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	<title>researchcafe &#187; Astronomia &amp; Investigação Espacial</title>
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		<title>MCTES inaugura estação de rastreio de satélites da ESA nos Açores</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 14:54:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia & Investigação Espacial]]></category>

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		<description><![CDATA[A Agência Espacial Europeia (ESA) e o Estado Português, através do Governo Regional dos Açores, construíram uma estação de rastreio de satélites na ilha de Santa Maria, infra-estrutura que o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago, vai inaugurar na quinta-feira, 17 de Janeiro.A cerimónia de inauguração conta com a participação do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Espacial Europeia (ESA) e o Estado Português, através do Governo Regional dos Açores, construíram uma estação de rastreio de satélites na ilha de Santa Maria, infra-estrutura que o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago, vai inaugurar na quinta-feira, 17 de Janeiro.<span id="more-1278"></span>A cerimónia de inauguração conta com a participação do Director Geral da ESA, Jean Jacques Dordain, bem como do Presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, entre outras individualidades.</p>
<p>A nova infra-estrutura da ESA, dotada de uma antena com 5,5 metros de diâmetro, vai funcionar numa base permanente para executar as funções principais de rastreio dos lançadores Ariane e receber dados dos satélites de observação da Terra, o que cria condições para a existência de um centro de competências em Portugal neste domínio, e potencia a participação nacional na rede Galileo e no GMES (Global Monitoring for Environment and Security).</p>
<p>A estação de rastreio, que está implantada no Monte das Flores, Santa Maria, Açores, encontra-se pronta a seguir os lançadores disparados da base de Kourou, na Guiana Francesa, já a partir do início de 2008 quando o Ariane 5 transportar o ATV (Automated Transfer Vehicle) “Jules Verne” numa operação de reabastecimento da Estação Espacial Internacional (ISS).</p>
<p>O equipamento de recepção da estação encontra-se dentro de três contentores instalados sobre uma plataforma de betão e o edifício da nova infra-estrutura contém um sistema gerador de energia para garantir que não há falhas durante o rastreio dos lançadores. O edifício, o grupo gerador e as restantes infra-estruturas são uma contribuição portuguesa através da Região Autónoma dos Açores.</p>
<p>O Ministro Mariano Gago assinou em Dezembro de 1999 o acordo de adesão de Portugal à ESA, organização que visa a cooperação europeia no âmbito da investigação e tecnologia espaciais. A construção desta estação decorre de um acordo específico assinado a 26 de Novembro de 2005 entre Mariano Gago e o Director Geral da ESA, com a presença do Secretário Regional da Habitação e Equipamento do Governo Regional dos Açores.</p>
<p>A ESA, formalmente fundada em 1973 com o objectivo de dotar a Europa de capacidade espacial independente, tem como prioridades responder às necessidades do programa espacial europeu e dos países membros, e aumentar a competitividade da indústria europeia.</p>
<p>Fonte / Escrito por: MCTES</p>
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		<title>Governo açoriano subscreve Carta de Regiões Europeias utilizadoras de tecnologias espaciais</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 12:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia & Investigação Espacial]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Açores são a única Região portuguesa que assinou, na passada terça-feira, na cidade francesa de Toulouse, uma Carta que vai permitir a Regiões de 11 países da Europa constituírem uma rede de utilizadores de tecnologias espaciais. O secretário Regional da Habitação e Equipamentos do Governo dos Açores, José Contente, vai subscrever a Carta sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Açores são a única Região portuguesa