Escolas alemãs serão modelos e parceiros activos 17 Agosto

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“Perceber ‘in loco’ o potencial dos estabelecimentos de ensino públicos e privados que operam na região e de algumas das suas empresas” foi uma das razões, segundo a ministra da Ciência, Inovação e Ensino Superior, que levou o grupo de trabalho para a reorganização da rede do ensino superior a realizar uma reunião de trabalho em Viseu.


A cooperação com universidades estrangeiras, entre as quais a de Erlanger, será outra das características do modelo universitário para a região. “Será uma universidade muito virada para qualificar as pessoas da região, mas também para atrair alunos de todo o país e do estrangeiro. Por isso se aponta uma outras característica de ensino bilingue, capaz de gerar mobilidade e atrair estudantes de outras regiões e de outros países. O papel da Siemens no projecto será relevante. “A Siemens pode, como já fez com outros estabelecimentos de ensino, ter uma parceria com esta universidade através da criação de um centro de investigação”, disse. Graça Carvalho gostaria de ver em Viseu um modelo universitário idêntico ao de Erlanger. “É uma cidade com 100 mil habitantes que tem uma grande universidade e a Siemens. Cerca de 25 mil trabalham na Siemens e 10 mil estudantes e de 10 mil empregados estão na universidade. É um modelo de universidade integrada na cidade com os parceiros industriais. A Câmara é virada para o desenvolvimento cientifico e para as tecnologias da saúde”, concluiu.


FONTE: Jornal de Notícias

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