Jovens portugueses voltam de concurso internacional sem prémios 30 Setembro
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Os projectos dos três estudantes portugueses que participaram no 16º Concurso da União Europeia para Jovens Cientistas não foram premiados, disse hoje à Agência Lusa fonte da Fundação da Juventude.
Segundo Paula Graça, no concurso, que hoje terminou em Dublin, Irlanda, foram premiados trabalhos de estudantes da Alemanha, Dinamarca e Áustria.
Mais de uma centena de cientistas de 34 países apresentaram os seus projectos, num evento da União Europeia que visa conquistar os jovens para uma carreira na área da ciência e da tecnologia assim como dar oportunidade à nova geração de apresentar as suas ideias.
Carlos Arsénio, 18 anos, que recebeu o prémio do concurso português de jovens cientistas e investigadores, apresentou o robot insecto, uma máquina automatizada com controlo à distância e capaz de apanhar objectos com tenazes. Este robot, que se movimenta sobre seis patas, ao contrário de outros que se movimentam sobre as habituais rodas, pode ser adaptado para desactivar bombas.
Ângelo Arrifano, de 18 anos, levou a concurso um programa de computador que simula o padrão de interferência das imagens digitais e imprime os resultados para produzir um “holograma computacional”. O jovem desenvolveu um software holográfico que lhe valeu o segundo prémio do concurso português de jovens cientistas e investigadores.
David Sobral, de 18 anos, foi a Dublin defender um projecto na área da Física que consiste num estudo de projécteis. No seu trabalho, o jovem português realizou um estudo aprofundado sobre projécteis recorrendo a duas experiências: uma no laboratório e outra no ginásio, onde foram feitos lançamentos de basquetebol. Com o estudo, David Sobral descobriu, por exemplo, que um lançamento na terra que tenha um alcance de 1,2 metros, em Plutão atinge 16,1 metros.
FONTE: Agência Lusa (Notícia SIR-6391210)