que assinou, na passada terça-feira, na cidade francesa de Toulouse, uma Carta que vai permitir a Regiões de 11 países da Europa constituírem uma rede de utilizadores de tecnologias espaciais. <span id="more-1267"></span>O secretário Regional da Habitação e Equipamentos do Governo dos Açores, José Contente, vai subscrever a Carta sobre a Criação e Aplicação da Rede das Regiões Europeias Utilizadoras das Tecnologias Espaciais &#8211; NEREUS. O governante açoriano adiantou que os Açores serão, assim, &#8220;fundadores&#8221; desta rede de Regiões Europeias que já se comprometeram a criar uma associação de utilizadores de tecnologias espaciais.</p>
<p>Esta Carta será o &#8220;primeiro passo&#8221; para a formalização da associação NEREUS, explicou José Contente, para quem a participação açoriana neste projecto prova o empenho do Arquipélago em criar um &#8220;cluster&#8221; ligado a este tipo de tecnologia.</p>
<p>Esta rede vai operar ao nível político, através de contactos entre as Regiões, instituições europeias e a Agência Espacial Europeia (ESA), mas também ao nível operacional, com a troca de experiência e de investigação entre os territórios que a integram, explicou José Contente.</p>
<p>Fonte / Escrito por: Agência Lusa</p>
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		<title>Universidade de Évora inaugura Sistema Solar em Estremoz</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 15:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia & Investigação Espacial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[É evidente que não se trata do próprio Sistema Solar, pois tendo este sido formado cerca de 4 500 milhões de anos antes do Homem, não necessita de inauguração. No entanto, trata-se da inauguração de um dos poucos Sistemas Solares à escala existentes no Mundo, sendo o segundo em toda a Europa. A inauguração, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É evidente que não se trata do próprio Sistema Solar, pois tendo este sido formado cerca de 4 500 milhões de anos antes do Homem, não necessita de inauguração. No entanto, trata-se da inauguração de um dos poucos Sistemas Solares à escala existentes no Mundo, sendo o segundo em toda a Europa. A inauguração, que decorre no dia 1 de Setembro, é feita por Suas Excelências o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o Sr. Reitor da Universidade de Évora e o Presidente da Câmara Municipal de Évora. <span id="more-1195"></span>O que torna este Sistema Solar tão especial, é o facto de tanto as dimensões dos planetas como as das suas órbitas estarem à mesma escala. Com efeito, devido à vastidão do espaço pelo qual se distribuem os planetas, a generalidade das representações do Sistema Solar estão profundamente distorcidas sendo as órbitas representadas a uma escala e os planetas a uma outra bastante maior; esta situação leva a uma visão incorrecta do Universo que nos impede de perceber a verdadeira dimensão do vazio onde habitamos.</p>
<p>Na sua procura, não só de divulgação da Ciência e Tecnologia, mas também de levar as pessoas a olharem de uma forma diferente para o Mundo a que pertencemos, o Laboratório de Investigação de Rochas Industriais e Ornamentais da Universidade de Évora (LIRIO) em colaboração com o Centro Ciência Viva de Estremoz e a Câmara Municipal de Estremoz conceberam a construção de um Sistema Solar em que, não só os planetas e as suas órbitas estão representados à mesma escala, mas também os planetas mais pequenos são visíveis à vista desarmada. Este facto só é possível pois a representação do Sistema Solar que se propõe realizar não ficará confinada a um edifício, nem mesmo à cidade de Estremoz, antes se irá desenvolver por todo o concelho de Estremoz.</p>
<p>O &#8220;Sistema Solar à escala em Estremoz&#8221;, <a target="_blank" href="http://www.poloestremoz.uevora.pt/cienciaCidade"><font color="#000066">www.poloestremoz.uevora.pt/cienciaCidade</font></a>, será por isso um instrumento pedagógico ímpar cuja importância ultrapassa em muito a região do Alentejo. Com efeito, o facto da representação dos planetas se distribuir por todo o concelho, convida os seus visitantes a deslocarem-se para o conhecer, tornando este Sistema Solar igualmente um importante contributo para o desenvolvimento turístico da região, incutindo, em especial, uma importante vertente científica.</p>
