a 12 vocalizações diferentes, o estudo concluiu que quando confrontados com sons com significado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O  investigador Ricardo Gil da Costa recebe hoje o prémio investigação do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) por um estudo que admite um mecanismo de pré-linguagem nos macacos semelhante àquele que actua no cérebro humano. <span id="more-1274"></span>Com um reportório de 10 a 12 vocalizações diferentes, o estudo concluiu que quando confrontados com sons com significado, em contraste com outros escolhidos ao acaso, o córtex cerebral dos macacos “rhesus” tinha uma vasta reacção.</p>
<p>“No fundo, em vez de haver uma activação específica de determinada área, constatou-se uma reacção em diversas áreas que se estendia a todo o cérebro. Existem diferenças significativas entre o mero processo de percepção auditiva e a reacção que o cérebro apresenta com sons com significado”, explica ao PUBLICO.PT Ricardo Gil da Costa.</p>
<p>Será que a única barreira que distingue o Homem dos outros animais – a linguagem – deixou de existir? Não. O que foi identificado nas reacções dos macacos &#8220;rhersus&#8221; foi uma espécie de pré-linguagem que não se assemelha à linguagem humana.</p>
<p>Ricardo Gil da Costa desfaz possíveis equívocos: “é importante que fique claro que a linguagem humana não é igual à pré-linguagem analisada nos macacos “rhesus”. A nossa linguagem é composta por três elementos: fonética, semântica e sintaxe. É a partir dela que estruturamos pensamentos abstractos sobre o passado e futuro. Por seu turno, estes animais verificam apenas 10 a 12 tipos de focalizações durante toda a sua vida. Não têm capacidade de recursão – tanto quanto sabemos esta capacidade não está presente em mais nenhum animal que não o homem &#8211; , por isso, não produzem um fluxo contínuo de informação passado-futuro. Têm um condicionamento limitado a determinada percepção”.</p>
<p>O estudo que só agora está a ser premiado começou a ser desenvolvido em 2004. Depois de numa segunda fase ter sido provado que os macacos “rhersus” têm sistemas de representação conceptual semelhantes aos humanos, caminha-se para um novo estudo, ainda em fase inicial, que pretende explorar o que se passa com mamíferos como as focas e os golfinhos. “Estes animais também têm procedimentos de vocalização mas o seu cérebro tem uma evolução análoga, ao contrário da evolução cerebral homóloga dos humanos”, afirma Gil da Costa.</p>
<p>O investigador Português, que estará durante os próximos três anos no Salk Institute for Biological Sudies”, na Califórnia, afirma estar agora numa fase de introspecção onde para além de novas espécies serão também testados novos procedimentos. “ As técnicas de imagiologia testadas no primeiro estudo foram substituídas por métodos de electrocelegrafia que permitem denotar a diferença entre dois estímulos distintos na mesma área, coisa que não era possível com a imagiologia”.</p>
<p>A aplicação prática destes estudos em humanos já está a ser levada a cabo. Um projecto a decorrer na Faculdade de Medicina de Lisboa aplica o desenvolvimento do estudo de geologia cerebral, desenvolvido por Ricardo Gil-da-Costa, na recuperação de doentes com perturbações de linguagem.<br />
Fonte / Escrito por: Público</p>
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		<title>Biólogo português vai estudar crocodilos do deserto Sahara</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 13:03:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O biólogo português José Carlos Brito, da Universidade do Porto, está a preparar um projecto de investigação sobre os crocodilos que vivem em pequenas lagoas no deserto do Sahara, financiado com 20 mil euros pela National Geographic Society.&#8220;Pode parecer um bocado estranho, mas há mesmo crocodilos no meio do deserto, são populações que sobreviveram à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O biólogo português José Carlos Brito, da Universidade do Porto, está a preparar um projecto de investigação sobre os crocodilos que vivem em pequenas lagoas no deserto do Sahara, financiado com 20 mil euros pela National Geographic Society.<span id="more-1272"></span>&#8220;Pode parecer um bocado estranho, mas há mesmo crocodilos no meio do deserto, são populações que sobreviveram à desertificação&#8221;, afirmou hoje o investigador, recordando que &#8220;o Sahara não era um deserto há quatro ou cinco mil anos&#8221;. Estes animais vivem actualmente em pequenas lagoas, algumas apenas com cem metros quadrados, nas montanhas do Tagant, na Mauritânia, onde José Carlos Brito chegará em Setembro para iniciar os trabalhos de campo.</p>
