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	<title>researchcafe &#187; Biografias</title>
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		<title>Pedro Nunes</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografias]]></category>
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		<description><![CDATA[Pedro Nunes nasceu em Alcácer do Sal, em 1502. Estudou em Salamanca e formou-se em Medicina, ma Universidade de Lisboa. Foi professor de matemática, filosofia moral, lógica e astronomia, tendo leccionado para o infantes D. Luís e D. Henrique (Futuro Cardeal Rei). Em 1529 é nomeado cosmógrafo-mor de D. João III, dedicando-se a questões náuticos.
 
Aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Pedro Nunes nasceu em Alcácer do Sal, em 1502. Estudou em Salamanca e formou-se em Medicina, ma Universidade de Lisboa. Foi professor de matemática, filosofia moral, lógica e astronomia, tendo leccionado para o infantes D. Luís e D. Henrique (Futuro Cardeal Rei). Em 1529 é nomeado cosmógrafo-mor de D. João III, dedicando-se a questões náuticos.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Aos 35 anos publicou “Tratado da Sphera”, que incluía 2 tratados originais, um dos quais expõe uma enorme descoberta: a das linhas de rumo, que descrevem a trajectória de um navio quando mantém um rumo constante. Alguns dos seus contributos para a arte náutica mantêm-se válidos até aos nossos dias. Fez ainda uma revisão minuciosa dos instrumentos e técnicas de navegação. Corrigiu o valor da inclinação máxima do Sol para 23’30’’, valor muito antes fixado em 23’33’, por Abraão Zacuto.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Foi o autor de alguns instrumentos para medir a altura do Sol com precisão, assim como o instrumento de sombras e do anel náutico. Porém, a sua descoberta mais célebre foi o nónio (uma pequena régua adicional que se adapta à escala graduada, junto à qual desliza, permitindo medições muito precisas) que apresentou numa obra considerada pioneira em Portugal: “De Crepusculis”, de 1542.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P><br /><span id="more-48"></span></p>
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		<title>Garcia de Orta</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Garcia de Orta nasceu em 1499 (?), em Castelo de Vide. Em 1534 parte para a Índia, instalando-se em Goa, onde ficou a viver durante 30 anos, até à sua morte, cerca de 1568.
 
Durante a sua permanência na capital indiana, exerceu medicina e recolheu, estudou e descreveu os espécimes, assim como as suas aplicações. Divulgou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Garcia de Orta nasceu em 1499 (?), em Castelo de Vide. Em 1534 parte para a Índia, instalando-se em Goa, onde ficou a viver durante 30 anos, até à sua morte, cerca de 1568.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Durante a sua permanência na capital indiana, exerceu medicina e recolheu, estudou e descreveu os espécimes, assim como as suas aplicações. Divulgou várias espécies novas e corrigiu muitas imprecisões sobre espécimes existentes.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Editou um livro em 1563, “Colóquios dos simples, e drogas he cousas mediçinais da Índia, e assi daiguas frutas achadas nella onde se tratam alguas cousas tocantes a mediçina, pratica, e outras cousas boas, pera saber&#8230;”, um dos primeiros manuscritos a ser impresso na Índia. Trata-se de uma vasta lista de informações sobre plantas e remédios da Índia. A sua precisão é tal que cada espécime é citado por vários nomes comuns pelos quais é conhecido, indicando a sua proveniência, morfologia, aplicações e rotas marítimas de chegada à Índia – indicações que permitem ainda hoje identificar as espécies. Nestes “Colóquios” Garcia de Orta descreveu não só várias espécies conhecidas, mas também outras novas e algumas mal conhecidas.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Foi um dos primeiros autores a descrever o coqueiro, as especiarias e espécies de aloés, dos quais relata os seus efeitos gástricos e purgativos, a sua acção no fluxo sanguíneo e as suas múltiplas aplicações externas.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Garcia de Orta faleceu em 1568 e foi um pioneiro na botânica médica e da ciência moderna. O seu maior contributo para a medicina foi o facto de desfazer vários erros sobre as aplicações medicinais de diversas plantas.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P><br /><span id="more-50"></span></p>
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		<title>António Nunes Ribeiro Sanches</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[António Nunes Ribeiro Sanches nasceu em 1699, em Penamacor, estudou em Coimbra e licenciou-se em Medicina, na Universidade de Salamanca. Exerceu medicina durante pouco tempo em Benavente e, aos 27 anos, parte para o estrangeiro, devido ao medo da Inquisição. Passou por Génova, Montpellier, Londres, Bordéus e Leiden, na Holanda. 