<p>Durante a sessão inaugural as explicações científicas serão apresentadas por alunos do ensino básico do Externato de S. Filipe, de Estremoz, os quais irão orientar uma fantástica viagem que, no dia 1 de Setembro, levará todos os participantes do Sol até Marte. A concentração para esta viagem sobre rodas será no Centro Ciência Viva de Estremoz pelas 18 horas e as bicicletas, trotinetas, skates e outros meios de transporte serão os veículos privilegiados neste trajecto inaugural de cerca de 1 km; mas para quem quiser&#8230; há também a possibilidade de prolongar um pouco mais o passeio e ir até Júpiter!!!</p>
<p>Pelas suas características muito específicas de integração da Ciência no dia-a-dia dos habitantes da cidade, e freguesias do concelho, de Estremoz o Centro Ciência Viva de Estremoz escolheu o &#8220;Sistema Solar à escala em Estremoz&#8221; para fazer a abertura da sua participação no projecto Ciência na Cidade. Este projecto europeu, apoiado pela Ciência Viva, visa integrar a ciência na programação cultural das cidades, tendo como aderentes em Portugal as cidades de Évora, Estremoz, Tavira e Guimarães. Ciência na Cidade está em articulação com outras cidades europeias através do projecto ESCITY (Europe, Science &#038; the City), que tem como objectivo a criação de uma estratégia comum de promoção da cultura científica nas cidades. É importante salientar que a Universidade de Évora é a instituição de ensino superior em Portugal com maior destaque neste projecto, estando profundamente envolvida nas actividades de 2 das 4 cidades portuguesas que neste momento participam neste projecto.</p>
<p>A partir de 1 de Setembro a cidade de Estremoz lança um novo desafio aos seus habitantes e visitantes, estamos todos convidados a descobrir a ciência presente no património, nas paisagens e até na gastronomia. Este inteirar da ciência na vida das pessoas será cada vez mais importante para o desenvolvimento e sustentabilidade da cidade.</p>
<p>O projecto Sistema Solar à escala em Estremoz, conta ainda com a colaboração do Centro de Geofísica de Évora, do Centro de Estudos de História e Filosofia da Ciência da Universidade de Évora e do Departamento de Geociências.</p>
<p>Fonte / Escrito por: Rui Dias | Departamento de Geociências da Universidade de Évora e Centro Ciência Viva de Estremoz</p>
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		<title>Estação de rastreio de satélites da ESA nos Açores estará operacional em Outubro</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2007 11:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A estação de rastreio de satélites da Agência Espacial Europeia (ESA) na ilha de Santa Maria, Açores, ficará operacional em Outubro, a tempo de acompanhar o lançamento do foguetão Ariane 5, no início de 2008. 
Ricardo Conde, supervisor da Edisoft, uma das três empresas portuguesas a trabalhar na estação, adiantou aos jornalistas que em Agosto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A estação de rastreio de satélites da Agência Espacial Europeia (ESA) na ilha de Santa Maria, Açores, ficará operacional em Outubro, a tempo de acompanhar o lançamento do foguetão Ariane 5, no início de 2008. <span id="more-1170"></span><br />
Ricardo Conde, supervisor da Edisoft, uma das três empresas portuguesas a trabalhar na estação, adiantou aos jornalistas que em Agosto será montado o restante equipamento tecnológico, ficando &#8220;tudo operacional&#8221; em Outubro.</p>
<p>No primeiro de dois dias de visita à ilha de Santa Maria, o governo regional visitou o Monte das Flores, o local escolhido para instalar a estação de monitorização e telemetrias de satélites.</p>
<p>No âmbito de um acordo estabelecido no final de 2005 entre Portugal e a ESA, a instalação da estação na ilha de Santa Maria vai acompanhar os lançamentos do foguetão Ariane 5 e poderá ainda ser utilizada para outros lançamentos e para serviços de recepção e envio de dados.</p>