<p>Um dos principais objectivos desta investigação está relacionado com o processo de evolução destes animais ao longo dos últimos milhares de anos em que viveram em pequenos micro-habitats isolados.</p>
<p>&#8220;Vamos recolher amostras do máximo número possível de crocodilos para tentar perceber a evolução que houve (relativamente aos animais que ali ficaram isolados há quatro ou cinco mil anos)&#8221;, salientou.</p>
<p>A bolsa de investigação, que a National Geographic atribuiu ao biólogo português, envolve um trabalho sobre a população de peixes, anfíbios e répteis existentes na Mauritânia, destacando-se a questão dos crocodilos como um objectivo específico.</p>
<p>&#8220;A ideia é fazer uma espécie de atlas da distribuição dos peixes, anfíbios e répteis em todo o território da Mauritânia&#8221;, frisou o investigador, que acabou de chegar daquele país africano, naquela que foi a primeira viagem ao terreno para começar a preparar o trabalho que tem pela frente.</p>
<p>José Carlos Brito, do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto, prevê regressar à Mauritânia em Setembro de 2008 e na Primavera de 2009, em ambos os casos para permanências de dois meses e meio.</p>
<p>Este investigador é o primeiro português a receber duas bolsas de investigação da National Geographic, depois desta instituição lhe ter financiado, em 2004, um projecto sobre as lagartixas-de-dedos-denteados (Acanthodactylus erythrurus).</p>
<p>Na sequência desse trabalho, que o levou a percorrer vários países da África Ocidental, José Carlos Brito publicou dois artigos científicos, que se juntaram aos mais de 30 trabalhos que já publicou em várias revistas científicas mundiais.</p>
<p>Fonte/ Escrito por: Lusa</p>
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		<title>Mais uma patente para a UE</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 09:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Universidade de Évora é detentora de mais uma patente nacional. A invenção refere-se à criação de meios líquidos nutritivos para o crescimento do fungo Pochonia chlamydosporia, para a produção de clamidósporos e é reconhecido como inventor o Eng.º Carlos Franco, docente do Departamento de Fitotecnia. Esta invenção surge no âmbito do esforço de investigação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade de Évora é detentora de mais uma patente nacional. A invenção refere-se à criação de meios líquidos nutritivos para o crescimento do fungo <em>Pochonia chlamydosporia</em>, para a produção de clamidósporos e é reconhecido como inventor o Eng.º Carlos Franco, docente do Departamento de Fitotecnia. <span id="more-1258"></span>Esta invenção surge no âmbito do esforço de investigação que vem sendo realizado no Laboratório de Micologia Aplicada da UE, desde 1998, cujos principais objectivos incluem estudar a relação tri-trófica fungo-NGR-planta (tomateiro) e a partir do conhecimento gerado, produzir tecnologia que possa contribuir para a produção dum método de luta biológica, eficaz contra os NGR.</p>
<p>Anteriormente a esta invenção, só era possível produzir clamidósporos de P.c. por fermentação em cultura sólida, processo mais difícil de utilizar industrialmente e com custos substancialmente mais elevados. Este esforço é particularmente relevante porque os NGR são responsáveis por uma importante doença radicular em muitas plantas cultivadas na agricultura mediterrânica nomeadamente a portuguesa, especialmente as culturas hortícolas e frutícolas, incluindo a videira, o tomateiro e a batateira. Esta doença assume uma importância crucial na horticultura intensiva, uma vez que o NGR infecta aproximadamente 100 % das estufas nas principais regiões hortícolas do nosso país, levando, com os níveis médios de infestação geralmente encontrados, a perdas elevadas (10-40%) na produção.</p>