 
Em 1731 Ribeiro Sanches entra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>António Nunes Ribeiro Sanches nasceu em 1699, em Penamacor, estudou em Coimbra e licenciou-se em Medicina, na Universidade de Salamanca. Exerceu medicina durante pouco tempo em Benavente e, aos 27 anos, parte para o estrangeiro, devido ao medo da Inquisição. Passou por Génova, Montpellier, Londres, Bordéus e Leiden, na Holanda. </FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Em 1731 Ribeiro Sanches entra ao serviço da corte russa, país no qual permanece durante 16 anos.<SPAN style="mso-spacerun: yes">  </SPAN>Desempenha funções como médico do exército imperial, em São Petersburgo, como médico do Corpo de Cadetes, segundo médico da Imperatriz Ana Ivanova, membro da Academia Imperial das Ciências de São Petersburgo – promovendo a troca de obras e correspondência entre esta instituição e a Academia Real de História de Lisboa. </FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Terá sido Ribeiro Sanches que, por volta de 1744, salvou a princesa Catarina da Rússia (mais tarde conhecida como Catarina, a Grande) da morte, aos 15 anos. Em 1747, novamente com medo das perseguições religiosas, deixa a Rússia e parte para Paris, onde viria a falecer, aos 84 anos, em 1783.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Em 1750 publica “Dissertação sobre a Origem da Doença Venérea” e em 1756 “Tratado de Conservação da Saúde dos Povos”, entre outras obras.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Muitos dos seus apontamentos foram mais tarde introduzidos na reforma de ensino em Portugal, devido à sua importante aplicação prática. Médico e filosofo, Ribeiro Sanches foi uma figura maior da Medicina portuguesa e, apesar de ter abandonado cedo o seu país, nunca deixou de estar atento á sua evolução e promoveu sempre o intercâmbio científico com Portugal.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P><br /><span id="more-49"></span></p>
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		<title>Luiz Saldanha</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Luiz Saldanha nasceu em Lisboa, a 16 de Dezembro de 1937 e, com apenas 15 anos começou a mergulhar com tubo e máscara, na costa da Arrábida. Em 1957 participa pela primeira vez numa missão científica, a bordo do navio Faial, enquanto colaborador do Instituto de Biologia Marinha.