<p>Segundo o responsável, a estação de Santa Maria é uma das doze estações da ESA, distribuídas por vários pontos do globo, que vão monitorizar o lançamento do Ariane 5.</p>
<p>&#8220;Passados 18 minutos do lançamento, a equipa sedeada em Santa Maria irá transmitir os dados recolhidos em tempo real para a Guiana Francesa&#8221;, afirmou Ricardo Conde.</p>
<p>A instalação da estação, que vai incluir uma antena com 5,5 metros de diâmetro e equipamentos de ponta distribuídos por três pré-fabricados, representa um investimento de um milhão de euros do governo regional.</p>
<p>A ilha de Santa Maria foi considerada a melhor localização no Atlântico para receber a estação da ESA, que vai cobrir todo o percurso desde o lançamento em Kourou (Guiana Francesa) até à acoplagem à Estação Espacial Internacional (ISS).</p>
<p>Para o presidente do Governo açoriano, Carlos César, o investimento que está a ser feito em Santa Maria significa um &#8220;alto valor estratégico para o arquipélago&#8221;, devido ao grau de notoriedade que confere à região ao nível das tecnologias espaciais.</p>
<p>Além disso, Carlos César referiu que este investimento poderá contribuir para o desenvolvimento de outros projectos nas áreas da climatologia, vulcanologia e sismologia.</p>
<p>O chefe do Executivo açoriano afirmou, ainda, haver condições para &#8220;progressivamente&#8221; ter na ilha um centro tecnológico ao qual se poderão associar outras actividades.</p>
<p>Com sede em Paris e 17 estados-membros, a ESA, criada em 1975, dispõe de centros na Alemanha, Itália e Holanda, além de gabinetes na Bélgica, Rússia e Estados Unidos, onde trabalham cerca de dois mil profissionais altamente qualificados.</p>
<p>Fonte / Escrito por: Lusa</p>
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		<title>Portugueses ajudam a desvendar mistérios do interior das estrelas</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Dec 2006 19:08:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Um foguetão russo deverá lançar na próxima quarta-feira o satélite CoRoT que, durante dois anos e meio, vai procurar planetas exteriores ao sistema solar e desvendar o interior das estrelas, numa missão que envolve investigadores portugueses. O lançamento está previsto para as 14h23 (hora de Lisboa), a partir do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.
A participação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um foguetão russo deverá lançar na próxima quarta-feira o satélite CoRoT que, durante dois anos e meio, vai procurar planetas exteriores ao sistema solar e desvendar o interior das estrelas, numa missão que envolve investigadores portugueses. O lançamento está previsto para as 14h23 (hora de Lisboa), a partir do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.<span id="more-1047"></span></p>
<p>A participação portuguesa enquadra-se na contribuição da Agência Espacial Europeia (ESA) para este projecto internacional liderado pelo Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES) de França.</p>
<p>&#8220;Vamos aprofundar o estudo do interior e da evolução das estrelas e, através dele, conhecer melhor o nosso Sol, sobre o qual há ainda tanto para aprender&#8221;, disse hoje Mário João Monteiro, nomeado pela ESA co-investigador da missão e docente de astronomia e director do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto.</p>
<p>Na missão, cujo nome é o acrónimo em inglês para &#8220;Convecção, Rotação e Trânsitos Planetários&#8221;, colaboram como parceiros internacionais, além da ESA, o Brasil, Espanha, Alemanha, Áustria e Bélgica.</p>
<p>&#8220;Convecção e rotação&#8221; refere-se à capacidade do satélite de sondar o interior das estrelas para estudar as ondas acústicas que se propagam à sua superfície, através de uma técnica chamada sismologia estelar ou &#8220;astro-sismologia&#8221;, explicou o cientista.</p>
<p>O &#8220;trânsito planetário&#8221; diz respeito à técnica usada para procurar exoplanetas (exteriores ao Sistema Solar) e que consiste em detectar a presença de um planeta através da perda de luminosidade que provoca na sua estrela ao passar-lhe à frente.</p>