<p>Os meios de luta actualmente mais utilizados para combater o NGR em agricultura intensiva recorrem ao uso de pesticidas químicos de síntese. O desenvolvimento de métodos de luta biológica vem assumindo cada vez maior importância devido aos problemas associados à utilização dos métodos de luta químicos, que possuem todos, em maior ou menor grau, efeitos secundários indesejáveis para a saúde humana e para o meio ambiente.</p>
<p>Os meios líquidos nutritivos permitem produções superiores a 106 clamidósporos/ml, através da utilização de processos de fermentação líquida facilmente utilizáveis. Os clamidósporos são facilmente extraídos por processos de extracção e separação de partículas em suspensão. Estes poderão ser, posteriormente, colectados em massa para formular produtos para utilizar em luta biológica do fungo nematófago P. chlamydosporia contra os NGR (Meloidogyne spp.), quer em ensaios em pequena escala, quer em situações à escala comercial.<br />
Fonte / Escrito por: Universidade de Évora</p>
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		<title>Mexilhões artificiais introduzidos no mar para avaliar poluição</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Nov 2007 17:04:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de 250 mexilhões artificiais vão ser introduzidos no Rio Arade, Portimão, ao abrigo de um projecto das universidades do Algarve e Hong Kong que visa averiguar o nível de poluição com metais pesados no mar. Os mexilhões artificiais vão ser lançados ao mar em pequenas gaiolas de rede na terça-feira, onde deverão permanecer por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 250 mexilhões artificiais vão ser introduzidos no Rio Arade, Portimão, ao abrigo de um projecto das universidades do Algarve e Hong Kong que visa averiguar o nível de poluição com metais pesados no mar. <span id="more-1252"></span>Os mexilhões artificiais vão ser lançados ao mar em pequenas gaiolas de rede na terça-feira, onde deverão permanecer por três meses, até serem recolhidos e enviados para a China, onde o seu conteúdo será analisado.</p>
<p>Por ser um bivalve considerado um bom instrumento para avaliar os níveis de poluição marinha, a Universidade de Hong Kong desenvolveu um protótipo de mexilhões artificiais capaz de monitorizar a concentração de metais tóxicos.</p>
<p>Além do Algarve, também estão a ser colocados protótipos idênticos &#8211; que são na realidade pequenos tubos de acrílico -, na costa dos Estados Unidos, Austrália e noutros locais da Europa, para averiguar o nível mundial de contaminação metálica no mar.</p>
<p>Os mexilhões artificiais têm pouco mais de dois centímetros de diâmetro e cerca de seis de comprimento, possuindo no seu interior uma resina gelatinosa &#8211; uma espécie de «estômago» -, que retém os metais tóxicos.</p>
<p>As vantagens na utilização de bivalves que imitem os naturais passam por evitar recorrer a espécies vivas e por uma maior rapidez na obtenção de resultados, disse à Lusa a coordenadora do grupo do Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA) responsável pelo projecto.</p>
<p>De acordo com Maria João Bebianno, os protótipos serão colocados no estuário do Rio Arade, em Portimão, por ser um dos locais identificados como tendo os níveis de poluição mais elevados na costa Sul, a par de Olhão.</p>
<p>Além dos artificiais, serão recolhidos no local mexilhões naturais em igual número e colocados também dentro de gaiolas, para comparar o comportamento de ambos, precisou a líder da equipa algarvia.</p>
<p>A introdução dos bivalves no mar acontece terça-feira às 10h no estuário do Arade, Portimão, e será acompanhada por investigadores da Universidade de Hong Kong.</p>
<p>Lusa / SOL</p>
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		<title>Investigadoras portuguesas descobrem que as bactérias adaptam-se mil vezes mais depressa</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 16:06:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo da autoria de quatro investigadoras portuguesas, publicado na revista &#8220;Science&#8221;, conclui que as bactérias conseguem adaptar-se mil vezes mais rapidamente do que se pensava — uma descoberta que poderá ser usada para medir a capacidade de resistência a tratamentos e antibióticos. 