 
Conclui a licenciatura em Ciências Biológicas, na Faculdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Luiz Saldanha nasceu em Lisboa, a 16 de Dezembro de 1937 e, com apenas 15 anos começou a mergulhar com tubo e máscara, na costa da Arrábida. Em 1957 participa pela primeira vez numa missão científica, a bordo do navio <I style="mso-bidi-font-style: normal">Faial</I>, enquanto colaborador do Instituto de Biologia Marinha.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Conclui a licenciatura em Ciências Biológicas, na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa em 1961, vendo adiado o sonho do mergulho profissional devido à Guerra em Angola, onde permanece durante cerca de 2 anos. Apesar das condições adversas, consegue explorar o território e até recolher espécimes que mais tarde seriam integrados na colecção do Museu Bocage (Lisboa). De volta a Portugal, é admitido como naturalista no Museu Bocage, onde recolhe e organiza inúmero material.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Em 1966 Saldanha integra uma missão na Madeira, a campanha do batíscafo <I style="mso-bidi-font-style: normal">Arquimède</I> e do navio <I style="mso-bidi-font-style: normal">Jean Charcot</I>, cujo objectivo era estudar as populações de bentos presentes até aos 4600m de profundidade e na qual se tornou o primeiro português a mergulhar a 3300m de profundidade. No ano de 1967 vai para Marselha, onde se forma como ecologista marinho, através de um estágio na Station Marine d’Endoume e no Centre d’Oceanographie de Marseille. Nos anos seguintes realiza diversos estágios e trabalhos científicos em vários locais do mundo.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Foi um dos responsáveis, em 1975, pelo renascer do Laboratório Marítimo da Guia, que hoje é uma referência nacional na formação e investigação na área da biologia marinha. Entre 1977 e 1982 foi o responsável pela parte biológica do estudo ambiental do Estuário do Tejo.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Entretanto, em 1978 um forte incêndio destrói por completo o seu laboratório, na Faculdade de Ciências de Lisboa. Em concordância com o seu espírito, Luiz Saldanha não desiste e continua a investigar e a leccionar, actividade que muito o apaixona, tornando-se um marco incontornável na Oceanografia portuguesa. Tem centenas de trabalhos publicados em revistas científicas nacionais e internacionais.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Defendeu a criação da Reserva Marítima da Arrábida e foi um dos fundadores e primeiro Presidente do Instituto do Mar. Eram da sua autoria os textos da série televisiva “O Mar e a Terra”. Em 1994 participa na sua última missão, a DIVA2, a bordo do submersível <I style="mso-bidi-font-style: normal">Nautile</I>, ao largo dos Açores; antes descobriu, também ao largo dos Açores, uma fonte hidrotermal submarina. </FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Faleceu em 1997, em Cascais, deixando um vasto legado: descobertas, publicações científicas e, claro, as suas inconfundíveis ilustrações, que fazia com uma facilidade notável. Foram-lhe atribuídos vários prémios e títulos, alguns póstumos. Em sua homenagem foram baptizadas algumas espécies, uma das quais muito recentemente. Luiz Saldanha foi biólogo marinho, ilustrador científico, mergulhador, professor catedrático e cientista, tendo vivido, sobretudo, para o mar, a sua grande paixão.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P><br /><span id="more-47"></span></p>
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		<title>José Vicente Barbosa du Bocage</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Biografias]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[José Vicente Barbosa du Bocage, nasceu em 1823 no Funchal e obteve o grau de bacharel em Medicina na Universidade de Coimbra em 1846. Em 1849 é convidado para Lente de Anatomia e Fisiologia Comparada e Zoologia, na Escola Politécnica.