<p>FONTE: LUSA, Público</p>
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		<title>Bolsas para estágios na ESA</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Oct 2006 12:02:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A ESA abriu vagas para estagiários portugueses em diferentes áreas de engenharia, oferecendo bolsas para o efeito. Agradecia que fizessem chegar esta informacao aos alunos potencialmente interessados. Para saber quais as oportunidades disponiveis:
http://www.adi.pt/3412_b.htm
e para saber o montante das bolsas:
http://www.adi.pt/3410.htm
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ESA abriu vagas para estagiários portugueses em diferentes áreas de engenharia, oferecendo bolsas para o efeito. Agradecia que fizessem chegar esta informacao aos alunos potencialmente interessados.<span id="more-965"></span> Para saber quais as oportunidades disponiveis:<br />
<a target="_blank" href="http://www.adi.pt/3412_b.htm">http://www.adi.pt/3412_b.htm</a></p>
<p>e para saber o montante das bolsas:<br />
<a target="_blank" href="http://www.adi.pt/3410.htm">http://www.adi.pt/3410.htm</a></p>
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		<title>Astronomia mundial reúne-se em Sintra de 10 a 13 de Outubro</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Sep 2006 13:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialistas de todo o mundo estarão reunidos em Sintra, de 10 a 13 de Outubro, para apresentar e discutir os últimos resultados das «observações mais profundas do Universo», anunciou esta terça-feira o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL). A conferência internacional pretende discutir a formação e evolução de galáxias à luz das observações astronómicas mais profundas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Especialistas de todo o mundo estarão reunidos em Sintra, de 10 a 13 de Outubro, para apresentar e discutir os últimos resultados das «observações mais profundas do Universo», anunciou esta terça-feira o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL). <span id="more-917"></span>A conferência internacional pretende discutir a formação e evolução de galáxias à luz das observações astronómicas mais profundas e recorrendo aos modelos teóricos mais recentes.</p>
<p>O encontro reunirá cerca de 150 investigadores de centros de investigação astronómica mundial para analisar os resultados obtidos com os telescópios mais poderosos em funcionamento, como o Telescópio Espacial Hubble, o Very Large Telescope ou o Very Large Array.</p>
<p>«A capacidade da observação astronómica cresceu exponencialmente durante os últimos anos. Telescópios e instrumentos cada vez mais potentes permitem hoje a detecção e estudo do Universo primordial», recorda numa nota informativa o OAL, que organiza o evento em conjunto com o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa.</p>
<p>Os maiores observatórios terrestres, que vão desde telescópios ópticos com espelhos de oito a dez metros de diâmetro até rádio interferómetros que se podem estender por vários quilómetros, encontram-se agora em grande parte dedicados à exploração do Universo distante, em busca das fontes primordiais de luz e procurando compreender como se tornou aquilo que nos rodeia.</p>
<p>Instalada a «era dos campos profundos», observa ainda o OAL, «torna-se agora necessário comparar os resultados das diversas equipas, procurando formar uma imagem coerente da formação e evolução de galáxias, e identificando os mistérios cuja solução irá exigir uma nova geração de telescópios».</p>