Totalmente financiado e realizado em Portugal, o estudo utilizou uma técnica para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo da autoria de quatro investigadoras portuguesas, publicado na revista &#8220;Science&#8221;, conclui que as bactérias conseguem adaptar-se mil vezes mais rapidamente do que se pensava — uma descoberta que poderá ser usada para medir a capacidade de resistência a tratamentos e antibióticos. <span id="more-1187"></span><br />
Totalmente financiado e realizado em Portugal, o estudo utilizou uma técnica para identificar as mutações das bactérias que lhes conferem vantagens em termos da capacidade de resistência, concluindo que estes organismos &#8220;têm um potencial adaptativo extraordinariamente elevado&#8221;.</p>
<p>Isabel Gordo, umas das quatro investigadoras do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), explicou que as bactérias &#8220;adaptam-se muito mais rapidamente do que até agora era admitido&#8221;.</p>
<p>&#8220;Pensava-se que tinham uma capacidade de adaptação mil vezes inferior ao que observámos. Este estudo é um contributo substancial para a compreensão de um problema central na teoria da evolução&#8221;, disse a investigadora.</p>
<p>De acordo com a responsável, as conclusões desta pesquisa &#8220;têm implicações importantes ao nível da saúde pública, nomeadamente na resistência a antibióticos e medicamentos&#8221;.</p>
<p>A descoberta pode &#8220;servir de alerta, pois significa que vai ser mais difícil controlar estes microorganismos do que se pensava&#8221;, sublinhou.</p>
<p>Descoberta com várias implicações</p>
<p>O estudo é também um contributo importante para as investigações relacionadas com o cancro, já que perceber o processo adaptativo dos organismos contribui também para compreender o processo de mutação e a rapidez com que ocorre nas células, explicou a cientista. Isto porque, explicou, &#8220;os princípios de adaptação das bactérias são válidos para qualquer organismo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Seriam precisos cerca de 20 mil anos para tirar conclusões de um processo semelhante na espécie humana, já que o estudo analisou mil gerações de bactérias e, em humanos, cerca de 20 anos separam cada geração&#8221;, disse.</p>
<p>A investigação foi feita usando a E. coli, uma bactéria de laboratório que se encontra no organismo humano, tendo sido analisadas mil gerações de bactérias.</p>
<p>Este é o primeiro trabalho da investigadora a ser publicado na revista &#8220;Science&#8221;, motivo de enorme satisfação e orgulho para Isabel Gordo, bem como para as três colegas que consigo trabalharam neste projecto. &#8220;A &#8216;Science&#8217; é tudo o que um investigador pode querer no seu currículo&#8221;, explicou.</p>
<p>A investigação foi realizada por Isabel Gordo, Lília Perfeito, Lisete Fernandes e Catarina Mota, do Instituto Gulbankian de Ciência, que contaram com o apoio de bolsas e contratos de investigação da Fundação para a Ciência e Tecnologia.</p>
<p>Esta éa quinta publicação do IGC na &#8220;Science&#8221; e nas revistas do grupo &#8220;Nature&#8221;, só em 2007.</p>
<p>Fonte / Escrito por: Lusa</p>
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		<title>Expedição ao banco Gorringe por jovens Biólogos Portugueses em 2007</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jul 2007 10:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Genética & Biologia Molecular]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O GEO &#8211; Grupo de Estudos Oceânicos, está a organizar uma expedição ao monte submarino GORRINGE chamada Oasis Marinhos Portugueses – Missão 1. 