A partir de 1858 fica responsável pelo estudo, classificação e organização de inúmeras obras depositadas na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>José Vicente Barbosa du Bocage, nasceu em 1823 no Funchal e obteve o grau de bacharel em Medicina na Universidade de Coimbra em 1846. Em 1849 é convidado para Lente de Anatomia e Fisiologia Comparada e Zoologia, na Escola Politécnica.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>A partir de 1858 fica responsável pelo estudo, classificação e organização de inúmeras obras depositadas na Escola Politécnica e provenientes da Academia das Ciências. Barbosa du Bocage criou então o Museu Nacional de História Natural. Publicou o livro “Ilustrações Práticas” para promover a forma correcta de recolha e preparação de espécimes animais para o Museu. Durante mais de 50 anos estudou a fauna de Portugal e das colónias, dando-nos a conhecer exemplares novos, tal como a <I style="mso-bidi-font-style: normal">Chioglossa lusitanica</I>, uma salamandra do Norte do País. Descreveu mais de 200 espécies de vertebrados, entre outros animais, até então desconhecidas. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Presidiu a Sociedade de Geografia entre 1877 e 1883. Barbosa du Bocage foi médico, zoólogo e ministro dos Negócios Estrangeiros em 1890, aquando do ultimato britânico e o fundador da zoologia sistemática em Portugal. Morreu em Lisboa, em 1907. Foi sobretudo um homem fora do seu tempo, com uma impressionante capacidade de dedicação.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P><br /><span id="more-46"></span></p>
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		<title>Félix de Avellar Brotero</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Félix de Avellar Brotero, nasceu em Santo Antão de Tojal, corria o ano de 1744. Após um início na carreira eclesiástica da qual desiste, parte para o exílio em França, em 1778. Permaneceu 12 anos nesse país, onde conviveu com ilustres cientistas, como Daubenton, Lamarck, Buffon e Condorcet. Foi nessa época que adoptou o apelido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Félix de Avellar Brotero, nasceu em Santo Antão de Tojal, corria o ano de 1744. Após um início na carreira eclesiástica da qual desiste, parte para o exílio em França, em 1778. Permaneceu 12 anos nesse país, onde conviveu com ilustres cientistas, como Daubenton, Lamarck, Buffon e Condorcet. Foi nessa época que adoptou o apelido Brotero, que significa o “amantes dos mortais”.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><SPAN style="mso-spacerun: yes"> </SPAN>Em 1788 publica a sua primeira obra, o “Compêndio de Botânica ou Noçoens Elementares desta Siencia, segundo os melhores escritores modernos, expostas na língua Portugueza”, onde apresentou mais de 30 estampas da sua autoria e que, durante anos, foi uma obra de referência no ensino da Botânica em Portugal. Com a Revolução Francesa, em 1789, tornou-se cronista da <I style="mso-bidi-font-style: normal">Gazeta de Lisboa</I>, narrando os acontecimentos dessa epopeia. Um ano mais tarde regressa a Portugal e em 1791 é nomeado Lente, na Universidade de Coimbra.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Percorre o País de Norte a Sul e dos seus trabalhos resulta a publicação da “Flora Lusitânica”, publicada integralmente com o seu dinheiro. Resultado das invasões Francesas, a sua casa é roubada e vários dos seus livros pilhados. Brotero foge para Lisboa, onde é nomeado, em 1815, Director do Real Jardim e do Jardim Botânico da Ajuda, cargo que assumia, ainda que a título provisório, desde 1810. </FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Apesar da idade avançada foi eleito deputado e presidente da comissão de agricultura do primeiro parlamento nacional, aos 76 anos, em 1821.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Morreu em Lisboa, em 1828, deixando publicadas 26 obras e tornando-se num nome de peso da Botânica portuguesa e deixando o seu nome associado a algumas famílias de plantas, das muitas que identificou pela primeira vez. Ainda funciona, em Coimbra, a Sociedade Broteriana, que pretende perpetuar o legado deste investigador português.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P><br /><span id="more-45"></span></p>