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		<title>Planetário do Porto retoma sessões</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Sep 2006 13:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de ter estado encerrado para trabalhos de manutenção, o Planetário do Porto (Rua das Estrelas) reabre as suas portas na próxima segunda-feira, dia 18. Divulgar a astronomia, principalmente junto dos mais jovens, é o objectivo deste espaço da Fundação Ciência e Desenvolvimento. As sessões, que complementam a informação teórica transmitida dentro das salas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ter estado encerrado para trabalhos de manutenção, o Planetário do Porto (Rua das Estrelas) reabre as suas portas na próxima segunda-feira, dia 18. <span id="more-909"></span>Divulgar a astronomia, principalmente junto dos mais jovens, é o objectivo deste espaço da Fundação Ciência e Desenvolvimento. As sessões, que complementam a informação teórica transmitida dentro das salas de aula, assumem um papel fundamental no despertar da curiosidade científica.</p>
<p>Uma das sessões que acontecem na cúpula &#8211; preparada para receber 93 pessoas &#8211; intitula-se O Vítor Vai à Lua. Destinada a crianças até aos dez anos, é uma &#8220;aventura&#8221; que transmite informações sobre o céu nocturno e as suas estrelas, os planetas do sistema solar e a rotação da Terra. O &#8220;Vítor&#8221; marca presença no Planetário aos sábados, às 15.00.</p>
<p>Ainda a pensar nos mais miúdos, mas também para os mais crescidos, são oferecidas outras &#8220;viagens&#8221;, como Visões do Cosmos (domingos, às 16.00) e A Nossa Estrela &#8211; O Sol (domingos, às 15.00). A mais recente sessão, Novos Mundos, é considerada a mais completa e pode ser apreciada aos sábados, às 16.00. À semelhança dos anos anteriores, o Planetário tem em agenda, para os vários períodos de férias escolares, horários alternativos, que complementam os disponíveis durante todo o ano (programa completo no site oficial: www.planetario-porto.pt).</p>
<p>Os mais curiosos podem ainda visitar a Astroteca, um centro de recursos multimedia de entrada livre. Aqui, consultam-se livros, vídeos e computadores com software de astronomia e acesso à Internet. A Astroteca dispõe também de actividades específicas para os mais novos.</p>
<p>Informações e reservas através do telefone 226 089 800. Bilhetes: 2,49 (adulto) e 1,25 (criança até dez anos) euros.</p>
<p>FONTE: Dn online</p>
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		<title>Jovens portugueses com &#8220;sim&#8221; definitivo a experiências em gravidade zero</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2006 16:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia & Investigação Espacial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[As duas equipas de jovens portugueses que participam esta semana num programa europeu de experiências científicas em ausência de gravidade receberam hoje os fatos de voo, após os seus projectos serem testados pelos técnicos da Agência Espacial Europeia.
A entrega dos fatos azuis, que identificam os jovens como membros do &#8220;Zero G Team&#8221;, culminou um processo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As duas equipas de jovens portugueses que participam esta semana num programa europeu de experiências científicas em ausência de gravidade receberam hoje os fatos de voo, após os seus projectos serem testados pelos técnicos da Agência Espacial Europeia.<span id="more-899"></span></p>
<p>A entrega dos fatos azuis, que identificam os jovens como membros do &#8220;Zero G Team&#8221;, culminou um processo de cinco meses de intenso trabalho e permite aos jovens participar, quarta e quinta-feira, nos voos parabólicos efectuados por um avião A300 da Agência Espacial Europeia (ESA).</p>
<p>Os aparelhos necessários para as experiências estão já instalados no interior do avião, tendo sido aí que foram alvo hoje do teste final que garante aos alunos portugueses o acesso definitivo aos voos.</p>
<p>Para alcançar situações de ausência de gravidade, o A300, dotado de turbinas especiais de dimensão muito superior ao normal, irá voar rumo à estratosfera num ângulo superior a 45 graus, levando os seus passageiros a sofrer uma força gravitacional 1,8 vezes superior ao normal.</p>
<p>Após 20 segundos de subida vertiginosa, o aparelho cai em queda livre durante um período igual, provocando no seu interior uma situação de total ausência de gravidade.</p>
