Viver a Ciência e Crioestaminal atribuem primeiro prémio de excelência à investigação científ 20 Novembro

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Dia 24 de Novembro pelas 16h00, no Edifício IBILI em Coimbra, tem lugar a cerimónia pública de entrega do “Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica”, instituído pela Associação Viver a Ciência e financiado pela empresa Crioestaminal. Este prémio, no valor de 20 000 euros, distinguiu a investigadora Sandra Ribeiro pelo seu projecto de investigação científica sobre a doença de Machado-Joseph, que será desenvolvido no Centro de Neurociências da Universidade de Coimbra, durante os próximos dois anos.

Trata-se do primeiro exemplo de angariação de fundos privados para investigação científica de excelência fomentado pela Associação Viver a Ciência. Formada por cientistas que desenvolvem o seu trabalho em Portugal, a Associação tem como missão promover a investigação nas Ciências da Vida, envolvendo as entidades privadas e os cidadãos.

Através deste prémio, a Crioestaminal tornou-se numa das primeiras empresas a colaborar com a Viver a Ciência, concretizando assim um dos principais objectivos da Associação: constituir-se como um agente de ligação entre o financiamento privado e a investigação científica.

As candidaturas apresentadas ao “Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica” são avaliadas por um jurí de cientistas de renome internacional, desenvolvendo a sua actividade fora do País.

A cerimónia pública de entrega do Prémio desta primeira edição inclui a conferência da investigadora Sandra Ribeiro, que apresentará o projecto sobre a doença de Machado-Joseph agora distinguido e a conferência de Leonor Parreira, Professora Catedrática da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, sobre Células Estaminais.

A doença de Machado-Joseph é uma doença hereditária rara, mas com uma especial prevalência na Região Autónoma dos Açores, em particular nas ilhas de S. Miguel e das Flores. Os pacientes com doenças neurodegenerativas deste tipo (ataxias) apresentam como sintoma característico perturbações da coordenação motora. O projecto de investigação premiado visa a compreensão das bases moleculares da doença, conhecimento que é fundamental para o estabelecimento de estratégias terapêuticas eficazes.

FONTE: Associação Viver a Ciência

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