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		<title>D. Carlos I</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[D. Carlos I nasceu a 28 de Setembro de 1863, filho de D. Luís e D. Maria Pia de Sabóia e iniciou as suas campanhas no mar em 1896, com 33 anos, numa altura em que em Portugal, poucos eram os estudos sobre o mar. D. Carlos I seguiu com muito interesse as campanhas do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>D. Carlos I nasceu a 28 de Setembro de 1863, filho de D. Luís e D. Maria Pia de Sabóia e iniciou as suas campanhas no mar em 1896, com 33 anos, numa altura em que em Portugal, poucos eram os estudos sobre o mar. D. Carlos I seguiu com muito interesse as campanhas do navio <I style="mso-bidi-font-style: normal">Challenger</I>, que inaugurou o estudo científico dos oceanos.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Encontrou no príncipe Alberto do Mónaco, também ele um oceanógrafo reconhecido, um amigo, com quem trocou durante anos, correspondência e troca regular dos respectivos trabalhos de pesquisa.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Em 1896 inicia os seus estudo e pesquisas a<SPAN style="mso-spacerun: yes">  </SPAN>bordo dos quatro iates <I style="mso-bidi-font-style: normal">Amélia</I>, conduzindo campanhas nos 12 anos que se seguem. D. Carlos tinha por hábito registar e ilustrar as observações que fazia nas muitas campanhas em que participou, resultando em fantásticas aguarelas no seu caderno de registos. Recolheu inúmeros e estranhos organismos das profundezas recorrendo a dragagens e melhorando alguns instrumentos utilizados. Procedia a medições de parâmetros, análises de plâncton, estudo de correntes e utilização de sondas. </FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>D. Carlos mandou montar um laboratório em Cascais para onde eram levadas as amostras colhidas a bordo, depositadas depois em aquários. Mais tarde, a sala de fumo do <I style="mso-bidi-font-style: normal">Amélia III</I> foi convertido em laboratório, para poupar esforços.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Um dos assuntos que muito preocupava o rei era a pesca, actividade de enorme importância económica para o país. D. Carlos foi o autor de uma das primeiras obras sobre os tubarões da costa portuguesa e estudou métodos novos para a conservação dos espécimes. A sua colecção, quer de espécimes marinhos quer de instrumentos pode ser observada no Aquário Vasco da Gama, em Lisboa.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>D. Carlos I pode não ter ficado para a história como um rei exemplar, mas o seu contributo para a Oceanografia portuguesa é indiscutível, sendo o seu mérito reconhecido também a nível internacional, tendo-lhe sido atribuídos inúmeros prémios e diplomas de várias sociedades e academias.</FONT></SPAN></P><br /><span id="more-44"></span></p>
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		<title>Carlos Ribeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Carlos Ribeiro nasceu em Lisboa, em 1813 e é conhecido como um dos fundadores da paleontologia e geologia no nosso país. Apesar de ter nascido numa família muito humilde, a sua vontade de estudar levou-o a prosseguir os estudos. Após uma passagem pela Guerra Civil, em 1834, matricula-se na Academia Real da Marinha, em Lisboa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Carlos Ribeiro nasceu em Lisboa, em 1813 e é conhecido como um dos fundadores da paleontologia e geologia no nosso país. Apesar de ter nascido numa família muito humilde, a sua vontade de estudar levou-o a prosseguir os estudos. Após uma passagem pela Guerra Civil, em 1834, matricula-se na Academia Real da Marinha, em Lisboa, onde conclui o curso de artilharia e de engenharia, com distinção. </FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Durante vários anos realiza muitas excursões e trabalho de inspecção de minas e pedreiras, percorrendo quase todo o território nacional. Foi pioneiro nos estudos de geologia aplicada à exploração mineira e foi mais tarde enviado à Europa para contactar diversas Academias de Ciências, para adquirir bibliografia e colecções mineralógicas e geológicas, tudo material inexistente em Portugal. Entusiasmado, regressa ao seu País e decide proceder ao seu levantamento geológico.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Em 1863, durante uma excursão ao vale do Tejo, descobre os concheiros de Muje, uma das estações arqueológicas mais importantes a nível mundial e uma das mais antigas, que remontam ao período Mesolítico. Descobre ainda um conjunto de grutas artificiais em Palmela.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Em 1868 assume a função de Director da Secção de Trabalhos Geológicos, que desempenha até falecer. Em 1876 publica, com Nery Delgado, a primeira carta geológica de Portugal à escala 1:500.000, que recebe uma medalha de prata em Paris.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>As investigações e o trabalho dedicado de Carlos Ribeiro deram origem ao IX Congresso Internacional de Antropologia e Arqueologia Pré-históricas, em 1880 em Lisboa, um marco importante nas ciências da terra em Portugal, do qual foi o principal promotor. Faleceu em Lisboa, dois anos após o Congresso.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P><br /><span id="more-43"></span></p>