<p>Ao longo de cada voo, que durará até três horas, o avião realizará um total de 30 parábolas &#8211; ciclos de subidas e quedas livres &#8211; de modo a permitir aos jovens efectuar as experiências projectadas nos últimos cinco meses.</p>
<p>O programa da ESA possibilita anualmente aos jovens europeus o acesso a voos parabólicos de modo a que possam efectuar experiências científicas na única situação dentro da atmosfera em que é possível atingir a ausência de gravidade.</p>
<p>As duas equipas de jovens estudantes, ambas do Departamento de Física da Faculdade de Ciências do Porto, vão testar em &#8220;gravidade zero&#8221; o modo como vibram gotas de mercúrio sujeitas a um estímulo sonoro e a forma como se formam bolhas no processo de evaporação de um líquido.</p>
<p>Os oito alunos envolvidos viram as suas candidaturas aprovadas em finais de Março, tendo tido desde então de concretizar aquilo que não passava de uma mera proposta teórica.</p>
<p>Cinco meses depois, já em Bordéus, onde os voos vão realizar-se, os jovens levaram esta manhã a cabo os últimos ajustes aos seus equipamentos de teste, seguindo-se de imediato uma inspecção por técnicos da ESA, que determinaram que ambas as experiências cumpriam os requisitos científicos e de segurança necessários para participar no programa.</p>
<p>Os equipamentos, que incluem tecnologia de alta precisão, estão já instalados a bordo do A300 &#8220;Zero G&#8221;, cujo interior se assemelha a um ginásio voador, com chão, paredes e tecto cobertos por um material que se parece com um colchão gigante.</p>
<p>A aprovação dos projectos permitiu aos jovens receber os fatos azuis de &#8220;tipo astronauta&#8221; usados nas experiências, com o símbolo do projecto europeu de voos parabólicos colocado ao peito e a expressão &#8220;Zero G Team&#8221; nas costas.</p>
<p>As duas equipas do Porto integram o grupo de 30 projectos seleccionados pela ESA entre as cerca de 140 candidaturas apresentadas por alunos de toda a Europa.</p>
<p>Os cerca de 120 jovens envolvidos nas 30 equipas seleccionadas trabalham desde a última semana numa ala do complexo aeroportuário de Bordéus, próximo das instalações onde são fabricados os aviões militares &#8220;Mirage&#8221;.</p>
<p>FONTE: Agência Lusa (Notícia SIR-8306356)</p>
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		<title>Centro de Astrofísica do Porto edita livro &#8220;Descobrir o Universo&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bartender</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) lançou terça-feira em Matosinhos o livro &#8220;Descobrir o Universo&#8221;, uma obra &#8220;em linguagem acessível&#8221; coordenada pela directora do CAUP, Teresa Lago.

O livro, editado pela Gradiva, inclui informação sobre a astronomia, os sistemas solares, a vida das estrelas, galáxias e enxames, os &#8220;confins&#8221; do Universo e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) lançou terça-feira em Matosinhos o livro &#8220;Descobrir o Universo&#8221;, uma obra &#8220;em linguagem acessível&#8221; coordenada pela directora do CAUP, Teresa Lago.<br />
<span id="more-867"></span></p>
<p>O livro, editado pela Gradiva, inclui informação sobre a astronomia, os sistemas solares, a vida das estrelas, galáxias e enxames, os &#8220;confins&#8221; do Universo e os telescópios. Toda a informação é acompanhada de fotografias, desenhos, gráficos, esquemas e mapas, procurando que a linguagem dos cientistas seja acessível ao cidadão comum.</p>
<p>No prefácio, Teresa Lago, que ficou conhecida como presidente do Porto 2001 &#8211; Capital Europeia da Cultura, explica que a obra se destina a comemorar os 16 anos do CAUP, associação científica privada da Universidade do Porto, sem fins lucrativos.</p>
<p>Da actividade do centro, Teresa Lago destaca o projecto &#8220;Astronomia nas Escolas&#8221;, &#8220;que nos últimos 15 anos levou a Astronomia num planetário portátil a mais de 165.000 jovens entre os três e os 12 anos&#8221;. A directora realça ainda as sessões no Planetário do Porto concebidas, preparadas e apresentadas pelo CAUP a 227 mil espectadores nos últimos seis anos.</p>
<p>FONTE: Agência Lusa (Notícia SIR-8164019)</p>
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