Terá início a 15 de Julho de 2007 (até 1 de Agosto; ou em Setembro, dois períodos de espera por condições meterologicas favoráveis). A expedição efectuará censos de aves e cetáceos e recolhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O GEO &#8211; Grupo de Estudos Oceânicos, está a organizar uma expedição ao monte submarino GORRINGE chamada Oasis Marinhos Portugueses – Missão 1. <span id="more-1167"></span><br />
Terá início a 15 de Julho de 2007 (até 1 de Agosto; ou em Setembro, dois períodos de espera por condições meterologicas favoráveis). A expedição efectuará censos de aves e cetáceos e recolhas de material biológico no local e no trajecto. Prevê igualmente a realização e edição de um documentário vídeo. Alguns grupos de trabalho do Departamento de Oceanografia e Pescas, entre outros, estão em conversações para a obtenção de amostras no local.</p>
<p>A bordo estará presente o nosso colega José Nuno Pereira que tem como tarefas principais a amostragem de paralarvas de cephalopodes e filmagens subaquáticas. Acompanhe a expedição em <a target="_blank" href="http://www.researchcafe.net/www.geo-oasis.info">www.geo-oasis.info</a> .</p>
<p>Fonte / Escrito por: <a target="_blank" href="http://www.horta.uac.pt/intradop/">http://www.horta.uac.pt/intradop/</a></p>
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		<title>Campanha oceanográfica vai estudar fundo do mar dos Açores</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2007 08:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre 15 de Maio e meados de Junho, uma equipa de investigadores portugueses vai estudar o fundo do mar dos Açores, no âmbito da proposta de extensão da soberania náutica além das 200 milhas náuticas que deverá ser entregue às Nações Unidas até 13 de Maio de 2009. 
&#8220;Vamos fazer um levantamento hidrográfico sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 15 de Maio e meados de Junho, uma equipa de investigadores portugueses vai estudar o fundo do mar dos Açores, no âmbito da proposta de extensão da soberania náutica além das 200 milhas náuticas que deverá ser entregue às Nações Unidas até 13 de Maio de 2009. <span id="more-1133"></span></p>
<p>&#8220;Vamos fazer um levantamento hidrográfico sobre a natureza do fundo submarino para ver se as áreas que vão ser alvo de observação correspondem ao material recolhido junto das ilhas açorianas. Isso vai servir para fundamentar a nossa proposta&#8221;, explicou o responsável da Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMPEC).</p>
<p>Na campanha, onde participam cientistas de várias universidades e instituições nacionais, serão testados novos equipamentos, desenvolvidos especificamente para este trabalho, explicou Manuel Pinto de Abreu.</p>
<p>Os estudos hidrográficos começaram em Abril com o navio hidrográfico &#8220;NRP D. Carlos I&#8221; e vão prosseguir com o &#8220;NRP Almirante Gago Coutinho&#8221;.</p>
<p>A campanha vai estar centrada inicialmente nas ilhas de São Miguel, São Jorge e Terceira, para testar os procedimentos de amostragem e obter dados para universidades com as quais foram celebrados protocolos.</p>
<p>Na segunda parte vão ser cartografados os montes submarinos existentes a Sul dos Açores e recolhidas amostras de sedimentos e rochas do fundo marinho para caracterizar a sua composição geoquímica e o seu significado geodinâmico.</p>
<p>O percurso do navio e as operações a bordo vão poder ser acompanhadas diariamente através do site da EMEPC (www.emepc.pt).</p>
<p>A extensão da plataforma continental está actualmente circunscrita às 200 milhas de costa que demarcam a Zona Económica Exclusiva (cerca de 300 quilómetros).</p>
<p>A área da Plataforma Continental à qual Portugal poderá estender a sua jurisdição corresponde a um limite entre a sua Zona Económica Exclusiva e 350 milhas náuticas medidas a partir de uma linha base ou até uma distância que não exceda 100 milhas náuticas da isobatimétrica (uma linha de profundidade) de 2500 metros.</p>
<p>O conhecimento do fundo submarino é fundamental para garantir que a proposta está de acordo com os requisitos da Convenção das Nações Unidas sobre Direito do Mar e para saber o que é que existe.</p>
<p>Além do desenvolvimento científico-tecnológico no domínio dos mares, a extensão da plataforma continental prende-se com uma afirmação estratégica de Portugal, que pretende garantir mais território e maior controlo marítimo.</p>
<p>Fonte / Escrito por: Agência Lusa</p>
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