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		<title>Bartolomeu de Gusmão</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bartolomeu de Gusmão nasceu no Brasil, em 1684 e foi ordenado padre jesuíta em 1709. Viajou até Lisboa, onde apresentou ao rei, D. João V a sua máquina voadora. O “Padre Voador” afirmava ter “descoberto hum instrumento para andar pelo ar da mesma sorte, que pela terra (&#8230;)&#8221;, a qual baptizaram de “passarola”. Com medo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Bartolomeu de Gusmão nasceu no Brasil, em 1684 e foi ordenado padre jesuíta em 1709. Viajou até Lisboa, onde apresentou ao rei, D. João V a sua máquina voadora. O “Padre Voador” afirmava ter “descoberto hum instrumento para andar pelo ar da mesma sorte, que pela terra (&#8230;)&#8221;, a qual baptizaram de “passarola”. Com medo do ser plagiado, Bartolomeu de Gusmão terá rasgado todos os desenhos do seu aparelho, pelo que todas as gravuras existentes são fantasiadas.</FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>A passarola não invento único na vida do padre jesuíta. São da sua autoria outros engenhos úteis como um que servia para elevar água até ao seminário da Baía, que se situava alguns metros acima da fonte.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Bartolomeu de Gusmão foi o primeiro a verificar o velho princípio de Arquimedes, aplicado a um balão aerostático, fazendo uma das descobertas científicas mais importantes de todos os tempos. Porém, num meio cientificamente muito pobre, a sua descoberta não foi compreendida pelos seus contemporâneos. </FONT></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Verdana; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT"><FONT size=2>Perseguido por se relacionar com cristãos-novos, fugiu para Toledo em 1724, onde faleceu, nesse mesmo ano. Mais uma vez, temendo que lhe roubassem a ideia do balão de ar quente, queimou todos os seus apontamentos e papéis, não deixando assim nenhuma prova da sua extraordinária descoberta.</FONT></SPAN></P><br /><span id="more-42"></span></p>
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		<title>João Magueijo</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[João Magueijo nasceu em Évora, há 36 anos. Licenciou-se em Física na Faculdade de Ciências na Universidade de Lisboa e, devido à dificuldade de fazer cosmologia em Portugal, mudou-se para Cambridge, em Inglaterra. Assegurou uma bolsa do Trinity College para fazer o mestrado e o doutoramento em Cambridge, onde acabou por permanecer como investigador mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan"><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">João Magueijo nasceu em Évora, há 36 anos. Licenciou-se em Física na Faculdade de Ciências na Universidade de Lisboa e, devido à dificuldade de fazer cosmologia em Portugal, mudou-se para Cambridge, em Inglaterra. Assegurou uma bolsa do Trinity College para fazer o mestrado e o doutoramento em Cambridge, onde acabou por permanecer como investigador mas desta feita no St. John&#8217;s College. Desenvolveu trabalho de investigação no St John College, na Universidade de Cambridge.</SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan"><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan"><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">João Magueijo leu Einstein pela primeira vez aos 11 anos e é autor de uma teoria que veio questionar a<SPAN style="mso-spacerun: yes">  </SPAN>permissa mais básica por trás da Teoria da Relatividade de Einstein: a de que a velocidade da luz no vácuo é sempre constante.<o:p></o:p></SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan"><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">Ousou pôr em causa um dos pilares da Física moderna, ao afirmar que a velocidade da luz nem sempre foi constante, questionando um dos pressupostos da Teoria da Relatividade formulada por Albert Einstein, precisamente o postulado de que a velocidade da luz é imutável.</SPAN></P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan"><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><o:p></o:p></SPAN> </P><br />
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: widow-orphan"><SPAN style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">Presentemente lecciona Física Teórica no Imperial College, em Londres.<o:p></o:p></SPAN></P><br /><span id="more-39"></span></p>
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