Animais em risco: Especialistas procuram salvar coelhos-bravos e lebres 25 Julho

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Investigadores de 30 países avaliam, a partir de segunda-feira, em Vila do Conde, a situação dos coelhos-bravos e lebres mais ameaçados e debatem formas de os salvar, anunciou a Universidade do Porto.

Nos últimos anos, a caça tem reduzido drasticamente as populações de lebres e coelhos-bravos, também afectados por patologias como a febre hemorrágica viral e a mixomatose, supostamente provocadas pelos herbicidas usados na agricultura.



O II Congresso Mundial de Magomorfos prolonga-se até sexta-feira no Campus Agrário de Vairão, Vila do Conde, onde funciona o Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto.


Fonte do Gabinete de Imprensa da Universidade disse à Lusa que entre as presenças asseguradas no congresso se contam investigadores da África do Sul, Austrália e Estados Unidades que têm centrado os seus estudos nestas espécies. Estará também representada a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), lançada na Suíça em 1948 e a que Portugal aderiu em Março de 1989.


A UICN tem por missão encorajar e facilitar a cooperação entre os governos, as organizações nacionais e internacionais e as pessoas interessadas na conservação da natureza e dos recursos. Com alguma frequência confundidos, o coelho-bravo e a lebre têm, contudo, características distintas. A lebre é maior e mais pesada do que o coelho-bravo (sensivelmente o dobro do peso) e tem membros posteriores longos, o que lhe permite atingir velocidades na ordem dos 60 quilómetros horários.


FONTE: Agência Lusa (Notícia SIR-6218588)

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