Academia Portuguesa de História distingue três investigadores 5 Julho
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Saul António Gomes, Carlos Margaça Veiga e Fátima Antunes dos Reis foram os investigadores distinguidos com os prémios Fundação Calouste Gulbenkian hoje atribuídos pela Academia Portuguesa de História.
Saul Gomes escreveu “Porto de Mós. Colectânea documental e histórica”, obra premiada na área de História regional e local, Carlos Veiga “A herança filipina em Portugal”, vencedora na área de História da Presença de Portugal no mundo, e Fátima Reis “Santarém no tempo de D. João V”, vencedora na área de História Moderna e Contemporânea. Os três Prémios de História Calouste Gulbenkian têm um valor de dois mil euros cada um e pretendem galardoar “obras históricas de reconhecido mérito”.
A Academia atribuiu ainda o Prémio Francisco Gama Caeiro a Miguel Corrêa Monteiro, pela obra “S. Francisco Xavier”. O Prémio da Fundação Oriente foi para Pedro Dias, com o seu trabalho “De Goa a Pangim, Memórias tangíveis da capital portuguesa do Estado da Índia”. Maria José Azevedo Santos foi distinguida com o Prémio Augusto da Costa Botelho, pela obra “O valor da escrita em tempos de Inês de Castro”.
O Prémio Pedro Cunha e Serra foi atribuído a Maria Helena da Cruz Coelho, pela investigação “Arouca. Uma Terra, um Mosteiro, uma Santa”. António Ventura recebeu o Prémio Joaquim Veríssimo Serrão, da Fundação Engenheiro António Almeida, com “Um olhar feminino sobre Portugal”. A Academia Portuguesa da História é uma instituição científica-estatal, criada a 19 de Maio de 1936.
FONTE: Lusa, PUBLICO.PT


